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5 de julho de 2006
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A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Campos do Jordão é um lugar magnífico! O entretenimento é garantido, e o frio se torna aliado da diversão."
André Ricardo Gravatá
Campos do Jordão

 

Campos do Jordão  

Há duas semanas estive em Campos do Jordão e constatei que vários plátanos foram podados sem nenhum critério, transformando-se em tocos. O funcionário de um bar disse que isso é um hábito na cidade, o que pude constatar ao ver a foto de capa de Veja São Paulo ("Campos do Jordão na medida certa", 28 de junho). No outono, essas árvores perdem as folhas naturalmente e ficam um charme só com os galhos. Apesar de uma folha de plátano ser o símbolo da cidade, parece que lá a vontade de mostrar a fachada dos estabelecimentos fala mais alto.
Luciano Santelli  

Bela e ilustrativa reportagem. Faltou dizer que a Pedra do Baú, mostrada no mapa das atrações, pertence ao município de São Bento do Sapucaí, que, aliás, tem lindas paisagens.
Paulo Mariano Marcondes Ferraz  

É impressionante como os paulistas conseguiram deteriorar Campos do Jordão, um local que era maravilhoso alguns anos atrás. A cidade é agora uma feira de muambas com um amontoado de barzinhos.
Marcos Finco

 

Hiperpadarias  

Tenho 34 anos e vivo na Vila Prudente desde que nasci. Fiquei muito emocionada ao ler a reportagem sobre a padaria que freqüento, a Cepam ("Padocas gigantes", 28 de junho). É gratificante ver que um patrimônio passado dos fundadores para os filhos, e agora para os netos, não pára de crescer.
Luciana Andréa Cardillo

A reportagem me deu água na boca. Parabéns por mostrar a nova cara das padarias, que são o máximo! Moro perto do Empório Moema e posso atestar que tudo lá é divino.
Ane Castro

 

Gianne Albertoni  

Gianne Albertoni (Meu estilo, 28 de junho) provou mais uma vez quanto é simpática, inteligente e guerreira, tudo isso com muita elegância.
Tamara Heller

 

Walcyr Carrasco  

Caro Walcyr, há muito tempo acompanho e admiro seu trabalho na imprensa e na TV. Por isso, fiquei muito feliz ao ler sua crônica "O caso Daslu" (28 de junho). Sei que é preciso muito mais coragem para defender a Daslu do que para atacá-la. O que você escreveu é o que tenho ouvido por aí, mas tudo à boca pequena em nome do politicamente correto. Até então ninguém tinha vindo a público – e num veículo tão importante e de grande alcance – para expressá-lo assim em bom som. Eu gostaria de agradecer em meu nome e em nome das 750 pessoas que trabalham na Daslu.
Eliana Tranchesi
Proprietária da Daslu

A Daslu dá empregos, mas o que sonega poderia gerar muitos mais. A loja tira dinheiro do povo para pagar alguns empregados, geralmente filhos de endinheirados ou pessoas importantes. Justiça social é todos pagarem impostos, para o bem da coletividade.
Denis Schaefer  

Walcyr, você escreveu tudo o que eu sempre pensei e defendi. Não freqüento a Daslu, mas acho que a loja acredita no Brasil e não deve ser punida por isso.
Maggy Morabia  

O caso Daslu mostra o problema da exclusão social neste país. Afinal, enquanto os contrabandistas da Rua 25 de Março vão presos, os donos da loja continuam à solta.
Maria Rodriguez  

Compartilho da indignação de Walcyr Carrasco e me envergonho do Ministério Público, que mostra mais serviço nos casos escandalosos, visando à sua própria promoção.
Antonio Carlos Saher  

Esclarecimento é o que falta a grande parte de nosso povo, muitas vezes induzido a pensar de determinada maneira. Por isso é muito importante termos formadores de opinião conscientes, como Walcyr.
Romeu Gomes Paião Júnior

A Daslu não convence ninguém de que tenha alguma responsabilidade social. Vale lembrar que a loja levou à Justiça uma ação para barrar a criação da marca Daspu, do Rio de Janeiro, essa, sim, uma grife de cunho social, que queria tirar prostitutas da vida por meio da venda de roupas.
Lucas Mariano  

A derrocada da Daslu levaria à miséria milhares de pessoas, entre elas funcionários e fornecedores.
Dirce Vinha  

Espero que haja mais manifestações a favor da Daslu. Só assim a justiça será feita para quem engrandece este país.
Eduardo Manoel Nogueira  

A crônica está correta ao combater a hipocrisia de considerar a Daslu como a causa dos desequilíbrios sociais, quando na verdade ela é o efeito. Mas não leva em conta que o empreendimento está alicerçado sobre um crime: o contrabando. Trata-se de um golpe baixo em relação à concorrência.
Ilan Rubinsteinn  

Walcyr Carrasco foi muito feliz ao escrever sobre o caso Daslu. Lá entra quem quer; gasta quem pode. Triste é ver a grande maioria da nossa população não podendo gastar com educação, alimentação, saúde...
Cláudia Carvalho Cordeiro

 

Ivan Angelo  

Ivan, sou do tipo que escreve no outro lado dos papéis impressos não usados. Todos os meus panos de chão já me vestiram um dia. Tenho a técnica de só namorar garotas que ainda estão na faculdade para pagar meia-entrada. Aliás, li sua crônica ("Pão-duro ou econômico?", 21 de junho) numa revista emprestada.
Marcos Soares  

Não sou pão-duro e nem mesmo econômica, mas me preocupa a apologia ao consumo e ao esbanjamento. Não reaproveitar nada só faz aumentar o volume dos lixões.
Tatiana Bodra  

A crônica me fez muito mal. Durante dias me senti mesquinha, vil, baixa, barata. Nunca me considerei pão-duro, mas tenho hábitos que julgo econômicos. Seu texto provou que toda generalização é burra.
Martha Rosemberg

Para mim, pão-duro é quem tem dinheiro mas não gasta de jeito nenhum, prefere passar vontade. Já os econômicos são aqueles sujeitos que colocam água no frasco de xampu para usar o restinho, mas não se importam de comprar um produto de boa qualidade, mesmo que mais caro.
Cristina Nobrega

 

Mistérios da Cidade  

Ao ler a nota publicada na edição de 14 de junho ("Expulsaram as almas"), não pude deixar de me manifestar. A pintura do muro do Cemitério da Consolação me foi encomendada há dois anos. São criações minhas as nuvens num céu azul no qual pairavam anjos estilizados. A obra dividiu opiniões na época, mas o fato é que, de lá para cá, o muro ficou quase livre de pichação. Fiquei surpreso com a atitude do secretário de Subprefeituras de pintá-lo com tinta cor de concreto. Pergunto: fizeram uma pesquisa de opinião pública a respeito do assunto? Ou foi uma decisão autoritária?
Everson Fonseca
Artista plástico

 

     
   
 
 
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