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2 de novembro de 2005
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CRÔNICA
  

TERRAÇO PAULISTANO

Marcella Centofanti

Que belo pé-de-meia!

Mario Rodrigues
Ana Beatriz: banheiro de 17 metros quadrados em novo apê de Higienópolis


Nada mau para uma jovem de 23 anos. Nos últimos três meses, a modelo Ana Beatriz Barros comprou um apartamento em Higienópolis e outro em Nova York, onde vive. O daqui tem 232 metros quadrados – 17 metros quadrados serão dedicados só ao banheiro da top. O de Nova York, menorzinho (154 metros quadrados), fica em um prédio novo em folha de Manhattan. "Posso me dar a esses luxos. Tenho dez anos de carreira", afirma ela, dona também de apês no Itaim Bibi e em Niterói.

 

Roupa usada?
Não, vintage


Mario Rodrigues
Ana Luiza, num vestido dos anos 1970: de Dener a Dior


Algumas mulheres torcem o nariz. Mas, aos poucos, as peças que já foram da mamãe estão caindo no gosto das paulistanas. "Lá fora, um Emilio Pucci usado custa 2.000, 3.000 dólares", diz a socialite Ana Luiza Bardella. "Aqui, muita gente ainda tem preconceito e acha que é coisa de brechó." Dona de uma loja de roupas de segunda mão, ops!, vintage, Ana Luiza prepara uma pequena exposição de peças do gênero na Daslu, a partir de segunda-feira. Haverá vestidos assinados por Dener, Clodovil e Christian Dior.

 

 

Eis o estilo Rico Mansur:
Rolex e cabeleira rastafári

Franco de Holanda

Mansur, com Luana: "Dei o golpe do baś"


O playboy Rico Mansur interrompeu a árdua rotina dos treinos de pólo eqüestre na Argentina para celebrar, na última terça-feira, seu aniversário de 31 anos. A festa aconteceu numa casa noturna no Itaim Bibi, da qual é sócio. Ele desfilou sua cabeleira rastafári, moldada na Galeria Ouro Fino, e um belo Rolex Submariner verde no pulso direito, presente da namorada vai-e-volta Luana Piovani. "Dei o golpe do baú", brinca o bonitão, referindo-se ao relógio, avaliado em pouco mais de 4.000 dólares. Mal terminaram as comemorações, ele retornou a Buenos Aires. "Sou conhecido como o Ronaldo do pólo", diz, sem modéstia.

 

Das finanças para o palco

Mario Rodrigues
Marina Mantega: papel sem falas no teatro


Formada em administração de empresas, Marina Mantega, 24 anos, trabalhou por quatro anos no mercado financeiro. "Aquela vida não é para mim", descobriu a filha do presidente do BNDES, Guido Mantega. Depois, quis ser apresentadora de TV, mas a carreira não decolou. Em abril último, Marina tornou-se embaixadora da ONG americana Best Buddies no Brasil, que atende deficientes mentais. E agora... resolveu virar atriz. Mesmo sem experiência no ramo, ganhou um papel na peça Cleópatra?, que estréia na sexta (4). "É só uma participação especial", esclarece a moça, que não tem falas no palco – limita-se a cantar e dançar.

 

 

 

Ela leva a fama de burra
e ele põe a mão no bolso

Na última quinta-feira, o comentarista esportivo Jorge Kajuru foi condenado em primeira instância pela Justiça a pagar indenização de 40 000 reais por danos morais à apresentadora Luciana Gimenez, da RedeTV! No programa Boa Noite Brasil, da TV Bandeirantes, ao referir-se à apresentadora Xuxa, Kajuru disse: "Ela não é uma pessoa inteligente, na minha opinião, como apresentadora de televisão. Não chega a ser uma Luciana Gimenez, claro, evidente". Com a palavra, a difamada e o falastrão

 
Ana Lima

Veja São Paulo – O colunista José Simão apelidou você de "Lucianta". O programa Pânico também caçoa de sua inteligência. Por que você se incomodou com o comentário de Jorge Kajuru?
Luciana – Sou uma pessoa muito bem-humorada. Levo as piadas na brincadeira. Dessa vez, no entanto, foi ofensa.

Veja São Paulo – Ele alegou que vocês tinham um problema pessoal. Vocês se conheciam?
Luciana – Só pelos corredores da emissora. Não sei por que ele falou aquelas coisas.

Veja São Paulo – Era caso de levar para os tribunais?
Luciana – Era, sim. Procurei os meus direitos e fiquei feliz com a sentença. A Justiça foi rápida e eficaz. As coisas estão mudando no Brasil.

Veja São Paulo – O que achou do valor da indenização?
Luciana – Fiquei satisfeita e vou doá-la para uma instituição de caridade.

 

Ronaldo Ceravolo


Veja São Paulo –
Mais uma decisão contra você na Justiça. O que achou desta vez?
Kajuru – Um absurdo. O juiz não deve ter ouvido a entrevista que dei. Me perguntaram se eu achava a Luciana Gimenez uma apresentadora inteligente, e eu falei que não. Só isso. Não fiz chacota com ela, não a chamei de burra.

Veja São Paulo – Você também falou que ela não era uma boa colega...
Kajuru – Mas não era mesmo. Na época em que trabalhei lá ela não cumprimentava ninguém. Qual o crime em falar isso?

Veja São Paulo – Você já fez a conta de quanto gastou com processos?
Kajuru – Já deu 956 000 reais. Desde 1980, foram 108 processos.

Veja São Paulo – E mesmo assim não pensa em mudar o seu jeito falastrão?
Kajuru – Mudar, jamais. Sempre soube que, se eu fosse cordeirinho e fizesse a vontade dos outros, tudo seria mais fácil e eu estaria cheio da grana. Mas escolhi o caminho mais difícil.

     
   
 
 
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