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A OPINIÃO
DO LEITOR
Cócegas
Sinceramente,
não vi muita graça em Cócegas. A expectativa
não correspondeu à realidade. As pessoas conduzidas
ao palco deveriam receber parte do cachê pela vergonha que
passam sem sequer poder negar-se a participar. São arrancadas
de seus lugares pela "pastora" Ingrid Guimarães ("A
dupla que é uma comédia", 30 de outubro).
Carlos Topfer Schneider
Estou
triste com a postura da produção do espetáculo
Cócegas. Depois da temporada carioca, a peça
vem a São Paulo e, em vez de as atrizes se apresentarem para
o povão, está em um teatro ao qual a maioria das pessoas
não tem acesso. Uma pena.
Marcelo Seraphim
Quem
não ri com a Escolinha do Professor Raimundo, o Zorra
Total nem com A Praça É Nossa vai pensar
que a peça Cócegas é perda de tempo
e de dinheiro.
Adriano Clemente
Billings
É
inacreditável! Estamos no terceiro milênio e o homem
ainda não entendeu que os recursos oferecidos pela natureza
são findáveis. Quando nossos governantes e representantes
políticos não tomam consciência da violência
praticada contra os recursos naturais, a sociedade precisa passar
à frente e defendê-los a qualquer custo. Afinal, a
natureza não tem cópia, e, por isso, devemos preservar
a original ("Veneno
sem fim", 30 de outubro).
Osmar Martins Cerioni
É
um absurdo a diretora de Meio Ambiente de São Bernardo do
Campo querer benefícios econômicos e políticos
para parar de poluir a represa. Será que ela vai mudar de
idéia quando seus filhos e netos não tiverem mais
água potável?
Luiz Fernando de Barros Scholz
Urbenauta
Li
a reportagem "Metrópole
radical" (30 de outubro) pela internet, pois estou viajando.
A divulgação ajuda um urbenauta como eu em seu trabalho
pesado de se aproximar de outras pessoas e do mundo real. Nosso
próximo passo é fazer que os políticos passem
por esse estágio: viajar dentro da cidade que pretendem governar,
comendo o que o povo come e dormindo como a população
dorme, para que, conhecendo a realidade que os cerca, ganhem sensibilidade
para trabalhar melhor.
Eduardo Fenianos,
vulgo urbenauta
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CINEMA AO AR LIVRE
O
projeto Telefônica Open Air chega a São Paulo
nesta semana, depois de uma temporada carioca. Trata-se da
maior tela de projeção de filmes do mundo, com
12 metros de altura, tecnologia suíça e som
digital. Instalada no Jockey, exibirá uma fita por
dia.
SEM
GUITARRA
Parte da programação da Mostra Sesc de Artes
Ares e Pensares, o primeiro torneio brasileiro de Air
Guitar deve reunir curiosos na futura sede do Sesc 24 de Maio,
ao lado da Galeria do Rock. A regra é simples: o participante
tem de dublar um guitarrista famoso, fazendo mímicas,
caretas e gestos iguais aos do ídolo. Com um detalhe:
a performance é feita sem a guitarra.
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