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7 de setembro de 2005
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A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Excelente a reportagem de capa. Nada como um colecionador para entender a paixão de outro! Desde 1984, quando assisti a O Retorno de Jedi, virei fã de Star Wars. Hoje tenho brinquedos, livros, CDs, fantasias..."
Jétur Levi da Cunha

 

Colecionadores  

Gostei da reportagem "Eles adoram colecionar" (31 de agosto). Coleciono corujas desde 1994. Tenho cerca de 500 peças, de diversos tamanhos, modelos, materiais e países. Meus amigos viajam e lembram-se sempre de mim ao ver uma coruja. É gostoso ter uma mania saudável e barata.
Ivone Regina Fernandes  

Lamentável o conteúdo da reportagem sobre colecionadores. Com tanta gente sem ter o que comer e crianças sem brinquedos, existem pessoas que colecionam Barbies, camisetas velhas, leões de pelúcia, chapéus, bonecos, gatos, lápis, vasos, porquinhos! A única que se salva é Ana Hickmann, que não teria a quem dar os sapatos tamanho 40 – e sua beleza releva qualquer pecado. Todos deveriam espelhar-se em José Mindlin, que colecionou livros a vida inteira e agora doou sua biblioteca à USP.
Manuel Fernandes  

Fiquei chateado por não aparecer na reportagem: sou colecionador de cachaças. Tenho 5.000 garrafas, 450 rótulos e 800 miniaturas.
Gerson de Bonis Darin

 

Roteiro da Semana  

Muito obrigada pelo destaque ("100 Restaurantes", 31 de agosto). Como sempre, vários clientes vieram conhecer a casa. É impressionante o poder das indicações de Arnaldo Lorençato.
Alessandra Muniz
Restaurante Mamarana

 

Walcyr Carrasco  

Sou uma leitora assídua das crônicas de Walcyr Carrasco. Concordo plenamente com o que ele escreveu sobre essa curiosidade pelos fatos alheios ("Platéia de acidente", 31 de agosto). É uma curiosidade inútil, já que não há o mínimo interesse em ajudar, só bisbilhotar para ter o que contar.
Sueli Rosa  

Existe uma curiosidade mórbida mesmo. Quando vemos um acidente com vítima, o sentimento de pena é inevitável. Logo se pensa nos familiares, como será a reação deles, quem os auxiliará, tudo é muito triste. Quando queremos parar a fim de ajudar, temos medo de sofrer um assalto ou de ser processados por socorrer alguém de maneira errada. O máximo que podemos fazer é pegar o celular e chamar as autoridades competentes.
Janet S. Nascimento  

O talento maravilhoso de Walcyr Carrasco me fascina. Vou do riso às lágrimas. Dou aulas de língua portuguesa para estrangeiros e sempre levo suas crônicas àqueles que já têm um nível avançado no idioma.
Marília Cannavale  

Concordo com suas observações sobre o inexplicável interesse pela desgraça alheia. Sou médica e já perdi a conta das vezes em que ouvi a seguinte frase: "Não sei como você agüenta, não posso ver sangue que passo mal...". No entanto, quando entra uma emergência no pronto-socorro, as pessoas chegam a se acotovelar para ver melhor, inclusive atrapalhando a movimentação dos profissionais. Quanto mais sangue e mutilações, mais as pessoas custam a sair do caminho!
Fabiana Seppe Laforga  

Parece ironia do destino. Eu estava lendo a crônica a caminho do trabalho quando vi um carro da polícia. Ao lado, uma pessoa morta a tiros na calçada de um bar. A imagem era incrível: todo mundo olhando pela janela, inclusive eu. A crônica de Walcyr Carrasco tem muito a ver com a realidade.
Mônica Alves

 

Meu estilo  

Fico desanimado ao ver uma entrevista como a de Luciana Gimenez. Da próxima vez, na falta de alguém relevante e com mais conteúdo, seria melhor economizar a tinta e a paciência dos leitores.
Ricardo Helfer  

Abominável e revoltante é o mínimo que se pode dizer da entrevista publicada na última Veja São Paulo ("Meu estilo", 31 de agosto). Respeito a opinião de cada cidadão, mas Luciana Gimenez, como comunicadora, deveria pensar duas vezes antes de dar uma declaração. Dizer que não doa suas 46 calças praticamente inúteis porque tem dó é o fim.
Renata Santucci

 

Playcenter  

Lamentamos profundamente o texto publicado sobre o Playcenter ("Na montanha-russa", 24 de agosto). Das mais de 35 atrações do parque, somente uma estava em manutenção na data da reportagem, justamente a que foi fotografada com destaque. O incêndio, sem vítimas, aconteceu num terreno que não faz mais parte do parque. Nada foi mencionado sobre a moderna praça de alimentação e eventos, as 300 árvores plantadas, a montanha-russa Windstorm recém-importada, a comunicação visual nem sobre a bateria de sanitários e a área infantil novas. As melhorias já contabilizam investimentos de mais de 12 milhões de reais desde que retomei a administração do Playcenter, pioneiro no segmento no Brasil.
Marcelo Gutglas

 

 

QUEM SOU EU

Divulgação


Rita Lee nasceu em 31 de dezembro de 1947, em São Paulo. Entre 1966 e 1972, participou do trio Os Mutantes. Depois montou a banda Tutti-Fruti, que emplacou hits como Ovelha Negra e Agora Só Falta Você. Casou-se em 1976 com o músico Roberto de Carvalho, pai de seus três filhos. O casal divide o comando do programa Madame Lee, que estréia dia 25 no canal pago GNT. Lá os dois irão surpreender os entrevistados. Numa das gravações, Rita resolveu fazer uma massagem nos pés de Marília Gabriela de improviso, no meio do papo.

     
   
 
 
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