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A OPINIÃO DO LEITOR  | "Excelente
a reportagem de capa. Nada como um colecionador para entender a paixão
de outro! Desde 1984, quando assisti a O Retorno de Jedi, virei fã
de Star Wars. Hoje tenho brinquedos, livros, CDs, fantasias..." Jétur
Levi da Cunha |
Colecionadores
Gostei da reportagem
"Eles adoram colecionar" (31 de agosto). Coleciono corujas desde 1994. Tenho cerca
de 500 peças, de diversos tamanhos, modelos, materiais e países.
Meus amigos viajam e lembram-se sempre de mim ao ver uma coruja. É gostoso
ter uma mania saudável e barata. Ivone Regina Fernandes
Lamentável o conteúdo da reportagem
sobre colecionadores. Com tanta gente sem ter o que comer e crianças sem
brinquedos, existem pessoas que colecionam Barbies, camisetas velhas, leões
de pelúcia, chapéus, bonecos, gatos, lápis, vasos, porquinhos!
A única que se salva é Ana Hickmann, que não teria a quem
dar os sapatos tamanho 40 e sua beleza releva qualquer pecado. Todos deveriam
espelhar-se em José Mindlin, que colecionou livros a vida inteira e agora
doou sua biblioteca à USP. Manuel Fernandes
Fiquei chateado por não aparecer na reportagem: sou colecionador de cachaças.
Tenho 5.000 garrafas, 450 rótulos e 800 miniaturas. Gerson de Bonis
Darin Roteiro da Semana
Muito obrigada
pelo destaque ("100 Restaurantes", 31 de agosto). Como sempre, vários clientes
vieram conhecer a casa. É impressionante o poder das indicações
de Arnaldo Lorençato. Alessandra Muniz Restaurante Mamarana
Walcyr Carrasco
Sou uma leitora assídua das crônicas
de Walcyr Carrasco. Concordo plenamente com o que ele escreveu sobre essa curiosidade
pelos fatos alheios ("Platéia de acidente", 31 de agosto). É uma
curiosidade inútil, já que não há o mínimo
interesse em ajudar, só bisbilhotar para ter o que contar. Sueli
Rosa Existe uma curiosidade mórbida
mesmo. Quando vemos um acidente com vítima, o sentimento de pena é
inevitável. Logo se pensa nos familiares, como será a reação
deles, quem os auxiliará, tudo é muito triste. Quando queremos parar
a fim de ajudar, temos medo de sofrer um assalto ou de ser processados por socorrer
alguém de maneira errada. O máximo que podemos fazer é pegar
o celular e chamar as autoridades competentes. Janet S. Nascimento
O talento maravilhoso de Walcyr Carrasco me fascina.
Vou do riso às lágrimas. Dou aulas de língua portuguesa para
estrangeiros e sempre levo suas crônicas àqueles que já têm
um nível avançado no idioma. Marília Cannavale
Concordo com suas observações
sobre o inexplicável interesse pela desgraça alheia. Sou médica
e já perdi a conta das vezes em que ouvi a seguinte frase: "Não
sei como você agüenta, não posso ver sangue que passo mal...".
No entanto, quando entra uma emergência no pronto-socorro, as pessoas chegam
a se acotovelar para ver melhor, inclusive atrapalhando a movimentação
dos profissionais. Quanto mais sangue e mutilações, mais as pessoas
custam a sair do caminho! Fabiana Seppe Laforga
Parece ironia do destino. Eu estava lendo a crônica
a caminho do trabalho quando vi um carro da polícia. Ao lado, uma pessoa
morta a tiros na calçada de um bar. A imagem era incrível: todo
mundo olhando pela janela, inclusive eu. A crônica de Walcyr Carrasco tem
muito a ver com a realidade. Mônica Alves
Meu estilo
Fico desanimado ao ver uma entrevista como a de
Luciana Gimenez. Da próxima vez, na falta de alguém relevante e
com mais conteúdo, seria melhor economizar a tinta e a paciência
dos leitores. Ricardo Helfer
Abominável e revoltante é o mínimo que se pode dizer da entrevista
publicada na última Veja São Paulo ("Meu estilo", 31 de agosto).
Respeito a opinião de cada cidadão, mas Luciana Gimenez, como comunicadora,
deveria pensar duas vezes antes de dar uma declaração. Dizer que
não doa suas 46 calças praticamente inúteis porque tem dó
é o fim. Renata Santucci Playcenter
Lamentamos profundamente
o texto publicado sobre o Playcenter ("Na montanha-russa", 24 de agosto). Das
mais de 35 atrações do parque, somente uma estava em manutenção
na data da reportagem, justamente a que foi fotografada com destaque. O incêndio,
sem vítimas, aconteceu num terreno que não faz mais parte do parque.
Nada foi mencionado sobre a moderna praça de alimentação
e eventos, as 300 árvores plantadas, a montanha-russa Windstorm recém-importada,
a comunicação visual nem sobre a bateria de sanitários e
a área infantil novas. As melhorias já contabilizam investimentos
de mais de 12 milhões de reais desde que retomei a administração
do Playcenter, pioneiro no segmento no Brasil. Marcelo Gutglas 
QUEM
SOU EU
Divulgação
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Rita
Lee nasceu em 31 de dezembro de 1947, em São Paulo. Entre 1966 e 1972,
participou do trio Os Mutantes. Depois montou a banda Tutti-Fruti, que emplacou
hits como Ovelha Negra e Agora Só Falta Você. Casou-se
em 1976 com o músico Roberto de Carvalho, pai de seus três filhos.
O casal divide o comando do programa Madame Lee, que estréia dia
25 no canal pago GNT. Lá os dois irão surpreender os entrevistados.
Numa das gravações, Rita resolveu fazer uma massagem nos pés
de Marília Gabriela de improviso, no meio do papo.
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