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6 de setembro de 2006
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O teste do chocolate quente

La Vie en Douce foi a
campeã entre dez casas

Nana Caetano

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Dez dicas para preparar a bebida em casa. As sugestões são da chef Carole Crema, da La Vie en Douce, a primeira colocada

No princípio, todo chocolate era chocolate quente. Explica-se: foi na forma de bebida que, no século XIV, o cacau originário da América Central chegou à Europa e se tornou um dos alimentos mais apreciados do mundo. Em São Paulo, a moda atualmente é o submarino. Trata-se da combinação de chocolate em barra e leite quase fervendo. Mas por aqui há espaço também para o tipo tradicional, aquela clássica fusão de leite e pó, e para o tipo europeu, que lembra um mingau (algumas casas o chamam de italiano; outras, de espanhol; outras ainda, de chocon'up).

Veja São Paulo testou anonimamente as versões produzidas por dez docerias e lanchonetes da cidade. O submarino criado pela chef Carole Crema, da La Vie en Douce, levou a melhor. Inspirada em receitas americanas, Carole combinou o blend de chocolates de sua doceria (que leva matéria-prima belga e brasileira) com uma pasta de avelã importada. "Como a avelã tem gordura, ela faz com que o chocolate se derreta todo quando misturado ao leite", diz. O resultado é um líquido cremoso e saboroso. Na Chocolat du Jour, que ficou em segundo lugar, a perdição atende pelo nome de choco chaud. É uma mistura que combina leite em pó com chocolate em lascas. São tão bons que podem ser provados até nos dias de temperatura elevada deste imprevisível inverno.

     
   
 
 
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