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VIAGEM
Montagem sobre foto
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Com
bons preços e atrações de primeira,
a capital argentina desbanca Miami e
torna-se o principal destino internacional
dos paulistanos
Lúcia
Monteiro
fotos Heudes Regis
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| O
monumento Floralis Genérica, de Eduardo Catalano: inaugurado
em 2002 |
Os
dançarinos Nahuel e Claudia Hilce: tango em frente às Galerías
Pacífico |
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| Café
Tortoni: fundado em 1858, foi freqüentado pelo escritor Jorge
Luis Borges |
A
charmosa Avenida de Mayo, no centro: arquitetura de estilo francês
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Atraídos
pela atmosfera européia, por noites calientes, carnes saborosas
e, principalmente, pelos preços baixos, mais de 2 500 paulistanos
deverão desembrulhar seus ovos de chocolate num cenário
diferente neste feriado de Páscoa. Não é difícil
entender por que o número de turistas que trocam as margens
do Tietê pelas margens do Rio da Prata cresce sem parar. Com
a desvalorização do peso, viajar para Buenos Aires
passou a custar menos do que para algumas pousadas do Litoral Norte
ou para hotéis de Campos do Jordão. E o trajeto tem
duração bem semelhante. Duas horas e quarenta minutos
de avião separam São Paulo da capital argentina. Estatísticas
da Infraero mostram que no ano passado Buenos Aires se tornou o
destino internacional preferido dos passageiros que embarcam em
Guarulhos, desbancando Miami.
Perto de 120 000 paulistanos estiveram lá em 2003, segundo
a Secretaria de Turismo da Argentina. O número de vôos
nunca foi tão alto. São 131 por semana e, só
na Semana Santa, haverá um reforço de mais dez aviões
fretados.
Com
1 peso valendo 1,01 real e custos com alimentação
e transporte até 60% mais baixos que os praticados em São
Paulo, a playa portenha foi literalmente invadida. Os efeitos
desse fenômeno são sentidos em diversos setores da
economia daquele país e no comportamento dos argentinos.
Há cada vez mais gente esforçando-se para falar português
em lojas, restaurantes, táxis, casas de tango... No
Gran Hotel Buenos Aires, os funcionários, do carregador à
telefonista, comunicam-se no idioma com desenvoltura. Há
quatro anos, o português tornou-se obrigatório nas
escolas de turismo da Argentina.
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| Librería
El Ateneo, na Avenida Santa Fe: instalada em cinco andares de
um antigo teatro |
Os
comerciantes têm um carinho todo especial pelos clientes provenientes
da capital paulista. "Compram mucho", diz Flavio Alonso, dono da
Polo Ralph Lauren. "Nos feriados, metade dos 250 clientes que recebo
vem de São Paulo." Alguns foram rápidos em adaptar
suas coleções para oferecer lá o que está
na moda por aqui. "Diversificamos nossos modelos porque as roupas
típicas não fazem sucesso entre os brasileiros", diz
Santiago Sacca, dono da Los Ombules Estancias, butique da Rua Florida
especializada em couro. Nos dois andares da loja, encontram-se jaquetas
a partir de 300 pesos.
Atendendo
a pedidos, algumas churrascarias passaram a servir porções
de arroz como acompanhamento do bife de chorizo (antes, as opções
eram salada e batata frita). Na casa de shows Señor Tango,
que recebe até 400 brasileiros numa noite, as paredes são
decoradas com fotos de Hebe Camargo e Pelé. O espetáculo
é caro (de 160 a 300 pesos, com jantar incluído) e
está longe de mostrar o tango autêntico até
cavalos e atores vestidos de índio sobem ao palco. A atração,
no entanto, está entre as preferidas das operadoras paulistanas,
que estacionam dezenas de ônibus em frente da casa.
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| Corredor
da galeria Bond Street: a Ouro Fino de lá |
Exposição
dadaísta no Malba: o melhor museu da cidade |
Os
estrangeiros, que haviam sumido na época da economia dolarizada,
voltaram com força redobrada. Há sinais disso por
toda parte. "O turismo está em franca expansão na
Argentina e já traz mais receita que a exportação
de carnes", diz Rubem Eduardo Ali, representante da Secretaria de
Turismo do país. Os brasileiros são maioria entre
os que viajam para a capital argentina, seguidos por americanos
e chilenos. "Enquanto o número de visitantes estrangeiros
subiu 18% no último ano, o de paulistanos cresceu 60%", explica
Ali.
Na
hora de comparar preços e serviços, Buenos Aires leva
mesmo vantagem. A corrida de táxi raramente passa de 7 pesos
ou 7 reais. A bandeirada é de 1,44 peso, contra 3,20
reais em São Paulo. Come-se bem, com vinho, por 30 pesos.
