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MEU ESTILO Isabeli
Fontana Modelo, 22 anos Nana
Caetano
| Mario
Rodrigues | |
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Na ausência de Gisele
Bündchen, a top Isabeli Fontana assumiu o posto de musa da edição
da São Paulo Fashion Week encerrada na segunda-feira passada. Conhecidíssima
no mundo da moda seu cachê por desfile é de 10.000 dólares
, ela passou a experimentar um outro tipo de popularidade ao se casar com
o ator global Henri Castelli. A cerimônia, realizada em dezembro no Rio
de Janeiro, incluiu cobertura maciça da imprensa, microvestido com cinta-liga
vermelha e banho de mar.
Você se casou
com um vestido nada convencional. De quem foi a idéia da cinta-liga vermelha? Minha.
Eu quis um modelo diferente, que tivesse a ver com a minha personalidade. Falei
para a Donatella (Versace) e ela fez. Eu amei. Nos Estados Unidos existe
a tradição da cinta-liga. O marido tira a peça com a boca,
joga para os convidados solteiros e, reza a lenda, quem pega é o próximo
a se casar. Funciona como o buquê para as mulheres. O
assédio aumentou depois do casamento? Sim. A galera mais popular
não me conhecia, eu tinha um outro tipo de público. Agora, quem
é fã do Henri me conhece também.
Você é ciumenta? Não gosto de
ver o Henri se agarrando com outra pessoa na novela (em Belíssima,
ele fez par com a atriz Cláudia Abreu). É horrível, mas
tenho de entender. Também quer ser atriz? Não
sei. Quando deixar de ser modelo, eu gostaria de estudar nutrição,
ser normal. Penso em abrir um resort em Florianópolis. Essa coisa de muita
mídia, gente em volta, é demais para a minha cabeça. Quando
pretende parar? Vou modelar mais um pouco, ganhar uma grana, mas essa vida
já começou a me encher. Não tenho rotina nem tempo para curtir
meu marido e meu filho (Zion, de 2 anos, do casamento com o modelo Alvaro Jacomossi).
E eu queria muito voltar a estudar. Só fiz até a 7ª série.
A fama de que modelo é burra incomoda
você? Um pouco. A gente larga os estudos muito cedo, mas isso não
quer dizer que seja burra. Eu leio bastante. Que
tipo de livro? Gosto de espiritismo. Acabei de ler Onze Minutos
e estou terminando O Zahir. O próximo vai ser O Alquimista.
Adoro Paulo Coelho. Você é fashion
victim? Não. Meu estilo é mais despojado. Até
gosto de peças arrumadinhas, mas sempre misturadas com outras meio "maloqueiras".
Na verdade, não ligo muito para moda. Virei modelo para ganhar dinheiro,
não para fazer pose ou aparecer. Tem alguma
peça que você jamais usaria? Saia-lápis, aquele modelo
reto, justo e de cintura alta. Não gosto de parecer chique, sou mais moleca.
O que significam suas quatro tatuagens? No
pulso direito, tenho o símbolo do meu signo, câncer; no tornozelo
esquerdo, uma rosa com espinhos; o nome do Henri está dentro do lábio
inferior; e, nas costas, tatuei asas com o nome do meu filho. Ele é o anjinho
que apareceu na minha vida. Na
São Paulo Fashion Week, durante o desfile da Rosa Chá, você
foi ovacionada pela torcida do São Paulo. Gosta de futebol? Não
sou fanática como o Henri, que é são-paulino doente a ponto
de assistir a jogo durante a lua-de-mel e passar mal quando o time perde. Eu gosto
de estádio, de ficar no meio da galera. Adoro a torcida do São Paulo,
o batuque, as músicas. Desse jeito você
vai virar a musa do time... Ai, tomara! |