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COMIDA
O teste das fondues All Seasons levou a melhor entre
dez bares e restaurantes avaliados Luiza Fecarotta
Fernando
Moraes
 | | Fondue
de queijo do All Seasons: textura cremosa e uniforme |
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de fondues |
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Há várias
histórias sobre a origem da fondue. A mais aceita conta que, na Suíça,
os donos de rebanho derretiam as sobras de queijo para não perder o excedente.
Nessa mistura, mergulhavam restos de pão. Com o passar do tempo, a receita
campestre ganhou certo glamour. E passou a ser apreciada nos quatro cantos do
mundo. Nesta época do ano, quando a temperatura cai, diversos bares e restaurantes
paulistanos colocam o prato no cardápio. Veja São Paulo testou
as versões produzidas por dez estabelecimentos. A fondue preparada pelo
chef suíço Christophe Besse, do All Seasons, levou a melhor. Besse
faz algumas adaptações à receita clássica, que tem
como base os queijos emmental e gruyère e leva vinho branco seco, uma quantidade
pequena de fécula de batata para engrossar e kirsch (aguardente de cereja).
No lugar do queijo emmental, ele usa raclette. Deixa também o alho mergulhado
no creme, em vez de apenas usá-lo para aromatizar a panela. O pão
que chega à mesa é o francês. "Na Suíça, o mais
comum é comer com baguete, pois ela realça o sabor da fondue", explica
a consultora culinária da revista Claudia Cozinha, Bettina Orrico.
"Mas também é habitual usar o pão italiano, que dá
um toque ácido." O único senão
do All Seasons é o ambiente frio, que prejudica o ritual. Em outros estabelecimentos,
as adaptações não dão tão certo. Há
quem opte por acrescentar creme de leite caso do D Loon ; outros
dispensam o alho como na receita do Hannover , a pimenta-do-reino
e a noz-moscada caso do Barbolla. Na maioria das preparações,
o kirsch é mero detalhe. Uma dica para quem não gosta de música
ao vivo: muitas casas mantêm grupos musicais na hora do jantar. Certifique-se
se é o caso ao fazer sua reserva. |