Publicidade
 
 

 
 


6 de setembro de 2006
LAZER
CONSUMO
EDUCAÇÃO
PERFIL
CIDADE
DIVERTIMENTO
BEBIDA
COMPORTAMENTO
Portal Veja São Paulo
AS BOAS COMPRAS
MISTÉRIOS DA CIDADE
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

A OPINIÃO DO LEITOR

 

"Não podemos exigir que nosso prefeito anteveja soluções para todos os
problemas de uma das maiores
cidades do planeta. Mas, depois das
inúmeras dicas de Veja São Paulo,
abster-se seria vergonhoso."
Antonio Tozo

 

Propostas para a cidade

Eu me irrito profundamente quando as pessoas param do lado esquerdo na escada rolante do metrô. Morei em Londres e, no começo, quando ainda não conhecia essa regra, levei muita bronca dos usuários. Que tal começarmos a dar bronca também? Em Brasília, a regra das faixas de pedestres é realmente seguida. Se aprendermos essas pequenas coisas, tenho certeza de que viveremos em uma cidade mais civilizada ("Que tal copiar?", 30 de agosto).
Juliana Guerra

A idéia do cartão tipo Zona Azul que serve para o dia inteiro no Rio de Janeiro é de fato boa, mas na prática não funciona. Os flanelinhas regulamentados pelo governo cobram antecipado por um cartão. Se o motorista muda o carro de lugar, é pressionado a deixar mais 1 real para "o café".
Anna Flavia Tudeia Oliveira

Como sete das quarenta idéias da matéria se referem ao metrô, não posso deixar de mencionar uma proposta que São Paulo exportou. Há mais de três anos, a 24X7 Cultural – Máquinas de Livros incentiva o hábito da leitura vendendo livros em máquinas automáticas no metrô. A maioria custa menos de 5 reais. Existem máquinas temáticas, como as orientadas para a literatura obrigatória para o vestibular, com obras a partir de 2,99 reais. Após ser testado e aprovado no Rio de Janeiro, o serviço começa a ser expandido para cidades de pequeno e médio porte, como Maringá, no Paraná.
Fabio Bueno Netto

Minha idéia é que a prefeitura deixe de pintar de branco nossos postes e guias. Além de economizar material e mão-de-obra, vamos deixar São Paulo mais bonita e menos provinciana. Vi que alguns viadutos e pontes estão sendo revestidos numa cor de concreto claro, muito mais agradável do que aqueles tons berrantes que desbotam, deixando a cidade com um ar decadente.
Guilherme Rodrigues Alves

Desde 2002, o governo do estado tem um projeto de despoluição do Rio Pinheiros por meio do sistema de flotação, que não pode ser implantado porque o Ministério Público questiona o teste. Com relação ao Rio Tietê, o governo pretende conseguir recursos para a terceira etapa da obra. Muito já foi feito até agora.
Zuleica Maria Lisboa Perez

Boas idéias devem ser sempre copiadas e aperfeiçoadas. Não concordo, porém, com os semáforos com contagem regressiva. Devemos considerar que, em primeiro lugar, sinal de trânsito não é largada de Fórmula 1. Em segundo, o Código Nacional de Trânsito diz que os motoristas não podem movimentar o carro imediatamente quando o sinal fica verde, mas apenas após verificar que não há nenhum pedestre na faixa de segurança. O sinal com aviso de tempo coloca ainda mais em risco o pedestre. É claro que essa regra não é cumprida. A maioria dos motoristas e motociclistas dispara com a mudança do sinal para verde.
Ivo Sznelwar

Faltou uma proposta na reportagem, talvez a mais importante: um prefeito como Rudolph Giuliani, que governou Nova York.
João Luiz Pereira da Costa Dias

Cerca de 70% do ruído do tráfego é proveniente do deslocamento de ar entre o pneu e o pavimento. Hoje existem tecnologias de revestimento asfáltico que reduzem drasticamente esse barulho.
Eduardo Samara

Com relação ao item ar-condicionado no metrô, como no Rio de Janeiro, gostaria de contribuir com a seguinte informação: em duas linhas da CPTM, os trens possuem ar-condicionado. Com bastante esforço, estamos mudando os trens de subúrbio em São Paulo. São linhas de mais de 130 anos ganhando cara nova.
Nanci Moraes

As propostas apresentadas por Veja São Paulo reforçam minha convicção de que parte dos problemas do trânsito se resolveria com educação e cidadania. Semáforos com cronômetro, para alguns especialistas, são mais perigosos que os tradicionais. Há motoristas que aceleram, ao invés de reduzir a velocidade, quando percebem o tempo se esgotando. Nesse caso, os acidentes podem ser ainda mais violentos. Quanto ao aviso sonoro para cegos, também há dúvidas sobre sua eficácia. Lembro que, em São Paulo, 49,7% das vítimas de trânsito são pedestres. Assim, acredito que seja mais seguro para os deficientes visuais, bem como para crianças e idosos com alguma dificuldade de locomoção, contar sempre com um braço solidário. Sugiro que, numa outra oportunidade, seja avaliada também a criação de motovias (faixas exclusivas para motos), já que a faixa cidadã não surtiu o efeito desejado.
Adilson Amadeu
Presidente da Comissão de Trânsito e Transporte da Câmara Municipal de São Paulo