É notável o caso do Cabaña Las Lilas, filial
argentina do Rubaiyat, onde uma pessoa gasta 60 pesos por refeição.
No Rubaiyat da Alameda Santos, a conta sai em média por 90
reais. "Dá para cobrar menos porque os gastos com impostos,
luz, água e estacionamento são muito menores", diz
Belarmino Iglesias, dono das duas casas.
Os
pontos pró-Buenos Aires não param por aí. Se
a Europa está cara e colocar os pés em território
americano parece uma gincana, cruzar a fronteira argentina é
uma barbada. Na imigração, basta mostrar a carteira
de identidade. Pacotes de duas noites custam a partir de 250 dólares.
O negócio é mais compensador para estadas longas e
quartos duplos. Pagam-se 350 dólares, por exemplo, pelo pacote
de cinco dias.
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| Puerto
Madero: docas abandonadas transformadas em restaurantes chiques
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Brunch
no Hotel Alvear: 80 pesos por pessoa e espumante à vontade
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Aproveitando
a boa maré e a vocação noturna da cidade, a
promoter argentina Valeria Buchelche passou a levar grupos de paulistanos
para trasnochar (virar a noite) ao som de música eletrônica.
Em novembro passado, alojou no Hotel Hilton 180 pessoas que foram
curtir o festival Creamfields, uma espécie de Skol Beats.
"Fiquei impressionada ao ver como as mulheres daí são
arrumadas", diz Valeria. A galera que curte dançar até
de manhã não reclama das baladas bonaerenses. Janta-se
depois das 22 horas. Na danceteria Pacha, a pista só começa
a encher às 3 da manhã e não esvazia antes
das 8 horas.
Cosmopolita,
a cidade oferece diversão para todas as tribos. Quem não
gosta de carne pode se deliciar no restaurante natural Demetria,
no bairro de Saavedra, com mesas no jardim e ingredientes orgânicos
no cardápio. Os mais sofisticados preferem o Puerto Madero,
onde estão as melhores churrascarias e o estiloso bar Asia
de Cuba. E, no domingo, o brunch do Hotel Alvear, tradicionalíssimo.
Custa 80 pesos por pessoa e dá direito a frios, saladas,
ostra, camarão, mariscos, pratos quentes, sobremesa e espumante
à vontade. No fim, café e chá são servidos
em bule de prata ao lado de petits-fours tão lindos que parecem
enfeite. O mesmo requinte é visto nas vitrines da Avenida
Alvear, onde se localiza o hotel. Com uma vantagem em relação
a nossa Oscar Freire: as grifes internacionais ficam em palacetes
do início do século XX, perto de belíssimas
embaixadas, como a do Brasil e a da França.
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| As
coloridas casas do Caminito: um dos programas mais tradicionais
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Fim
de tarde nos Bosques de Palermo: clima de Ibirapuera |
Mas
não é exatamente ali que a grande parte dos brasileiros
gasta dinheiro e sola de sapato. O calçadão da Florida,
no centro, atrai quem gosta de pechinchar. Há dezenas de
lojas de roupas e acessórios de couro, dançarinos
de tango no meio da rua e prédios centenários. Essa
região faz parte do roteiro básico das agências
de turismo, assim como o Caminito, a Recoleta e San Telmo. Ou seja,
os lugares ficam cheios de rostos familiares. No último domingo,
a economista Andrea Alberti Issa, que mora nos Jardins, chegou a
encontrar por acaso uma antiga colega de trabalho
na feira de antiguidades de San Telmo. "Nunca imaginava ver uma
conhecida nessa viagem", diz Andrea, em sua segunda visita ao país.
Também
não dá para fazer o check-out sem assistir a um show
de tango. Uma boa pedida é conferir as chamadas milongas,
casas freqüentadas pelos argentinos. Há um endereço
para cada dia da semana, onde se dança à vontade,
como nos forrós daqui. Vale a pena fazer uma aula antes de
a casa abrir e, em seguida, escolher uma mesa. Só não
baila quem não quer. É mais autêntico e gratificante
do que alguns espetáculos feitos apenas para estrangeiros.
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| Os
paulistanos Roberto e Andrea Issa: domingo em San Telmo |
As
Galerías Pacífico: na movimentada Rua Florida |
A Librería
El Ateneo, que ocupa os cinco andares de um antigo teatro, recuperado
em 2000, e a visita guiada ao Teatro Colón (o lugar é
gigante e labiríntico. Cuidado para não se perder!)
são programas igualmente imperdíveis. Assim como o
Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (Malba), onde está
exposto o Abaporu, obra-prima de Tarsila do Amaral. Até
maio, o 2º andar dá espaço a uma bem-cuidada
mostra de dadaísmo e surrealismo, que reúne marcos
das vanguardas modernistas, como a Roda de Bicicleta, exibida
pelo irreverente Marcel Duchamp em 1912.
