Publicidade
 
 


 
 



27 de setembro de 2006

REPORTAGEM DE CAPA

ARQUITETURA
CONSUMO
ESPETÁCULO
AS BOAS COMPRAS
VEJA RIO 15 ANOS
BEIRA-MAR
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

CONSUMO

O novo endereço da pechincha

Após dezesseis edições na Barra, o Top Fashion Bazar chega à Zona Sul

Telma Alvarenga

 
Mauro Souza

Há oito anos, o Top Fashion Bazar acontece na Barra da Tijuca. Primeiro, no Downtown. Depois, no New York City Center; mais tarde, no CasaShopping. Desde 2002, o evento abriga-se no Città America, em duas edições anuais. Atraída por descontos generosos, de até 70%, em modelitos das mais conceituadas grifes da cidade, como Calvin Klein, Equattore, Farm, Fernanda Chies, Maria Bonita, Mara Mac, uma multidão atravessa o Túnel Zuzu Angel atrás das melhores pechinchas. Agora, após dezesseis edições na Barra, o esperado bazar chega à Zona Sul. Desde a sexta-feira passada até o dia 8 de outubro, 49 grifes expõem peças de suas últimas coleções no Jockey Club, na Gávea. "Era uma antiga reivindicação dos lojistas", diz a diretora-geral, Eloysa Simão, uma das organizadoras do evento. Se o badalado bazar da moda veio à Zona Sul para ficar, ainda é cedo para dizer. "Estamos fazendo uma experiência. Tudo vai depender da resposta do público", acautela-se Eloysa.

Se depender do entusiasmo dos lojistas, ele fica. "Isso é maravilhoso. Se já é sucesso na Barra, imagine no Jockey, numa área mais central", anima-se Bianca Bastos, sócia da Espaço Fashion. A marca participa do Top Fashion há três anos. Bianca está acostumada a ver filas em frente aos estandes fincados no Città America. A cada edição, cerca de 80.000 pessoas passeiam entre as tendas, disputando as melhores ofertas. "Vendemos em torno de 6.000 peças", conta Bianca. Agora, para o Jockey, a grife levou 10.000 produtos. A maioria dos modelitos é da coleção passada, de outono-inverno, com descontos ainda maiores que os da recente liquidação. "Como nosso inverno não é rigoroso, temos saias, vestidos e até shorts", diz Bianca. Entre as promoções da grife, há saias de 89 por 49 reais, vestidos de 89 por 69 reais, blusas de malha de 49 por 29 reais.

A Leeloo vai ter saias jeans de 198 por 58 reais e vestidos florais de 198 por 68 reais. "São modelos que podem ser usados tranqüilamente na próxima estação", afirma Mônica de Souza, assessora de marketing da grife. Sem falar nas peças clássicas, atemporais, que ficaram do último verão e chegam ao bazar infinitamente mais baratas. Os descontos, às vezes, ultrapassam os 70%. Da Maria Bonita Extra, tem calça de brim de 190 por 50 reais e bata de malha de 140 por 30 reais. A Maria Bonita levou para o Jockey vestidos de crepe de malha que custavam 490 reais e agora saem por 150. As tendas refrigeradas ocupam uma área de 4.000 metros quadrados e ficam abertas todos os dias da semana, das 14 às 22 horas. Mesmo que a edição da Zona Sul seja um sucesso estrondoso, Eloysa Simão garante que o evento vai continuar acontecendo também no Città America, em duas edições – abril e novembro. A próxima reunirá 92 grifes. É quase o dobro da versão caçula do Top Fashion na Zona Sul. A torcida é para que ele cresça, apareça e entre para o calendário da cidade. "Ter quatro edições anuais, duas na Barra e duas na Zona Sul, seria o ideal", diz Eloysa Simão. Só uma coisa é certa: se esta edição for bem recebida, haverá outra também no Jockey, pós-liquidação de verão, pouco antes da edição de abril de 2007, na Barra.

     
   

 

 
VEJA on-line | Veja Rio
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados