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7 de dezembro de 2005
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A OPINIÃO DO LEITOR

 
"É espantoso constatar quanto uma minoria de brasileiros gasta com ostentação. Resta saber se o luxo explícito gera felicidade e realização afetiva. "
Humberto Cavaliere

 

Casamentos milionários  

Por 25.000 reais, haja massagem, manicure e cabeleireiro, antes e durante a festa ("As bodas de ouro", 30 de novembro). Ou será que nesse preço está incluída alguma cirurgia plástica?
Eloá Galpern Gruc  

Como são discretos e elegantes, Athina e Doda conseguem numa data tão importante manter a classe que vem de berço. Eles deixam de lado o exibicionismo que está tanto em moda e mantêm a discrição custe o que custar. Felicidades aos noivos.
Vilma N. Pinto  

A verdade é que todos nós, simples mortais, adoraríamos poder fazer uma grande festa no dia do casamento. Mas a situação do país é outra. Quem pode, pode.
Fernanda Nogueira  

Não tiro o direito de cada um se casar da maneira que bem desejar. Estamos numa competição do bolo mais alto e do bem-casado mais absurdamente caro. Mas se todos esses figurões da sociedade seguissem o exemplo dos senhores Athina e Doda, que pediram doações a uma instituição de caridade em vez de presentes, tenho certeza de que suas bênçãos matrimoniais seriam redobradas e seus futuros herdeiros cresceriam adultos mais conscientes e respeitáveis.
Christian Kuntz

 

Charles Cosac  

Aconselho o editor Charles Cosac a visitar a Santa Casa de São Paulo, localizada a cinco minutos de seu apartamento ("O dândi de Higienópolis", 30 de novembro). Lá, ele verificará o trabalho maravilhoso e humano realizado por essa instituição. Acredito que jogará fora todos os seus remédios para a depressão quando passar a conviver com os pacientes do hospital e ajudá-los.
Arciso Andreoni

 

Ioga  

A respeito da matéria "Concentração zen" (30 de novembro), eu gostaria de saber por que uma aula semanal de ioga custa tão caro, quase 200 reais. A prática prega exatamente a simplicidade e o desprendimento.
Cristiane Costa

 

Ivan Angelo  

A crônica "Velha frase" (30 de novembro) conseguiu resumir com clareza o sentimento de milhões de brasileiros que, como eu, todos os dias se sentem um pouco Rui Barbosa. Sou leitor assíduo de Veja São Paulo há quase vinte anos e confesso que nos últimos tempos estou profundamente desanimado com o panorama de nosso país. Está difícil acreditar que o melhor do Brasil seja o brasileiro.
Raul Marinangelo  

O que mais me tocou no texto foi a referência sobre o crescimento da mediocridade no panorama das artes e no mundo das galerias. Isso se deve a um desejo de parte do meio acadêmico e midiático que, embora faça pose de democrático, teme que a população se aproxime da arte e possa exercer sua opinião de forma sincera e livre. Dou como exemplo a CowParade. As vacas, desde a mais ingênua em sua proposta estética até a mais elaborada, realizam aquilo de que muitos pseudo-intelectuais têm medo: aproximam, com espontaneidade, a arte do povo, principalmente das crianças.
Oscar D'Ambrosio

 

Arrastão em prédio  

Muito interessante e oportuna a matéria "A última moda em arrastão" (30 de novembro). Nós da ProSecurity criamos uma espécie de bolsão de segurança. São procedimentos simples como dar ao porteiro de um prédio acesso às imagens da guarita de outro. Em um arrastão, que dura várias horas, o assalto seria muito provavelmente percebido e a polícia e a segurança, acionadas.
Alexandre Paranhos

 

João Carlos Cauduro  

Parabéns a Vejinha por expressar tão bem os anseios paulistanos como na reportagem "Refresco para os olhos" (30 de novembro). É inconcebível o que fizeram com a nossa cidade. Temo que a única fórmula para aplacar essa triste realidade seja o castigo por meio de multas pesadas, muito bem fiscalizadas.
Elizabeth Florido
Oficina Cultural Amácio Mazzaropi

 

Casa de decorador  

Em primeiro lugar, agradeço mais uma vez a matéria "Lar, decorado lar" (23 de novembro), que teve repercussão considerável. Mas gostaria de esclarecer que a luminária com pé de bambu, que saiu em duas fotos, é na verdade design de Simone Figueiredo.
Débora Aguiar

 

 

A trajetória do porquinho pela cidade

 

Alguns leitores questionaram a localização antiga da obra Porco Ensebado, publicada na coluna Mistérios da Cidade ("Sabe onde fica?", 30 de novembro). "Nos anos 50, eu cursava o primário no antigo Colégio Independência, próximo ao Largo da Pólvora, e quase que diariamente parava para brincar na escultura", escreveu Vanderlei Marujo Prado. De acordo com o Departamento de Patrimônio Histórico (DPH), a peça de Ricardo Cipicchia foi instalada primeiramente na Praça da República, na década de 50. Anos depois, foi removida para o Largo da Pólvora, na Liberdade. Somente nos anos 70, como informa a nota publicada em Veja São Paulo, é que a obra chegou ao Parque do Ibirapuera, onde permanece até hoje. "Fiquei feliz em rever o porquinho. Na minha infância, muitas vezes eu corria para subir nele", recorda-se a leitora Anna Maria Barboza.

     
   
 
 
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