Mas
não faltam opções para quem quer fugir do circuito
turístico. No bairro de Palermo Viejo (dividido entre Palermo
Soho e Palermo Hollywood), uma moçada descolada passeia de
um lado para outro nos fins de semana. Na Plaza Serrano, um amplo
sobrado abriga a Feria Urbana, versão local do Mercado Mundo
Mix, aos sábados e domingos à tarde. Fica apinhado
de gente e de roupas modernérrimas. Saindo dali, um tour
pela região inclui lindas vitrines de lojas de decoração,
moda, vinhos e azeites. O ponto alto é a Papelera Palermo,
que vende papéis de diferentes texturas, cores e estampas.
Pelo
que se vê, há motivos de sobra para embarcar nessa
viagem azul e branca. Uma última dica para quem pretende
se juntar aos 2.500 paulistanos que estão
de malas prontas para curtir a Semana Santa na terra de Borges,
Cortázar e Piazzolla. Nada de se preocupar em colocar ovos
de Páscoa na mala. Há alguns deliciosos por lá,
à venda nas dezenas de lojinhas de alfajores Havana e na
sorveteria Persicco.
O
roteiro preferido de Marta Suplicy
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| Vitrine
da Nina Ricci, na Recoleta: vestido para o casamento
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Assim
como muitos paulistanos, a prefeita Marta Suplicy gosta de
curtir os ares portenhos sempre que tem uma folguinha. Não
fala sobre o assunto, mas é sabido que já se
tornou cliente cativa de alguns dos estabelecimentos mais
chiques de Buenos Aires. Natural que o marido, o franco-argentino
Luis Favre, teve influência nisso. Aliás, foi
lá que ele a ajudou a escolher um figurino para o casamento,
em setembro do ano passado. O vestido, de crepe e organza,
com o colo à mostra, foi desenhado pela estilista argentina
Sylvie Burstin para a grife francesa Nina Ricci. Recentemente,
Marta voltou à butique para levar um tailleur e dois
longos um de festa e outro informal. "É incrível
como tudo fica lindo nela", diz Sylvie. Atualmente, na liquidação
da marca, encontram-se conjuntos de verão a partir
de 700 pesos. A loja fica na elegante Avenida Alvear, a Oscar
Freire de lá, onde estão instaladas as principais
grifes internacionais, como Cartier, Emporio Armani, Hermès
e Zegna. Um palacete de três andares construído
em 1900 abriga a Polo Ralph Lauren, também freqüentada
pelo casal Marta-Favre. Neste caso, para abastecer o closet
dele. De olho no mercado paulistano, o dono da loja, Flavio
Alonso, pretende abrir uma filial em São Paulo no início
de dezembro.
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| O
Cabaña Las Lilas, em Puerto Madero: jantares com o marido
Luis Favre |
Caminhar
por Puerto Madero, com seus charmosos galpões de tijolos
vermelhos totalmente restaurados, é o programa noturno
preferido de Marta Suplicy. Um bem-sucedido projeto urbanístico
transformou o lugar, onde antigamente havia docas abandonadas,
em sede de alguns dos melhores e mais caros restaurantes da
cidade. A prefeita e o marido costumam comer no Cabaña
Las Lilas, filial argentina da rede de churrascarias Rubaiyat,
tão badalado quanto A Figueira da Rua Haddock Lobo.
Os presidentes Bill Clinton, Fernando Henrique Cardoso e o
primeito-ministro José María Aznar já
se sentaram à mesa do Cabaña, que recebe 500
comensais por noite os paulistanos representam cerca
de 10% do movimento. Numa atmosfera romântica, com luz
baixa, à margem do Rio Riachuelo, a prefeita adora
o "ojo de bife" (34 pesos), o miolo do contrafilé,
corte típico da Argentina, que se parece com um medalhão
gigante.
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Dicas
espertas
ONDE FICAR
Entre
os quatro-estrelas, o El Conquistador (Suipacha, 948,
4328-3012) é um dos mais procurados pelas operadoras
(60 dólares a diária do casal). No Gran Hotel
Buenos Aires (Marcelo T. de Alvear, 767,
4328-1366, 60 dólares o casal), toda a equipe fala
português. Numa categoria acima, está o Claridge
(Tucumán, 535,
4314-7700), com quartos pequenos e decoração
em estilo inglês (85 dólares o casal). O Alvear
(Avenida Alvear, 1891,
4808-2100) e o Four Seasons (Posadas, 1086/1088,
4321-1234) são os mais chiques (254 e 270 dólares
o casal, respectivamente).
