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TERRAÇO
PAULISTANO
Marcella
Centofanti e Ricardo Moreno
Ai,
ai, ai, Gaviões da Fiel
Fotos Heudes Regis
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Marta,
Favre e os filhos Supla (abaixo, à esq.) e Fabrice
(abaixo): apesar da torcida, a escola caiu
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Que
má sorte a da Gaviões da Fiel, bicampeã do
Carnaval paulistano. Um de seus carros provocou um acidente e, punida
pelo regulamento, a escola foi rebaixada. Toc-toc-toc... Por mera
coincidência, o franco-argentino Luis Favre estava
no Sambódromo com a camiseta da agremiação.
Favre, um homem que sempre soube se dar bem na vida e portanto não
pode, em absoluto, ser chamado de pé-frio, torceu pela Gaviões
ao lado de sua mulher, a prefeita Marta Suplicy, que exibia
um look "customizado" pelo estilista Alexandre Herchcovitch e um
penteado à la Xuxa. Cada um levou dois filhos. Supla,
o mais velho dela, chegou acompanhado de cinegrafistas da MTV, que
está gravando um reality show sobre sua família. O
francês Fabrice, terceiro dos quatro rebentos de Favre,
de olhos azuis e barba cuidadosamente por fazer, curtiu o Carnaval
pela primeira vez. "É lindo. E não posso falar mais
nada", disse ele, instruído pelo incentivador da Gaviões
a não dar entrevistas.
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| Celulari,
ao telefone: medo de passar despercebido |
"Não
esqueçam
de mim"
Última
escola a se apresentar, a Nenê da Vila Matilde teve como tema
a história da Bienal Internacional de São Paulo. O
ator Edson Celulari foi destaque no carro abre-alas caracterizado
como o mecenas Ciccillo Matarazzo, o criador da Bienal, que ele
interpreta na minissérie Um Só Coração,
na TV Globo. Antes de o desfile começar, Celulari não
desgrudou do celular tentando falar com produtores da emissora.
Queria ter certeza de que iam filmá-lo assim que entrasse
na avenida. "Não esqueçam de mim", pedia. "Vou sair
no primeiro carro."
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| A
apresentadora Eliana: baile nos fãs e na imprensa |
Esquema
contra assédio
Pelo
nono ano consecutivo, a apresentadora Eliana foi a madrinha
da ala infantil da Vai-Vai. Desta vez, deu um baile nos fãs
e jornalistas, juntando-se à meninada somente quando a escola
entrou na pista. Aos 30 anos, ela exibiu uma barriga sarada, esculpida
com sessões de abdominais, e escondeu o bumbum debaixo de
uma saia. Como de praxe, ajudou a bancar parte das 150 fantasias
dos pequenos foliões. "Ajudo, mas não revelo quanto",
diz ela. "Não quero que fique parecendo autopromoção."
Namorado
e guarda-costas
Fotos Tiago Queiroz/AE
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| Maria
Rita e Baldini: marcação cerrada |
Antes de viajar para o Rio de Janeiro e acompanhar os desfiles na
Sapucaí, a cantora Maria Rita marcou presença
no camarote oficial paulistano. De óculos e barriguinha de
cinco meses de fora, ela foi o centro das atenções.
O assédio era tanto que um esquema especial de segurança
foi improvisado na hora. Para evitar empurra-empurra, ninguém
podia chegar perto dela no desfile da Gaviões da Fiel. Seu
namorado, o cineasta Marcus Baldini, era o maior guarda-costas.
"Deixa eu ir lá resgatar a Maria Rita, senão ela fica
brava", dizia.
Nem
a namorada barrou o ataque do craque
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| Raí
com Soraya: cervejinha e galanteios |
Despido
da fantasia de dom Pedro I que vestiu no desfile da Rosas de Ouro,
no sábado, o ex-jogador Raí chegou a um dos
camarotes acompanhado da filha mais velha, Emanuella, e de amigos.
Tomou umas cervejinhas e saiu distribuindo galanteios. "Estou solteiro,
quero me divertir", anunciava. "Solteiro nada. Estamos juntos há
mais de dois anos", entregou a empresária Soraya Hassuani,
que providenciava garrafas de água gelada para esfriar os
ânimos do craque.
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