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OPINIÃO DO LEITOR Mergulho
no passado 1 Foi
com grande satisfação que vi, li e digitalizei para salvar no meu
computador a excelente reportagem "Mergulho no passado" (Veja Rio, 16/8/2006),
sobre o trabalho de recuperação do material da Atlântida.
Fiquei muito interessado, pois como hobby estudo há anos o Rio de Janeiro,
principalmente o que diz respeito a arquitetura e urbanismo. Vindo a público
esse material, teremos diversos elementos para os nossos estudos. Parabéns. Rouen,
por e-mail Mergulho
no passado 2 Gostaria de fazer
um desabafo, porque não agüento mais. A capa da edição
de Veja Rio de 9/8/2006 trazia o título "Caçadores
de best-sellers". Aqui no Rio nós queremos ler sobre caçadores de
bandidos, queremos ler sobre o que mais interessa aos moradores neste momento:
segurança. Mais um turista foi assassinado na Praia de Copacabana. O crime
ocorreu pela manhã, em plena luz do dia. Chega de falar da Copacabana dos
anos 50 ("Mergulho no passado", Veja Rio, 16/8/2006). Aquela Copacabana
não existe mais. Não quero ver o banho de sangue que poderá
acontecer quando a cidade estiver cheia de turistas durante os Jogos Pan-Americanos.
Os bandidos estão ansiosos pela chegada deles. Cláudio
Costa Vilhena de Morais, por
e-mail Inverno
no Leblon Como Tutty Vasques,
nasci na Tijuca e vim morar na Zona Sul há quase dez anos. Apesar do longo
período, a Tijuca só desgrudou de mim há pouco tempo, quando
transferi meu título de eleitor para o Leblon. Eu me alforriei. Não
sinto mais culpa de morar no melhor lugar do mundo, nem terei mais que passar
de quatro em quatro anos pela Conde de Bonfim para votar na Usina. Apesar do estranhamento
inicial, considero-me completamente "local" e adoraria dar dicas não listadas
que enriquecem a definição de melhor lugar do mundo ("O inverno
no Leblon é...", Veja Rio, 16/8/2006). Vá para as
areias em frente ao Posto 12 e peça mate e biscoito Globo ao Tião
ou ao Antônio. Ninguém me tira da cabeça que os deles são
mais gelados e frescos. Coma um beirute no Café Severino, acompanhado de
algum bom livro comprado na Argumento. Depois de correr pela praia, peça
uma salada de atum do BB. Nada de comer em pé. O bom é sentar em
um dos bancos da esquina e contemplar o que está à volta. Os pastéis
do Seu Martin são de comer ajoelhado. Fica feio pedir só pastel
de almoço, mas eu sempre tenho essa vontade. Na linha moderninha, as caipirinhas
do Juice & Co. são inesquecíveis e muito criativas. Tome muitas,
fique bem tonto e depois coma um enorme sanduíche feito lá mesmo.
Muito importante: faça tudo isso de chinelo e sem pressa. Se estiver por
aqui no início da manhã ou no fim da tarde, ainda ganha de presente
a ida ou a volta dos micos para a floresta da Timóteo da Costa. Com mais
sorte ainda, além dos micos, pode encontrar o Chico saindo ou voltando
para casa! O Leblon só se desvenda mesmo quando se vem para cá e
se resolve nunca mais ir embora. Ele faz você abrir mão de melhores
opções profissionais e até mesmo de grandes amores. Comigo
foi assim. Daniela Silva
Pereira, por
e-mail
Caçadores de
best-sellers
Gostaria de elogiar Veja
Rio pela reportagem "Caçadores de best-sellers" (9/8/2006), que
nos mostrou um mundo tão concorrido, até então desconhecido
para nós, leitores. Eu não imaginava que havia todo esse jogo para
conseguir lançar um livro em nosso país e fiquei ainda mais interessado
em ler todas as obras citadas. Parabéns pela excelente matéria.
Bruno Motta, por
e-mail Perda
total 1 Gostaria de parabenizar
Tutty Vasques pela crônica "Perda total" (Veja Rio, 2/8/2006).
Achei bastante criativa, e ele se saiu muito bem para cobrir a perda do artigo
no qual havia levado horas trabalhando. Lydia
Velasco, por
e-mail Perda
total 2 Ao ler na sessão
"Opinião do Leitor" que a assinante Livia Villas Boas também teve
problemas com o uso do Word, como Tutty Vasques, perdendo o texto que havia escrito
depois de exaustivo trabalho, resolvi escrever para dar uma dica simples: basta
clicar no Word em Ferramentas, depois em Opções e por fim em Salvar,
configurando da melhor maneira. Assim, esses tipos de ocorrência não
serão mais um pesadelo. Luís
Felipe Vargas de Mello, por
e-mail
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