ONDE
COMER
Para
uma parrilla, o churrasco argentino, o Puerto Madero concentra
bons endereços. Filial portenha do Rubaiyat, o Cabaña
Las Lilas (Alicia Moreau de Justo, 516,
4313-1336) serve um saboroso "ojo de bife", o miolo de contrafilé
(34 pesos), e, de sobremesa, panqueca de doce de leite (12
pesos).
No
bairro de Palermo estão os restaurantes moderninhos.
Há japoneses, marroquinos, vietnamitas... Um dos melhores
é o Olsen (Gorriti, 5870,
4776-7677), de inspiração nórdica. No
smörgasbord (29 pesos) (foto), cada um dos cinco
canapés acompanha uma dose de vodca diferente
há mais de sessenta rótulos no cardápio.
Para ver gente bonita, tome um licuado de durazno (suco de
pêssego) no Mark's (El Salvador, 4701,
4832-6244).
As sorveterias são uma atração à
parte. A maior rede é a Freddo, com filiais
por toda a cidade. Destaque para os cinco sabores de sorvete
de doce de leite da Persicco, no complexo La Imprenta,
no bairro de Belgrano.
No domingo, o brunch do Hotel Alvear (Avenida Alvear,
1891,
4808-2100), com espumante Norton à vontade, vale os
80 pesos por pessoa. Já uma mesa no jardim do restaurante
natural Demetria (Ramallo, 2626,
4703-0020) é garantia de verduras e legumes orgânicos
e bons risotos.
ONDE
CURTIR A NOITE
O
Café Tortoni (Avenida de Mayo, 825,
4342-4328) (foto ao lado) tem shows intimistas de tango
e jazz todas as noites, com preços a partir de 15 pesos.
Freqüentadas pelos argentinos que curtem dançar
tango, as chamadas milongas têm um endereço diferente
a cada dia da semana. Na quinta, a ferveção
é no Niño Bien (Humberto 1º, 1462,
15 4147-8687). Sugestão: chegue às 21h, faça
uma aula e escolha uma mesa. Só não baila quem
não quer.
Para uma noite no estilo Vila Olímpia, a pedida é
o Rua Báez, em Las Cañitas, ou o Soul
Café (número 246,
4778-3115). Encerre a programação de sábado
na Pacha (Costanera Norte, 1428,
4788-4280) (foto abaixo). Chegue às 3h, quando
a pista começa a encher.
ONDE
COMPRAR
O
quadrilátero do luxo de Buenos Aires é delimitado
pela Avenida Alvear e pela Calle Posadas. No número
1539 da Alvear está a Nina Ricci, onde Marta
Suplicy comprou seu vestido de casamento. No 1780, um belíssimo
palacete de 1900 abriga a quinta maior Polo Ralph Lauren
do mundo. Outros pontos chiques do pedaço são
Hermès, Cartier, Zegna, Louis Vuitton e Kenzo. Perto
dali fica o Patio Bullrich (Posadas, 1257), um shopping
com cheirinho de perfume nos corredores e grifes como Cacharel,
Hugo Boss e Christian Dior.
Na Avenida Santa Fe, estão a Librería El
Ateneo (no número 1860), num antigo teatro, e a
galeria Bond Street (no 1670), uma espécie de
Galeria Ouro Fino. Há estúdios de tatuadores,
roupas divertidas e todo tipo de acessório.
Palermo Viejo é o lugar das compras descoladas. Há
bons azeites argentinos no Cathelo (El Salvador, 4694,
4833-0880). A vinheria La Finca (Costa Rica, 4615,
4832-3004) oferece vinhos de Mendoza baratíssimos.
Uma casa na Plaza Serrano abriga a Feria Urbana (Jorge
Luis Borges, 1640,
4786-2854), no espírito do Mercado Mundo Mix, aos sábados
e domingos, das 13h30 às 19h30. Outra atração
da região é a Papelera Palermo (Honduras,
4945,
4833-3081), que vende papéis feitos a mão de
várias cores, texturas e estampas.
QUEM
LEVA
A
CVC (
3889-7011) tem pacotes de duas noites a partir de 308 dólares.
Na Agaxtur (
3067-0900), os preços começam em 248 dólares
e na Nascimento (
3156-9900), em 355 dólares.
FIQUE
ATENTO!
Como dizem os bonaerenses, "ojo" na hora de conferir o troco.
Alguns motoristas de táxi têm o péssimo
hábito de repassar notas falsas.
Faça reservas. Restaurantes, shows de tango e até
bares dão preferência a clientes que tenham marcado
antes.
O DDI da Argentina é 54 e o código de Buenos
Aires, 11.
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