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MISTÉRIOS DA CIDADE Sabe
onde fica? Luke
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Foram necessários quinze meses de obras para que este templo ficasse com
sua fachada tinindo. As paredes ganharam um novo revestimento e as molduras foram
refeitas. Só a cobertura, a parte mais trabalhosa do projeto, consumiu
um semestre de esforços. Todas as telhas precisaram ser retiradas, restauradas,
pintadas de dourado e, então, recolocadas. O toque final ficou por conta
da tinta de cor creme aplicada na septuagenária Catedral Ortodoxa, no Paraíso,
que nunca havia passado por uma reforma de tal porte.
Madeeeeeira! É bom ficar atento: atualmente, 939
árvores correm o sério risco de cair em São Paulo. O número
é do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que analisou 7050
espécimes em sete regiões da cidade, a pedido da prefeitura. Na
categoria "risco pequeno" foram incluídas 4006 árvores. E 243 figuram
no grupo de "risco médio". Entre as causas do problema, estão cupins
e fungos, que atacam a madeira, além de podas inadequadas.
Música
saudável Desde 2002, um projeto da Associação
Paulista de Medicina leva música clássica aos hospitais paulistanos.
A Orquestra do Limiar, como é chamado o grupo de dez músicos profissionais,
tem regência do médico e maestro Samir Rahme. Todas as apresentações,
que acontecem em média duas vezes por mês, são abertas ao
público. O próximo concerto está marcado para 18 de novembro,
no Hospital Albert Einstein. Vôos mais altos
Uma nova regulamentação foi colocada em
prática na tentativa de reduzir o intolerável barulho de helicópteros
sobre a área delimitada pelo Estádio do Morumbi, Avenida Paulista,
Ponte do Jaguaré e Aeroporto de Congonhas. Desde a semana passada, os pilotos
que passam por ali são obrigados a voar até 60 metros acima da altitude
mínima anterior, de 150 metros. Na região da Marginal do Rio Pinheiros,
a altura não pode ser menor que 180 metros, enquanto nas rotas perto do
estádio e do bairro da Lapa a altitude mínima pula para 210 metros.
Fotos
Mario Rodrigues
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Vitórias do Ministério Público Divulgação
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Para
comemorar os vinte anos da Lei da Ação Civil Pública, o Ministério
Público de São Paulo montou uma exposição com quinze
imagens que ilustram casos resolvidos pela instituição. Graças
à atual legislação, o MP passou a ter poderes para investigar
e defender interesses da sociedade. A mostra, que ficará durante todo o
mês de novembro na Estação Sé do metrô, conta
com trabalhos de Angeli, Caco Galhardo e Laura Beatriz, entre outros. O artista
gráfico Attílio, por exemplo, ilustrou a revitalização
do Monumento às Bandeiras (acima). Erraram
a homenagem Rogerio
Voltan
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O industrial Francisco Matarazzo Sobrinho (1898-1977), o Ciccillo, foi um dos
maiores mecenas brasileiros. Sua mais importante contribuição é
a Bienal de Arte, evento de caráter internacional que criou em 1951. Três
anos antes, ele havia inaugurado, no centro da cidade, o Museu de Arte Moderna,
que hoje é vizinho do Pavilhão da Bienal. Por isso mesmo o benfeitor
mereceu uma placa com seu nome na passarela que liga o Parque do Ibirapuera ao
Detran. Homenagem justa, não fosse o erro de grafia em seu apelido, que
ali aparece como "Cecillo". Memória
paulistana Divulgação
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A localização não podia ser melhor para abrir uma loja em
1917: Rua Direita, na esquina com a Líbero Badaró. Foi lá
que a Camisaria Colombo instalou a primeira de suas futuras 72 unidades. Naquela
época, senhores de fino trato procuravam o endereço para comprar
casacos de cashmere e gravatas italianas. Até a década de 50, a
região concentrava alguns dos estabelecimentos mais chiques da cidade.
A Camisaria Colombo mantém três lojas no centro até hoje.
A filial da Praça Patriarca é uma das dez que mais vendem em toda
a rede. Editado por Alessandro Duarte.
Com reportagem de Isabela Barros, Marcella Centofanti, Nana Caetano, Orlando Margarido
e Rodrigo Brancatelli e-mail: misterios@abril.com.br
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