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VEJA RIO RECOMENDA NO
MUSEU
Fotos divulgação  |
| A Primeira Missa no
Brasil (1860), de Vítor Meireles: obra restaurada |
Cercado de tapumes há meses
e sem abrir nos fins de semana, o Museu Nacional de Belas Artes começa
a produzir boas novas. Na terça (19), depois de um trabalho de restauração
iniciado em abril e que custou 200 000 reais, volta a ser exposta ao público
a tela A Primeira Missa no Brasil (1860), de Vítor Meireles, ícone
maiúsculo (2,68 por 3,56 metros) da pintura nacional. No mesmo dia, reabre,
após seis anos, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea,
1 800 metros quadrados embelezados por obras de nomes como Lasar Segall, Di Cavalcanti,
Goeldi e Pancetti. A visitação nos fins de semana volta a acontecer
a partir de 13 de janeiro. ROCK
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| Caetano e o jovem trio: no Circo | A
concorrida apresentação no TIM Festival, em outubro, foi um aperitivo
saboroso o suficiente para levar ao delírio antigos fãs e
jovens que nem eram nascidos na época do tropicalismo. Agora Caetano Veloso
mostra na íntegra o show de lançamento do CD Cê, trabalho
vigoroso que reforça e atualiza seus laços com o rock. Serão
duas sessões, na terça (19) e na quarta, às 22h, no Circo
Voador. Caetano toca 24 músicas, duas no bis, ao lado do jovem trio formado
por Pedro Sá (guitarra e contrabaixo), Ricardo Dias Gomes (contrabaixo
e teclado) e Marcelo Callado (bateria). O roteiro é dominado por novas
canções, com destaque para Minhas Lágrimas, Waly Salomão
e Não Me Arrependo, mas também resgata músicas do
cultuado Transa, de 1972. São desse disco Nine Out of Ten
e You Don't Know Me, prevista para o bis. Outra boa surpresa é
Como Dois e Dois, composição do baiano que ganhou gravações
antológicas de Roberto Carlos e Gal Costa. TOM
I
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| Ney: com orquestra no Theatro Municipal | O
projeto Jobim Sinfônico rendeu, em 2002, gravação de DVD e
CD, ao vivo, em São Paulo. Agora, chega ao Rio, em apresentação
na terça (19), às 21h, no Theatro Municipal. O grandioso tributo
a Tom Jobim reúne a Orquestra Sinfônica Brasileira, com regência
de Roberto Minczuk, os cantores Ney Matogrosso, Maucha Adnet, Muiza Adnet e Roberta
Sá, os violonistas Paulo Jobim e Mario Adnet, o pianista Marco Nimrichter
e um repertório único. O programa vai dos clássicos Retrato
em Branco e Preto, Inútil Paisagem e Falando de Amor, todos
na voz de Ney, à inédita Lenda, escrita por Jobim em 1954,
e quatro movimentos de Orfeu da Conceição (1956), a peça
que uniu pela primeira vez os parceiros Tom e Vinicius.
TOM II
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| Trio Jobim: show no Jardim Botânico |
Para festejar a inauguração
da Casa do Acervo, espaço anexo ao Centro Tom Jobim, no Jardim Botânico,
o Trio Jobim formado por Paulo (violão), filho de Tom, Daniel (piano),
neto, e pelo baterista Paulo Braga desfia composições do
mestre inspiradas na ecologia, como O Boto, Correnteza, Passarim e Sempre
Verde. O show, gratuito, acontece na quinta (21), às 20h. O novo espaço
vai franquear ao público todo o acervo digitalizado da obra de Tom Jobim,
além de documentos, como cartas pessoais, e material em áudio e
vídeo. |