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TERRAÇO PAULISTANO
Alvaro Leme e Marcella Centofanti
Queridinho
dos Baumgart
Fotos Fernando Moraes
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| Rossi: patrocínio para estudar na Rússia
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O pianista catarinense Pablo Rossi, de 17 anos, é
um prodígio da música erudita. Além de talento,
ele tem sorte. Há dois anos, sua carreira vem sendo patrocinada
pelo casal Yara e Roberto Baumgart. Ricos e poderosos, donos de
uma das mais imponentes mansões de São Paulo, eles
se encantaram quando viram o rapaz tocar na Sala São Paulo.
Na próxima semana, Pablo embarca para uma temporada de seis
anos de estudos em Moscou, bancada por seus mecenas. "Quando estou
na cidade fico hospedado na casa deles e sou tratado como um filho",
diz ele. "O Pablo precisava dessa chance", derrete-se Yara.
Paz, amor
e cogumelos
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| Ticiane: como uma hippie dos tempos da mamãe
e do maridão |
Atriz há mais de dez anos,
Ticiane Pinheiro torce o narizinho quando associam sua carreira
ao fato de ser filha de Helô Pinheiro, a Garota de Ipanema.
Casada com o publicitário Roberto Justus, ela já se
prepara para ouvir gracinhas com sua estréia na novela Cidadão
Brasileiro, da Record, onde ele apresenta O Aprendiz.
"Sei que vão me criticar por ser no mesmo canal", diz.
Ticiane, 30 anos, mudou o look para fazer o papel de uma hippie
dos tempos da mamãe e do maridão. Trocou os cabelos
loiros por um castanho com franjinha. A primeira cena que gravou
parece avançadinha para um canal comandado por evangélicos:
ela serve um chá de cogumelos alucinógenos. "Tudo
muito discreto", garante.
Do
tum-tum-tum ao chá-chá-chá
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| Hortência, com o personal trainer de dança
Philip Miha: "Virou minha terapia" |
Inconformada com o quarto lugar
que seus movimentos meio durinhos lhe renderam na competição
Dança dos Famosos, no Domingão do Faustão,
a ex-rainha do basquete Hortência Marcari quer deixar
aflorar sua porção, digamos, malemolente. "Atleta
não tem essa coisa de gingado", explica ela, no momento solteira.
Contratou, então, um personal dancer (ou seja, um
professor de dança para chamar de seu) que lhe dá
duas lições semanais de salsa, tango e zouk, ritmo
afro-caribenho semelhante à lambada. "Só me arriscava
naquele tum-tum-tum de discoteca", diz. "Virou minha terapia."
O xerife
da Sampaio Vidal
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| Mariutti: "Chega de desmoralização" |
Que tal dar de cara com um marmanjo
que faz da porta de sua casa um mictório? Diante dessa cena,
o decorador Germano Mariutti percebeu que era preciso lutar
contra a degradação da Rua Sampaio Vidal, no Jardim
Paulistano, que vive um inferno astral desde as obras do túnel
na vizinha Rebouças. "Chega de desmoralização",
afirma Mariutti, morador de lá há sete décadas.
Como novo presidente da associação de moradores da
rua, pretende chegar a um acordo com os restaurantes próximos,
que usam a via como estacionamento. "Se é para batalhar por
algo em que acredito, viro um menino de 20 anos", diz ele, aos 83.
Depois do
Sirena, a Pacha
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| Kalil: de olho nos vizinhos e na prefeitura
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Volta e meia, espalha-se pela
cidade o boato de que a Pacha, uma das mais badaladas redes internacionais
de casas noturnas, abrirá uma filial por aqui. Ao que tudo
indica, desta vez é para valer. "Vamos inaugurar entre outubro
e novembro", afirma o empresário Carlinhos Kalil,
que traz sua experiência como sócio do longevo clube
Sirena, sucesso no Litoral Norte há mais de uma década.
A Pacha paulistana será instalada num galpão na Vila
Leopoldina, próximo ao Ceagesp. Ela seguirá os padrões
arquitetônicos da original, com uma exceção:
não vai reproduzir seu famoso terraço. "Teríamos
problemas com a vizinhança e a prefeitura", diz Kalil.
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