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25 de outubro de 2006

REPORTAGEM DE CAPA

POLÍCIA
COMPORTAMENTO
DEZ MOTIVOS
CIDADE
AS BOAS COMPRAS
VEJA RIO 15 ANOS
BEIRA-MAR
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


Cabral x Frossard 1

Gostaria de elogiar a reportagem "A hora do duelo final" (Veja Rio, 11/10/ 2006), sobre os candidatos ao governo do estado, por ter sido feita com a imparcialidade que merece o tema. No entanto, lamentei não ter sido publicado o patrimônio do candidato Sérgio Cabral (PMDB), conforme declarado ao TRE, assim como foi feito com a candidata Denise Frossard (PPS).
Bernardo Sahid Bahouth,
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Cabral x Frossard 2

Impressionante a "isenção" da minha saudosa Veja Rio, em relação à eleição estadual, na seleção das cartas publicadas na Opinião do Leitor.
Sérgio Cabral (pai),
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Cabral x Frossard 3

A reportagem "A hora do duelo final" mostrou que Sérgio Cabral atua na política desde pequeno e consegue, só com a vida pública, comprar tênis de 500 dólares, gastar diárias de 500 dólares, usar ternos de 5 000 reais e comprar mansão de 5 000 metros quadrados no condomínio Portobello, de altíssimo luxo. Como consegue tudo isso apenas vivendo de salários de deputado e agora de senador?
Cezar Chede,
por e-mail  

 

Cabral x Frossard 4

Não tenho procuração para falar por Sérgio Cabral (pai). No entanto, ao ler a opinião do leitor Carlos G. Pena, não pude me furtar de responder. O jornalista Sérgio Cabral exerceu função de cronista no Jornal do Brasil e em outros veículos, inclusive em Veja Rio, por vários anos. Participou de diversos programas de TV, fez coberturas políticas e econômicas internacionais, foi um dos fundadores do jornal O Pasquim, foi vereador por três vezes do Rio e é autor de mais de dez livros. Músico (compositor) e boêmio? Também!
Lúcia Doria,
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Que geração é essa? 1

Na crônica "Que geração é essa?" (Veja Rio, 11/10/2006), Tutty Vasques escreve sobre como os jovens não sabem discordar de opiniões sem agredir. Informação não é o mesmo que conhecimento. Para que a informação se torne conhecimento é necessário que seja avaliada, processada e entre em conflito. Os jovens atualmente adquirem muita informação, mas não analisam se é relevante ou mesmo verdadeira. As agressões verbais fazem parte de uma sociedade em que a violência está disseminada por todos os lados: no trânsito, nas escolas, nos lares. Os jovens crescem aprendendo que os conflitos só podem ser resolvidos de forma violenta.
Vivianne Melo,
por e-mail

 

Que geração é essa? 2

Essa é a geração dos filhos dos hippies, para os quais era proibido proibir, e que, por terem vivido na contestação da sociedade, hoje permitem tudo aos seus rebentos, transgredindo até mesmo a regra básica daquele movimento, que era "paz e amor universais". É a geração do "levar vantagens", que admira o pai corrupto porque é "esperto" e pode lhe proporcionar o conforto que não teria se limitada ao justo salário pelas suas atividades profissionais regulares. Quando essa geração estiver engajada na vida profissional, almeja ser "esperta" como o papai. É a geração que tem tudo materialmente e nada moralmente, que não respeita quem quer que seja e agride fisicamente até idosos se reprimida ou incomodada nas suas barbáries. É a geração que não fuma porque dá câncer e reclama da violência se assaltada, mas se utiliza do álcool, da maconha, da cocaína, do ecstasy etc. adquiridos das mãos dos assaltantes. Pobre povo, pobre país.
Jorge dos Santos,
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Que geração é essa? 3

Concordo quando Tutty Vasques escreve que infelizmente a juventude tem se dedicado muito ao mundo virtual e deixado de lado a realidade. Ao mesmo tempo que a internet nos conecta ao mundo todo, nos isola, pois se fica sozinho em frente a um monitor. Isso deixa as pessoas mais à vontade para fazer o que não fariam na frente de terceiros, o que acaba sendo um forte estímulo para as ofensas, infelizmente tão corriqueiras no mundo virtual.
Ricardo Abreu Argemiro,
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Comer & Beber

Decepcionante a enquete feita por Veja Rio sobre os melhores bares e restaurantes da cidade. Não foi consultado nenhum freqüentador de bares do subúrbio. Assim, tal enquete não reproduz a realidade dos bares do Rio.
José Nunes,
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