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OPINIÃO DO LEITOR
 | "Depoimentos
de tal porte precisam aparecer com maior freqüência, pois servem não somente como
prevenção, mas acima de tudo são educativos." Chaja Freida Finkelsztain
Rio de Janeiro |
Tutty
1 Caro
Tutty, Supimpa!
Obrigado por você conseguir traduzir em sua crônica ("Não,
obrigado", Veja Rio, 24/8/2005) toda a indignação que eu
gostaria de externar publicamente em relação ao assunto. A cada
semana, cada vez mais me sinto gratificado por ser assinante de VEJA.
Israel
da Silva
Rio
de Janeiro
Tutty
2 Sou
advogado e, nos Juizados Especiais Cíveis (antigos Juizados de Pequenas
Causas), já vi ações bem-sucedidas contra o chamado marketing
agressivo. Lembro, em particular, da ação proposta por uma senhora
idosa que recebeu uma intimação urgente para comparecer ao banco.
Chegando lá (a pressão nas alturas etc. etc.), ouviu do gerente
uma proposta publicitária. Resultado: o banco foi condenado a indenizar
a velha por danos morais. Há casos parecidos. E nem é preciso ter
advogado em causas de valor até vinte salários mínimos. É
só ir lá e ajuizar a sua ação, sem custas nem confusões.
Ronaldo
Wrobel
Rio
de Janeiro
Tutty
3 Caro
Tutty, Sou
leitor assíduo de suas crônicas. Toda semana espero por elas em Veja
Rio. A publicada na semana passada, sobre spams, está muito boa. Concordo
com você. Spams enchem a paciência de qualquer um.
Caio Figueira
Rio
de Janeiro
Tutty
4 Sua
crônica descreveu toda a minha revolta contra operadores de telemarketing,
flanelinhas e ambulantes (os da Lapa são terríveis). Que raça!
Deve existir alguma espécie de manual para eles. E o pior são meus
amigos, que tentam me enfiar em empregos de operadora de telemarketing porque
eles fazem isso. Será que acham normal acordar as pessoas e praticar todo
aquele gerundismo assassino da língua portuguesa?
Liliana de Faria
Rio
de Janeiro
Tutty
5 Fala
sério, Tutty! O que o levou a usar um espaço tão valioso
pra escrever sobre spam? Que falta de criatividade! Estou pensando em criar o
troféu falta do que falar. Você não tem anti-spam para o seu
e-mail? Se for o caso, contrate logo uma secretária que tenha curso de
informática para ajudá-lo a resolver os seus problemas com spam
e outra para receber telegramas e atender telefones. Ro
Thompson
Rio
de Janeiro Do
fundo do poço 1 Queria
agradecer à jornalista Telma Alvarenga por tudo e pela reportagem "Memórias
do fundo do poço" (Veja Rio, 24/8/2005), que ficou ótima.
Fred
Pinheiro
Búzios
Do
fundo do poço 2 Só
tenho elogios à revista pela publicação da reportagem com
um tema sempre tratado veladamente e que nos cerca em todos os espaços.
Depoimentos de tal porte precisam aparecer com maior freqüência, pois
servem não somente como prevenção, mas acima de tudo são
educativos. A iniciação no mundo das drogas não respeita
classe social nem idade. Tem uma série de fatores ligados à própria
família, que, querendo exterminar o vício, acaba por instalá-lo.
E ele se espalha como um vírus, envolvendo a todos e corroendo tudo. Como
pedagoga, acredito sempre em diálogo, em ação imediata, consulta
a especialistas e jamais na tentativa de esconder fatos com hipocrisia. Pessoas
doentes só se curam se conseguirem aceitar que assim estão!
Chaja
Freida Finkelsztain
Rio
de Janeiro
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