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31 de agosto de 2005

REPORTAGEM DE CAPA
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


"Depoimentos de tal porte precisam aparecer com maior freqüência, pois servem não somente como prevenção, mas acima de tudo são educativos."
Chaja Freida Finkelsztain
Rio de Janeiro

 

Tutty 1

Caro Tutty,

Supimpa! Obrigado por você conseguir traduzir em sua crônica ("Não, obrigado", Veja Rio, 24/8/2005) toda a indignação que eu gostaria de externar publicamente em relação ao assunto. A cada semana, cada vez mais me sinto gratificado por ser assinante de VEJA.

Israel da Silva

Rio de Janeiro

 

Tutty 2

Sou advogado e, nos Juizados Especiais Cíveis (antigos Juizados de Pequenas Causas), já vi ações bem-sucedidas contra o chamado marketing agressivo. Lembro, em particular, da ação proposta por uma senhora idosa que recebeu uma intimação urgente para comparecer ao banco. Chegando lá (a pressão nas alturas etc. etc.), ouviu do gerente uma proposta publicitária. Resultado: o banco foi condenado a indenizar a velha por danos morais. Há casos parecidos. E nem é preciso ter advogado em causas de valor até vinte salários mínimos. É só ir lá e ajuizar a sua ação, sem custas nem confusões.

Ronaldo Wrobel

Rio de Janeiro

 

Tutty 3

Caro Tutty,

Sou leitor assíduo de suas crônicas. Toda semana espero por elas em Veja Rio. A publicada na semana passada, sobre spams, está muito boa. Concordo com você. Spams enchem a paciência de qualquer um.

Caio Figueira

Rio de Janeiro

 

Tutty 4

Sua crônica descreveu toda a minha revolta contra operadores de telemarketing, flanelinhas e ambulantes (os da Lapa são terríveis). Que raça! Deve existir alguma espécie de manual para eles. E o pior são meus amigos, que tentam me enfiar em empregos de operadora de telemarketing porque eles fazem isso. Será que acham normal acordar as pessoas e praticar todo aquele gerundismo assassino da língua portuguesa?

Liliana de Faria

Rio de Janeiro

 

Tutty 5

Fala sério, Tutty! O que o levou a usar um espaço tão valioso pra escrever sobre spam? Que falta de criatividade! Estou pensando em criar o troféu falta do que falar. Você não tem anti-spam para o seu e-mail? Se for o caso, contrate logo uma secretária que tenha curso de informática para ajudá-lo a resolver os seus problemas com spam e outra para receber telegramas e atender telefones.
Ro Thompson

Rio de Janeiro

 

Do fundo do poço 1

Queria agradecer à jornalista Telma Alvarenga por tudo e pela reportagem "Memórias do fundo do poço" (Veja Rio, 24/8/2005), que ficou ótima.

Fred Pinheiro

Búzios

 

Do fundo do poço 2

Só tenho elogios à revista pela publicação da reportagem com um tema sempre tratado veladamente e que nos cerca em todos os espaços. Depoimentos de tal porte precisam aparecer com maior freqüência, pois servem não somente como prevenção, mas acima de tudo são educativos. A iniciação no mundo das drogas não respeita classe social nem idade. Tem uma série de fatores ligados à própria família, que, querendo exterminar o vício, acaba por instalá-lo. E ele se espalha como um vírus, envolvendo a todos e corroendo tudo. Como pedagoga, acredito sempre em diálogo, em ação imediata, consulta a especialistas e jamais na tentativa de esconder fatos com hipocrisia. Pessoas doentes só se curam se conseguirem aceitar que assim estão!

Chaja Freida Finkelsztain

Rio de Janeiro

 

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