Tampas de bueiros decoradas? São Paulo não é Tóquio. A não ser que lá também roubem grades de bocas-de-lobo, placas de trânsito, fios telefônicos...
Carlos Bruni Fernandes

A idéia dos pontos de ônibus circulares é fantástica. Perto do túnel da São Gabriel, na Avenida Santo Amaro, os ônibus às vezes chegam a ficar parados dez minutos para o embarque dos passageiros. Os que estacionam atrás bloqueiam o acesso às avenidas São Gabriel e Brigadeiro Luís Antônio. Quanto ao display que mostra o intervalo entre os trens de metrô, ele foi instalado na reforma dos corredores de ônibus, mas funcionou só por três meses.
Guilhermino Pinheiro

Uma idéia de fácil aplicação seria transformar a CET numa empresa que deixasse de gastar dinheiro com equipamentos que têm por objetivo apenas multar, e não disciplinar o trânsito. Quem sabe assim ela deixaria de ter o apelido de Companhia de Engarrafamento de Tráfego.
José Renato Nascimento

O metrô de Londres orienta as pessoas a usar o lado direito porque as estações têm somente escadas rolantes. É diferente das nossas, que possuem escadas normais para os apressadinhos.
João José Augusto Mendes

 

Ivan Angelo

Nem todos resolvem um problema comum do mesmo jeito... Certa vez, na minha infância, um amiguinho da rua apareceu com uma orelha que jorrava sangue. Dizia ter sido picado por uma abelha-africana. Sua mãe o levou imediatamente ao Instituto Butantan. Quando o menino voltou, descobrimos que ele havia sentido uma coceira na orelha, mas não tinha sido picado. Ele se machucou com uma tampa de latinha que estava em sua mão por acaso ("Mínimas coisas", 30 de agosto).
Gil Ribeiro

Muito me admira que um cronista de Veja São Paulo descreva o povo de Minas Gerais como gente esquisita. Foi uma tirada infeliz.
Wagner Brandão

Concordo com a crônica de Ivan Angelo. Nada mais gostoso do que um adeus, principalmente das mãos de uma criança. Outro dia conversava com meu marido sobre os pequenos gestos que o homem aprendeu em algum ponto da evolução. Ficamos curiosos em saber quando teria sido descoberto o prazer de um beijo.
Christina Stankovic

 

Crime de Alphaville

Peço perdão pelo gesto politicamente incorreto, mas preciso me manifestar sobre a reportagem "A tragédia de Alphaville" (30 de agosto). Eu me pergunto por que aquele pai não se matou antes de atirar nos filhos. Ele não deveria ter matado pessoas inocentes por conta de seu desespero.
Hilpert Zamith

"Até agora não consigo entender o que leva um pai a tirar a vida de seus três filhos. Fiquei estarrecida com o crime e com a entrevista da mãe."
Rosemeire Aparecida dos Reis

 

Shoppings

Com relação à matéria "Tudo por um consumidor" (23 de agosto), gostaria de expressar minha frustração pelo fato de a reportagem não ter citado a construção do Shopping Metrô Tatuapé 2. O shopping vai criar empregos e contribuirá para o crescimento da economia paulistana.
Cecilia Felippe Nery

Um detalhe importante não foi incluído na reportagem: o conforto acústico. É lamentável sermos torturados com o som alto de algumas lojas, quando não do próprio shopping, como no caso do Villa-Lobos.
Marcus Bastos

 

Cozinhas do mundo

A reportagem "Uma deliciosa disputa" (9 de agosto) está muito boa. Achei as idéias de ambos os tipos de culinária muito interessantes. Seria legal se a revista comparasse a culinária antiga com a culinária atual de um mesmo país. Essa é a minha sugestão para uma nova matéria.
Camila Bernardi
12 anos

 

 

Agora nos Mistérios da Cidade


Ilustração Negreiros

As reportagens de capa "Mentiras ou verdades?" (9 de agosto) e "Que tal copiar?" (30 de agosto) estão entre as mais comentadas pelos leitores de Veja São Paulo em 2006. Com isso, os temas serão novamente explorados pela revista. A partir da próxima edição, a coluna Mistérios da Cidade vai desvendar, periodicamente, outros mitos paulistanos e apontar novas idéias de fora que podem ser adotadas em São Paulo. Mande suas sugestões para o endereço eletrônico misterios@abril.com.br.

     
   
 
 
VEJA on-line | Veja São Paulo
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados