Publicidade
 
 

 
 


5 de julho de 2006
PARA AS CRIANÇAS
PERFIL
ARTE
CIDADE
PESQUISA
COMIDA
Portal Veja São Paulo
DEZ MOTIVOS PARA...
AS BOAS COMPRAS
MISTÉRIOS DA CIDADE
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
VEJA SP RECOMENDA
BARES

em destaque
CAMPOS DO JORDÃO

em destaque
CINEMAS
COMIDINHAS

em destaque
CONCERTOS

em destaque
CURSOS
DANÇA
ESPECIAL
EXPOSIÇÕES

em destaque
FILMES

em destaque
LIQUIDAÇÕES
PARA AS CRIANÇAS

em destaque
PARA DANÇAR

em destaque
RÁDIO
RESTAURANTES

em destaque
SHOWS
TEATRO

em destaque
  

CIDADE

Tecnologia no asfalto

Uso de máquinas mais modernas
melhora a qualidade do recapeamento

Regina Cazzamatta

 
Renata Ursaia
Manutenção na Marginal Tietê: menos buracos


Veja também
Comente esta reportagem
 As mensagens devem trazer nome, endereço, número da cédula de identidade e o telefone do remetente

Diariamente, 1,1 milhão de veículos passam pelas marginais Pinheiros e Tietê, as vias mais movimentadas de São Paulo. Acostumados a enfrentar o trânsito caótico dessas avenidas, os motoristas ao menos receberam uma boa notícia. No ano passado, 17 de seus 47 quilômetros – que passam pelas zonas Norte, Sul, Leste e Oeste da capital – foram recapeados. Agora, o serviço está sendo realizado em outros 15 quilômetros. A novidade é que a prefeitura e a Dersa, responsáveis pela obra, trouxeram para a cidade quatro máquinas de tecnologia alemã – avaliadas em cerca de 500.000 reais cada uma – que antes eram usadas apenas no recapeamento de rodovias. O resultado é um asfalto mais resistente e com menos imperfeições. "As marginais são o portal da cidade", afirma Dario Rais Lopes, secretário estadual dos Transportes e presidente da Dersa. "Precisam de um tratamento diferenciado."

Com o novo equipamento, que na semana passada podia ser visto entre 10 da noite e 5 da manhã na Marginal Tietê, os operários conseguem recapear 1 quilômetro de ruas em trinta minutos. Com as máquinas antigas, levava-se o dobro do tempo. A maior diferença, no entanto, está na qualidade do asfalto. Graças a um sistema de nivelamento eletrônico, pode-se identificar a quantidade de massa necessária para os diferentes pontos de uma superfície irregular, deixando-a plana. Esta etapa das obras nas marginais irá custar 30 milhões de reais, bancados pela Dersa.

Um equipamento similar, fabricado por uma empresa americana, está sendo usado pela prefeitura na segunda parte de seu programa de recapeamento nos bairros, iniciado em maio. Até agosto devem ser reformados 50 quilômetros de ruas, em um total de 51 vias. "Investimos 2 milhões de reais para melhorar o asfalto produzido no município", conta Valter Rocha, superintendente das usinas de asfalto da prefeitura. "Dessa forma, conseguimos exigir uma tecnologia mais avançada das empresas que fazem o trabalho de recapeamento." Assim como o equipamento que está nas marginais, as máquinas americanas interferem menos tempo no tráfego e deixam o asfalto sem ondulações. Buracos também demoram mais para aparecer. Os motoristas agradecem.

     
   
 
 
VEJA on-line | Veja São Paulo
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados