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BARES
Os melhores bares
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O
melhor fim
de noite
O melhor
boteco
Jobi
Ricardo Fasanello/Strana
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| Jobi: lugar certo
para a saideira na madrugada |
O
Jobi fechou para reforma em setembro de 2003 e, para felicidade
da clientela, reabriu dois meses depois com pequenas mudanças.
O interior ficou mais claro, com a colocação
de seis luminárias. No mais, a varanda e o acanhado
salão continuam como porto seguro para a turma da happy
hour pós-praia e boêmios em busca da saideira
na agitada madrugada do Baixo Leblon. Área mais disputada
pelos fregueses, a varanda foi construída em 1994 e
leva a assinatura do arquiteto Chicô Gouvêa, freqüentador
da casa. O bate-papo é animado por chope Brahma (R$
2,40). Para rebater a libação, porções
de carne-seca ou carne-de-sol desfiadas com cebola, salsa
e farofa (R$ 19,70 cada porção). A novidade
no cardápio é o espaguete com frutos do mar
(lula, polvo, camarão, peixe e mexilhão), a
R$ 45,00 para duas pessoas.
Avenida
Ataulfo de Paiva, 1166, loja B, Leblon,
2274-0547 (60 lugares). 9h/4h (dom. a qui.) e 9h/5h (sex.
e sáb.). Cc.: A. T.: Tr e Vr.
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O
melhor chope
Bar
Luiz
Bruno
Veiga/Strana
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| Chope do Bar Luiz:
perfeição |
Poucos sabem o trabalho que dá tirar um chope extraclasse.
São muitos os detalhes que fazem do Bar Luiz uma autoridade
no assunto. Os cuidados começam na armazenagem da bebida
e só terminam quando ela é despejada na tulipa.
Os funcionários da casa são Ph.D. no assunto,
com treinamento especial na Real Academia do Chope, da própria
Brahma. "É muito importante a espuma, que preserva
a temperatura e o sabor, e evita que o chope se oxide", ensina
Rosana Santos, sócia do bar, fundado em 1887. O chope
sai de acordo com a preferência do freguês: claro
ou escuro, na meia pressão ou schnitt (direto na pressão).
A caldeireta com 400 mililitros custa R$ 3,20; o garoto (200
mililitros), R$ 1,60. A estrela da casa divide as atenções
do público com o cardápio de cozinha alemã.
O kassler com salada de batata sai por R$ 25,00 (por pessoa).
Rua
da Carioca, 39, Centro,
2517-0458 (138 lugares). 11h/23h (seg. a sáb.), 12h/18h
(dom.). Cc.: todos. T.: Ch, T e V.
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A
melhor happy
hour
Caroline
Café
Dilmar Cavalher/Strana
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| Caroline:
charme carioca,
inspiração nova-iorquina
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Inspirado
em barzinhos do circuito alternativo do Soho nova-iorquino,
o Caroline Café completa dez anos de existência
em 2004. A casa abre às 18h e rapidamente seus salões
e varanda são tomados por uma turma a fim de relaxar
depois do trabalho. O bate-papo é embalado pela música
alta que sai dos alto-falantes e, claro, regado a cerveja
são quinze marcas da bebida, nacionais e importadas.
"Tem gente que nem trabalha aqui perto mas dá um jeito
de aparecer sempre depois do expediente", diz a gerente Letícia
Bueno. Outro atrativo é o cardápio, em que os
sanduíches são o ponto alto. Marca registrada
da casa, o caroline burger tem 210 gramas de carne, mussarela,
bacon, batatas fritas, cebola, tomate e alface, por R$ 17,90.
Rua
J.J. Seabra, 10, Jardim Botânico,
2540-0705 (200 lugares). 18h/3h (seg. a dom.). Cc.: A, C e
D.
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A
melhor música
ao vivo
Carioca
da Gema
Bruno Veiga/Strana
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| Carioca da Gema:
programação musical de alta qualidade na
Lapa |
A
casa está entre os responsáveis pela retomada
da tradição boêmia e musical da Lapa.
Inaugurado em 2000, o Carioca da Gema destaca-se pela consistente
programação de samba e choro. Sambistas do primeiro
time, como Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Wilson das Neves
e Luís Carlos da Vila, freqüentam o palco do sobrado.
Os itens do cardápio levam nome de música. A
carne-seca com cebola e farofa (R$ 13,90) chama-se amor de
malandro, clássica parceria de Ismael Silva e Francisco
Alves. O público responde com aplausos. Nos dias mais
cheios, fica gente do lado de fora, tirando uma casquinha
dos espetáculos. O novo investimento do trio proprietário
do CG é o imóvel vizinho, que vai virar pizzaria,
com abertura prevista para outubro.
Avenida
Mem de Sá, 79, Lapa,
2221-0043 (300 lugares). 18h/2h (seg. a qui.), 18h/4h (sex.)
e 21h/4h (sáb.). Entrada: R$ 16,00 (sex.) e R$ 12,00
(demais dias).
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O
melhor da
orla
Bar
d'Hôtel
Bruno Veiga/Strana
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| Bar d'Hôtel:
vista disputada |
Não
podia mesmo ser diferente. As mesas de frente para o mar são
as preferidas do público descolado que freqüenta
o Bar d'Hôtel. A praia inspirou o visual da casa, que
completa cinco anos em dezembro. "Queria passar a impressão
de estar no fundo do mar", explica a pernambucana Danielle
Dahoui, dona do bar e bistrô. Os espelhos vienenses
homenageiam Iemanjá, e sereias enfeitam as paredes.
A decoração retrô vem de antiquários
de vários cantos do mundo e do acervo da proprietária.
"Adoro um cacareco", diz ela. O drinque em alta é a
caipi rouge, caipirinha de vodca, amora, morango, framboesa
e blueberry (R$ 11,00). Para comer, porção mista
de bruschettas (queijo brie, shiitake, queijo de cabra com
presunto cru, mussarela de búfala com tomate seco,
R$ 26,00) e tartar de salmão com azeite de endro, creme
azedo e blinis (espécie de panqueca), por R$ 23,00.
Hotel
Marina All Suites, Avenida Delfim Moreira, 696, 1º andar,
Leblon,
2540-4990 (70 lugares). 7h/2h (seg. a dom.). Cc.: todos. T.:
T e V (só no almoço, de seg. a sex.).
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O
melhor para
dançar
OO
Ricardo Fasanello/Strana
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| 00: pista de dança
animada |
O
lugar é polivalente. O ambiente cool se presta
para um jantar a dois à luz de velas ou para um bate-papo
informal com a turma de amigos. Aberto como restaurante, com
o tempo o 00 firmou-se também como palco de festas
animadas por DJs nacionais e estrangeiros. Celebridades da
cena eletrônica mundial já estiveram por lá.
Paul Oakenfold, Zombie Nation e DJs do bar parisiense Favela
Chic foram algumas das atrações que fizeram
ferver a pista de dança. As noites mais concorridas
costumam ser as de domingo, dedicadas ao house, comandadas
pelos DJs Tatá e MM. Um simpático cardápio
de drinques dá aquela animadinha básica em quem
quer se atirar na pista. Um destaque é o ZZ, com saquê,
lichias, manjericão, malibu, suco de laranja, suco
de abacaxi e licor de pêssego, por R$ 10,20.
Avenida
Padre Leonel Franca, 240, Gávea,
2540-8041 (400 lugares). 20h/2h30 (seg. a dom.). Cc.: A, C,
D. Estac.
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O
melhor para
ir a dois
Seu
Martin
Bruno
Veiga/Strana
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| Seu
Martin: clima para
romance |
Iluminação discreta, mesas decoradas com flores
e velas, trilha sonora de jazz e cortinas nas janelas. É
ou não é um ambiente propício para pintar
um clima? "Nosso espaço realmente favorece os casais",
endossa Marcelo Azeredo, um dos sócios do Seu Martin.
O charmoso bar, que abriu as portas em 2000, no Leblon, oferece
almoço executivo de terça a sexta. Nesses dias,
sempre das 16 às 18 horas, também é servido
o chá inglês (chá, café ou chocolate
quente, acompanhado por cesta de pães, manteiga, geléia,
mel, cream cheese, minissanduíche, bolo ou torta),
por R$ 23,00. O cardápio já tem seus clássicos,
como o cachorro-quente com ementhal na baguete (R$ 14,20).
Uma dica é o bolinho de arroz com recheio de carne
(R$ 11,70) ou de queijo (R$ 11,30).
Avenida
General San Martin, 1196, Leblon,
2274-0800 (60 lugares). 13h/1h (ter. a qui.), 13h/2h (sex.
e sáb.) e 12h/0h (dom.).
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O
melhor para
paquerar
Braseiro
da Gávea
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Dilmar Cavalher/Strana

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| Braseiro: lugar
para jogar charme |
O
público ocupa as mesas do Braseiro para bebericar,
bater papo e, acima de tudo, jogar charme. Pelo segundo ano
consecutivo, o misto de bar e restaurante foi eleito o melhor
da cidade para paquerar. A escolha tem seus motivos. O ambiente
totalmente informal da casa deixa o pessoal à vontade,
e boa parte da clientela vai de bermuda, camiseta e chinelo.
O chope Brahma (R$ 2,30 a tulipa) também faz a sua
parte para desinibir a turma, sobretudo às quintas
e aos domingos, os dias mais concorridos do Baixo Gávea.
O forte do cardápio são os galetos, servidos
de diversas formas. O simples sai por R$ 8,00. Se vier com
acompanhamento de arroz, batata frita e farofa, custa R$ 20,00
(para dois). Outro prato apreciado do cardápio é
a picanha fatiada com molho de salsa (R$ 32,00), para três
pessoas.
Praça
Santos Dumont, 116, Gávea,
2239-7494 (100 lugares). 11h/1h (dom. a qui.) e 11h/3h (sex.
e sáb.). Cc.: todos. T.: todos.
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