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4 de setembro de 2002
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EXPOSIÇÃO


Leirner: religiosidade

O MAPA DO AGORA – COLEÇÃO JOÃO SATTAMINI. Em 1991, o empresário carioca João Leão Sattamini decidiu doar 1.000 obras de arte brasileira de sua coleção particular, todas criadas a partir dos anos 50. A prefeitura de Niterói se interessou, e Niemeyer desenhou o prédio à beira-mar do Museu de Arte Contemporânea, que hoje abriga o lote. Uma parte desse magnífico acervo se encontra em exposição no Instituto Tomie Ohtake. São 120 peças, entre pinturas e esculturas, de artistas de diferentes escolas, como José Bechara, Sérgio Camargo, Jorge Guinle, Lygia Clark e Nelson Leirner, representado por uma Nossa Senhora em serigrafia de 1967.

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SHOW

NNENNA FREELON. Esta cantora americana esteve em São Paulo há dois anos, como uma das muitas atrações do evento Suíça 2000. Nnenna retorna agora para duas noites só dela, no Bourbon Street. Traz a voz sensual, um refinado quinteto de instrumentistas – incluindo duas mulheres – e o repertório de seu sétimo CD. O álbum em questão, Tales of Wonder, contém versões jazzísticas de gemas pop de Stevie Wonder, a exemplo de My Cherie Amour e Superstition. Na manhã de quinta (5), ela ministra um workshop para os jovens percussionistas da ONG Meninos do Morumbi, seguido de breve apresentação gratuita, às 12h30, no átrio do Centro Cultural Banco do Brasil.

 

DANÇA


O grupo belga Rosas: Rain no Municipal

ROSAS. Três forças confluem em Rain, coreografia que a companhia belga Rosas apresenta no Municipal. Uma delas é o livro homônimo da neozelandesa Kirsty Gunn, de 1994, sobre uma jovem apaixonada por um homem mais velho, amante de sua mãe. Outra, a composição minimalista Music for 18 Musicians (1976), do americano Steve Reich. Há, por fim, o talento da coreógrafa Anne Teresa De Keersmaeker. Ela fundou a trupe em 1983, com a qual vem desenvolvendo alguns espetáculos surpreendentes. Em Rain (2001), dez bailarinos exibem-se em grupo, solos, duos e trios, ora sincrônicos à música, ora propositadamente fora de tempo.

 

CONCERTOS

MARCELO BRATKE E CONVIDADOS. O pianista paulistano radicado em Londres construiu uma carreira bastante eclética. Com o mesmo rigor que interpreta Bach, Berg e Webern, Bratke se entrega a um chorinho de Ernesto Nazareth. Em três recitais no Alfa, sua versatilidade estará em boa companhia. Na quinta (5), ele divide os teclados com o pianista de jazz inglês Julian Joseph. Tocam de Thelonious Monk a Stravinsky. A soprano Rosana Lamosa e a pianista argentina Marcela Roggeri são as convidadas das duas outras noites. Na sexta (6), os três dedicam-se ao romantismo de Schubert. No sábado (7), aos americanos Copland, Gershwin e Bernstein.

         
     
 
 
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