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26 de abril de 2006

REPORTAGEM DE CAPA
PERFIL
CIDADE
ENTRETENIMENTO
VEJA RIO 15 ANOS
OPINIÃO DO LEITOR
BEIRA-MAR
AS BOAS COMPRAS
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR

Manoel Carlos

Querido Manoel Carlos, leio tanto suas crônicas que sinto uma proximidade incomum. Concordo plenamente com tudo que leio. Parece até que sou eu quem está escrevendo. É claro, se eu soubesse escrever como vocês. Sempre começo a ler a revista de trás para a frente por ter certeza de que vou adorar a última página.
Cristina Valentim
Por e-mail

 

Alianças 1

Manoel Carlos, foi com imenso prazer que li sua crônica a respeito do uso de aliança ("Varejo", Veja Rio, 5/4/2006). Não acho nem um pouco careta de sua parte defender o uso da aliança, e olha que tenho 30 anos. Sempre fui sua fã, e depois dessa crônica sou ainda mais.
Silvia Alves
Por e-mail

 

Alianças 2

Prezado Manoel Carlos, sempre leio suas inteligentes e sábias crônicas. Concordo plenamente com sua opinião sobre o uso de aliança. Tenho 45 anos e não me casei ainda, mas sempre achei muito lindo casais que usam aliança. Quando eu me casar, e já disse isso para meu namorado, quero usar aliança. Para mim, é um sinal de carinho e respeito.
Patricia
Por e-mail

 

Alianças 3

Usar ou não usar aliança é um assunto que sempre me intrigou. Quando era pequena, eu achava que todas as pessoas que não usavam aliança eram solteiras e, portanto, infelizes, porque eram sozinhas e tristes. Alianças eram o divisor de águas entre a felicidade e a infelicidade. Não sou casada, não uso aliança, mas aprendi que o melhor e o mais difícil relacionamento que se pode ter é consigo mesmo.
Enercy Montojos
Por e-mail

 

Santos casamenteiros

A capa de Veja Rio ("Santos casamenteiros", 19/4/2006) mostra o cerimonialista Roberto Cohen com uma caneta no bolso de fora do seu terno. Que coisa mais cafona, ultrapassada.
Paulo Saturnino
Por e-mail

 

Profissões do presente

Muito oportuna a reportagem "Profissões do presente" (Veja Rio, 12/4/ 2006), que amplia a visão do mundo do trabalho, trazendo novas perspectivas em uma sociedade que se transforma continuamente. É importante que as pessoas, principalmente os jovens, conheçam alternativas com as quais possam se identificar para escolher uma profissão que traga satisfação, sem se limitarem às carreiras tradicionalmente procuradas.
Maria da Glória Hissa
Por e-mail

 

CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio, citado na matéria "Homenagem em segredo" (Veja Rio, 19/4/2006), recebeu no ano passado mais de
2 milhões de visitantes.
Toninho Gonçalves,
Gerente de planejamento e comunicação do CCBB-Rio

     
   

 

 
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