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20 de dezembro de 2006

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NO MUSEU


Fotos divulgação
A Primeira Missa no Brasil (1860), de Vítor Meireles: obra restaurada

Cercado de tapumes há meses e sem abrir nos fins de semana, o Museu Nacional de Belas Artes começa a produzir boas novas. Na terça (19), depois de um trabalho de restauração iniciado em abril e que custou 200 000 reais, volta a ser exposta ao público a tela A Primeira Missa no Brasil (1860), de Vítor Meireles, ícone maiúsculo (2,68 por 3,56 metros) da pintura nacional. No mesmo dia, reabre, após seis anos, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea, 1 800 metros quadrados embelezados por obras de nomes como Lasar Segall, Di Cavalcanti, Goeldi e Pancetti. A visitação nos fins de semana volta a acontecer a partir de 13 de janeiro.

 

ROCK

Caetano e o jovem trio: no Circo

A concorrida apresentação no TIM Festival, em outubro, foi um aperitivo – saboroso o suficiente para levar ao delírio antigos fãs e jovens que nem eram nascidos na época do tropicalismo. Agora Caetano Veloso mostra na íntegra o show de lançamento do CD Cê, trabalho vigoroso que reforça e atualiza seus laços com o rock. Serão duas sessões, na terça (19) e na quarta, às 22h, no Circo Voador. Caetano toca 24 músicas, duas no bis, ao lado do jovem trio formado por Pedro Sá (guitarra e contrabaixo), Ricardo Dias Gomes (contrabaixo e teclado) e Marcelo Callado (bateria). O roteiro é dominado por novas canções, com destaque para Minhas Lágrimas, Waly Salomão e Não Me Arrependo, mas também resgata músicas do cultuado Transa, de 1972. São desse disco Nine Out of Ten e You Don't Know Me, prevista para o bis. Outra boa surpresa é Como Dois e Dois, composição do baiano que ganhou gravações antológicas de Roberto Carlos e Gal Costa.

 

Veja também
Repertório completo - show de Caetano Veloso no Circo Voador

 

TOM I

Ney: com orquestra no Theatro Municipal

O projeto Jobim Sinfônico rendeu, em 2002, gravação de DVD e CD, ao vivo, em São Paulo. Agora, chega ao Rio, em apresentação na terça (19), às 21h, no Theatro Municipal. O grandioso tributo a Tom Jobim reúne a Orquestra Sinfônica Brasileira, com regência de Roberto Minczuk, os cantores Ney Matogrosso, Maucha Adnet, Muiza Adnet e Roberta Sá, os violonistas Paulo Jobim e Mario Adnet, o pianista Marco Nimrichter e um repertório único. O programa vai dos clássicos Retrato em Branco e Preto, Inútil Paisagem e Falando de Amor, todos na voz de Ney, à inédita Lenda, escrita por Jobim em 1954, e quatro movimentos de Orfeu da Conceição (1956), a peça que uniu pela primeira vez os parceiros Tom e Vinicius.

 

TOM II


Trio Jobim: show no Jardim Botânico

Para festejar a inauguração da Casa do Acervo, espaço anexo ao Centro Tom Jobim, no Jardim Botânico, o Trio Jobim – formado por Paulo (violão), filho de Tom, Daniel (piano), neto, e pelo baterista Paulo Braga – desfia composições do mestre inspiradas na ecologia, como O Boto, Correnteza, Passarim e Sempre Verde. O show, gratuito, acontece na quinta (21), às 20h. O novo espaço vai franquear ao público todo o acervo digitalizado da obra de Tom Jobim, além de documentos, como cartas pessoais, e material em áudio e vídeo.

     
   

 

 
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