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MISTÉRIOS DA CIDADE Sabe
onde fica? Nelson
Kon
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De aparência futurista, com pilares de concreto e telhas metálicas,
este prédio foi inaugurado há quase dois anos. É o Terminal
Lapa, na praça Miguel Dell'Erba, com 6 500 metros quadrados e capacidade
para receber 200 ônibus por hora. O traçado do projeto faz referência
aos galpões de fábricas da vizinhança, como o ocupado pela
Estação Ciência, bem pertinho dali. A foto, originalmente
colorida, foi reproduzida em preto-e-branco no livro São Paulo
Guia de Arquitetura Contemporânea, de Fernando Serapião, com
lançamento previsto para quinta-feira (9).
Campeões de quilometragem
Heudes
Régis
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Quais
são as linhas de ônibus mais longas de São Paulo
Terminal
Amaral GurgelGuaianases 102,8 quilômetros*
Praça da RepúblicaSão Mateus 70,1 quilômetros*
Terminal Amaral GurgelItaquera 66,4
quilômetros* Metrô ParaísoCidade
Tiradentes 58,9 quilômetros CachoeiraMetrô
Santana 53,5 quilômetros *
Linhas circulares Painéis em restauro Fotos
divulgação
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A recuperação simultânea de dois murais na cidade permite
ao público acompanhar de perto o processo de restauro. Pintado pelo alemão
de origem judaica Yohanan Simon, em 1954, o painel Juventude no Kibutz (à
direita) encontra-se no Colégio Renascença (
3824-0788). Quem se interessar pode observar os últimos retoques dos artesãos,
nesta semana. Serão necessários três meses para que o trabalho
Os Bandeirantes, criado por Clóvis Graciano em 1953, fique em ordem
novamente. Elaborada para a então sede do jornal O Estado de
S. Paulo, a obra ocupa hoje o lobby do Hotel Jaraguá, no centro (
3120-8000). Vitral de grife Hiroto
Yoshioka
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A figura bíblica do Bom Samaritano, da parábola que prega a caridade
desinteressada, ilustra este vitral. É a principal imagem da recepção
do Hospital Samaritano, inaugurado em 1894 em Higienópolis. O trabalho
foi feito pelo artista Conrado Sorgenicht Filho, responsável pela maioria
dos vitrais produzidos na época em São Paulo. Também são
da autoria de Sorgenicht os da Estação Júlio Prestes, do
Mercado Municipal e da Faap. Memória
paulistana Fundação
Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo
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Homens de terno, chapéu e guarda-chuva saíram às ruas para
ver a novidade: bondes elétricos chegavam à cidade. Os veículos
movidos por burros, que entraram em circulação em 1872, estavam
fadados à extinção. Esta foto foi feita na Alameda Barão
de Limeira, em 7 de maio de 1900, dia da inauguração da primeira
linha, que ia do Largo de São Bento à Barra Funda. Paulistanos mais
imprudentes começaram então a praticar um esporte arriscado: pegar
o bonde ou saltar dele em movimento (pongar e despongar, como se dizia). A história
está no livro São Paulo A Juventude do Centro, da
editora Grifo. Como surgiu
este nome? Não
se trata de médico, advogado ou político. Essa rua homenageia um
antigo empregado da Chácara Itaim, área de 3 quilômetros quadrados
que deu origem ao Itaim Bibi. Aquelas terras, freqüentemente inundadas, pertenciam
à família Couto de Magalhães. Um marco no desenvolvimento
da região foi o ano de 1929, quando a Câmara Municipal oficializou
as primeiras ruas abertas, a João Cachoeira inclusive. Um dos herdeiros,
Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, batizou outra via das redondezas.
Seu apelido, Bibi (o motivo, acredita-se, era o chapéu de bico que costumava
usar), entrou no nome do bairro para diferenciá-lo do Itaim Paulista, na
Zona Leste. Editado por Lúcia
Monteiro. Com reportagem de Orlando Margarido |