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OPINIÃO DO LEITOR
Cabral
x Frossard 1 Gostaria
de elogiar a reportagem "A hora do duelo final" (Veja Rio, 11/10/
2006), sobre os candidatos ao governo do estado, por ter sido feita com a imparcialidade
que merece o tema. No entanto, lamentei não ter sido publicado o patrimônio
do candidato Sérgio Cabral (PMDB), conforme declarado ao TRE, assim como
foi feito com a candidata Denise Frossard (PPS). Bernardo
Sahid Bahouth, por
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Cabral
x Frossard 2 Impressionante
a "isenção" da minha saudosa Veja Rio, em relação
à eleição estadual, na seleção das cartas publicadas
na Opinião do Leitor. Sérgio
Cabral (pai), por
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Cabral
x Frossard 3 A
reportagem "A hora do duelo final" mostrou que Sérgio Cabral atua na política
desde pequeno e consegue, só com a vida pública, comprar tênis
de 500 dólares, gastar diárias de 500 dólares, usar ternos
de 5 000 reais e comprar mansão de 5 000 metros quadrados no condomínio
Portobello, de altíssimo luxo. Como consegue tudo isso apenas vivendo de
salários de deputado e agora de senador? Cezar
Chede, por
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Cabral
x Frossard 4 Não
tenho procuração para falar por Sérgio Cabral (pai). No entanto,
ao ler a opinião do leitor Carlos G. Pena, não pude me furtar de
responder. O jornalista Sérgio Cabral exerceu função de cronista
no Jornal do Brasil e em outros veículos, inclusive em Veja
Rio, por vários anos. Participou de diversos programas de TV, fez
coberturas políticas e econômicas internacionais, foi um dos fundadores
do jornal O Pasquim, foi vereador por três vezes do Rio e é
autor de mais de dez livros. Músico (compositor) e boêmio? Também!
Lúcia
Doria, por
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Que
geração é essa? 1 Na
crônica "Que geração é essa?" (Veja Rio,
11/10/2006), Tutty Vasques escreve sobre como os jovens não sabem discordar
de opiniões sem agredir. Informação não é o
mesmo que conhecimento. Para que a informação se torne conhecimento
é necessário que seja avaliada, processada e entre em conflito.
Os jovens atualmente adquirem muita informação, mas não analisam
se é relevante ou mesmo verdadeira. As agressões verbais fazem parte
de uma sociedade em que a violência está disseminada por todos os
lados: no trânsito, nas escolas, nos lares. Os jovens crescem aprendendo
que os conflitos só podem ser resolvidos de forma violenta.
Vivianne
Melo, por
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Que
geração é essa? 2 Essa
é a geração dos filhos dos hippies, para os quais era proibido
proibir, e que, por terem vivido na contestação da sociedade, hoje
permitem tudo aos seus rebentos, transgredindo até mesmo a regra básica
daquele movimento, que era "paz e amor universais". É a geração
do "levar vantagens", que admira o pai corrupto porque é "esperto" e pode
lhe proporcionar o conforto que não teria se limitada ao justo salário
pelas suas atividades profissionais regulares. Quando essa geração
estiver engajada na vida profissional, almeja ser "esperta" como o papai. É
a geração que tem tudo materialmente e nada moralmente, que não
respeita quem quer que seja e agride fisicamente até idosos se reprimida
ou incomodada nas suas barbáries. É a geração que
não fuma porque dá câncer e reclama da violência se
assaltada, mas se utiliza do álcool, da maconha, da cocaína, do
ecstasy etc. adquiridos das mãos dos assaltantes. Pobre povo, pobre país.
Jorge
dos Santos, por
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Que
geração é essa? 3 Concordo
quando Tutty Vasques escreve que infelizmente a juventude tem se dedicado muito
ao mundo virtual e deixado de lado a realidade. Ao mesmo tempo que a internet
nos conecta ao mundo todo, nos isola, pois se fica sozinho em frente a um monitor.
Isso deixa as pessoas mais à vontade para fazer o que não fariam
na frente de terceiros, o que acaba sendo um forte estímulo para as ofensas,
infelizmente tão corriqueiras no mundo virtual. Ricardo
Abreu Argemiro, por
e-mail
Comer
& Beber Decepcionante
a enquete feita por Veja Rio sobre os melhores bares e restaurantes
da cidade. Não foi consultado nenhum freqüentador de bares do subúrbio.
Assim, tal enquete não reproduz a realidade dos bares do Rio.
José
Nunes, por
e-mail
MANDE
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