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Editado por Lívia de Almeida Um
mercado fashion Bruno
Veiga/Strana
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A
inspiração foi a feira de Candem Town, em Londres, onde badulaques
e pequenos luxos são vendidos ao ar livre.
A Babilônia Feira Hype começou timidamente, em novembro de 1996,
no Flamengo, e um ano depois ganhou pouso no Jockey. No próximo fim de
semana (3 e 4 de junho), a feira estréia
no supermercado Extra, na Barra.
"Vamos alternar quinzenalmente o Jockey e o Extra", diz o promotor de eventos
Robert Guimarães, que criou a feira com Fernando Molinari. Em quase dez
anos, a Babilônia se tornou ponto de partida para novos talentos (veja
abaixo). Nomes como Kylzia Ribas e Santa Ephigênia já chegaram
ao desfile
principal do Rio Fashion Week. Outros,como Farm e Via Mia, se transformaram
em cadeia de lojas.
Babilônia
em números Eram
60 expositores em 1996. Hoje, cada edição
reúne entre 200 e 300,
de um cadastro de 4 000.
A cada fim de semana,
a média
fica em 10 000 visitantes. Calcula-se que cerca de
3,8 milhões já
tenham estado na
feira em 10 anos | Frases
"A
gente é comercial mesmo. Não interessa ter gente bacana dançando
e ninguém comprando nada. Faço feira para vender."
ROBERT
GUIMARÃES, organizador
da Babilônia Feira Hype, em outubro de 2001
"Se eu estivesse
procurando novidades, passaria
lá (na Babilônia Feira Hype). Mas virou programa para família.
Gente que não tem piercing nem tatuagem. Chega lá, faz tatuagem
de hena e
se acha o máximo." IESA
RODRIGUES, consultora
de moda, em outubro de 2001 |