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23 de agosto de 2006

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OPINIÃO DO LEITOR

Mergulho no passado 1

Foi com grande satisfação que vi, li e digitalizei para salvar no meu computador a excelente reportagem "Mergulho no passado" (Veja Rio, 16/8/2006), sobre o trabalho de recuperação do material da Atlântida. Fiquei muito interessado, pois como hobby estudo há anos o Rio de Janeiro, principalmente o que diz respeito a arquitetura e urbanismo. Vindo a público esse material, teremos diversos elementos para os nossos estudos. Parabéns.
Rouen,
por e-mail

 

Mergulho no passado 2

Gostaria de fazer um desabafo, porque não agüento mais. A capa da edição de Veja Rio de 9/8/2006 trazia o título "Caçadores de best-sellers". Aqui no Rio nós queremos ler sobre caçadores de bandidos, queremos ler sobre o que mais interessa aos moradores neste momento: segurança. Mais um turista foi assassinado na Praia de Copacabana. O crime ocorreu pela manhã, em plena luz do dia. Chega de falar da Copacabana dos anos 50 ("Mergulho no passado", Veja Rio, 16/8/2006). Aquela Copacabana não existe mais. Não quero ver o banho de sangue que poderá acontecer quando a cidade estiver cheia de turistas durante os Jogos Pan-Americanos. Os bandidos estão ansiosos pela chegada deles.
Cláudio Costa Vilhena de Morais,
por e-mail

 

Inverno no Leblon

Como Tutty Vasques, nasci na Tijuca e vim morar na Zona Sul há quase dez anos. Apesar do longo período, a Tijuca só desgrudou de mim há pouco tempo, quando transferi meu título de eleitor para o Leblon. Eu me alforriei. Não sinto mais culpa de morar no melhor lugar do mundo, nem terei mais que passar de quatro em quatro anos pela Conde de Bonfim para votar na Usina. Apesar do estranhamento inicial, considero-me completamente "local" e adoraria dar dicas não listadas que enriquecem a definição de melhor lugar do mundo ("O inverno no Leblon é...", Veja Rio, 16/8/2006). Vá para as areias em frente ao Posto 12 e peça mate e biscoito Globo ao Tião ou ao Antônio. Ninguém me tira da cabeça que os deles são mais gelados e frescos. Coma um beirute no Café Severino, acompanhado de algum bom livro comprado na Argumento. Depois de correr pela praia, peça uma salada de atum do BB. Nada de comer em pé. O bom é sentar em um dos bancos da esquina e contemplar o que está à volta. Os pastéis do Seu Martin são de comer ajoelhado. Fica feio pedir só pastel de almoço, mas eu sempre tenho essa vontade. Na linha moderninha, as caipirinhas do Juice & Co. são inesquecíveis e muito criativas. Tome muitas, fique bem tonto e depois coma um enorme sanduíche feito lá mesmo. Muito importante: faça tudo isso de chinelo e sem pressa. Se estiver por aqui no início da manhã ou no fim da tarde, ainda ganha de presente a ida ou a volta dos micos para a floresta da Timóteo da Costa. Com mais sorte ainda, além dos micos, pode encontrar o Chico saindo ou voltando para casa! O Leblon só se desvenda mesmo quando se vem para cá e se resolve nunca mais ir embora. Ele faz você abrir mão de melhores opções profissionais e até mesmo de grandes amores. Comigo foi assim.
Daniela Silva Pereira,
por e-mail

 

Caçadores de best-sellers

Gostaria de elogiar Veja Rio pela reportagem "Caçadores de best-sellers" (9/8/2006), que nos mostrou um mundo tão concorrido, até então desconhecido para nós, leitores. Eu não imaginava que havia todo esse jogo para conseguir lançar um livro em nosso país e fiquei ainda mais interessado em ler todas as obras citadas. Parabéns pela excelente matéria.
Bruno Motta,
por e-mail

 

Perda total 1

Gostaria de parabenizar Tutty Vasques pela crônica "Perda total" (Veja Rio, 2/8/2006). Achei bastante criativa, e ele se saiu muito bem para cobrir a perda do artigo no qual havia levado horas trabalhando.
Lydia Velasco,
por e-mail

 

Perda total 2

Ao ler na sessão "Opinião do Leitor" que a assinante Livia Villas Boas também teve problemas com o uso do Word, como Tutty Vasques, perdendo o texto que havia escrito depois de exaustivo trabalho, resolvi escrever para dar uma dica simples: basta clicar no Word em Ferramentas, depois em Opções e por fim em Salvar, configurando da melhor maneira. Assim, esses tipos de ocorrência não serão mais um pesadelo.
Luís Felipe Vargas de Mello,
por e-mail

 

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