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3 de março de 2004
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TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
   

TERRAÇO PAULISTANO

Marcella Centofanti e Ricardo Moreno


Ai, ai, ai, Gaviões da Fiel

 
Fotos Heudes Regis

Marta, Favre e os filhos Supla (abaixo, à esq.) e Fabrice (abaixo): apesar da torcida, a escola caiu

Que má sorte a da Gaviões da Fiel, bicampeã do Carnaval paulistano. Um de seus carros provocou um acidente e, punida pelo regulamento, a escola foi rebaixada. Toc-toc-toc... Por mera coincidência, o franco-argentino Luis Favre estava no Sambódromo com a camiseta da agremiação. Favre, um homem que sempre soube se dar bem na vida e portanto não pode, em absoluto, ser chamado de pé-frio, torceu pela Gaviões ao lado de sua mulher, a prefeita Marta Suplicy, que exibia um look "customizado" pelo estilista Alexandre Herchcovitch e um penteado à la Xuxa. Cada um levou dois filhos. Supla, o mais velho dela, chegou acompanhado de cinegrafistas da MTV, que está gravando um reality show sobre sua família. O francês Fabrice, terceiro dos quatro rebentos de Favre, de olhos azuis e barba cuidadosamente por fazer, curtiu o Carnaval pela primeira vez. "É lindo. E não posso falar mais nada", disse ele, instruído pelo incentivador da Gaviões a não dar entrevistas.

 

Celulari, ao telefone: medo de passar despercebido

"Não esqueçam
de mim"

Última escola a se apresentar, a Nenê da Vila Matilde teve como tema a história da Bienal Internacional de São Paulo. O ator Edson Celulari foi destaque no carro abre-alas caracterizado como o mecenas Ciccillo Matarazzo, o criador da Bienal, que ele interpreta na minissérie Um Só Coração, na TV Globo. Antes de o desfile começar, Celulari não desgrudou do celular tentando falar com produtores da emissora. Queria ter certeza de que iam filmá-lo assim que entrasse na avenida. "Não esqueçam de mim", pedia. "Vou sair no primeiro carro."

 

A apresentadora Eliana: baile nos fãs e na imprensa

Esquema contra assédio

Pelo nono ano consecutivo, a apresentadora Eliana foi a madrinha da ala infantil da Vai-Vai. Desta vez, deu um baile nos fãs e jornalistas, juntando-se à meninada somente quando a escola entrou na pista. Aos 30 anos, ela exibiu uma barriga sarada, esculpida com sessões de abdominais, e escondeu o bumbum debaixo de uma saia. Como de praxe, ajudou a bancar parte das 150 fantasias dos pequenos foliões. "Ajudo, mas não revelo quanto", diz ela. "Não quero que fique parecendo autopromoção."

 

 

Namorado e guarda-costas

Fotos Tiago Queiroz/AE
Maria Rita e Baldini: marcação cerrada


Antes de viajar para o Rio de Janeiro e acompanhar os desfiles na Sapucaí, a cantora Maria Rita marcou presença no camarote oficial paulistano. De óculos e barriguinha de cinco meses de fora, ela foi o centro das atenções. O assédio era tanto que um esquema especial de segurança foi improvisado na hora. Para evitar empurra-empurra, ninguém podia chegar perto dela no desfile da Gaviões da Fiel. Seu namorado, o cineasta Marcus Baldini, era o maior guarda-costas. "Deixa eu ir lá resgatar a Maria Rita, senão ela fica brava", dizia.

 

Nem a namorada barrou o ataque do craque

Raí com Soraya: cervejinha e galanteios

Despido da fantasia de dom Pedro I que vestiu no desfile da Rosas de Ouro, no sábado, o ex-jogador Raí chegou a um dos camarotes acompanhado da filha mais velha, Emanuella, e de amigos. Tomou umas cervejinhas e saiu distribuindo galanteios. "Estou solteiro, quero me divertir", anunciava. "Solteiro nada. Estamos juntos há mais de dois anos", entregou a empresária Soraya Hassuani, que providenciava garrafas de água gelada para esfriar os ânimos do craque.

         
     
 
 
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