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20 de setembro de 2006

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ARTE

Fotos divulgação
Obra de Iberê Camargo: em exposição na Galeria Ipanema a partir de quarta

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Iberê Camargo (1914-1994) dizia que não pintava modelos, mas emoções. O artista de traços fortes e intensos, grande nome da pintura brasileira, será tratado com a reverência que merece na mostra que leva seu nome e ocupa a Galeria Ipanema a partir de quarta (20). A exposição refaz a trajetória de Iberê Camargo por meio de quarenta pinturas. Estão lá fases fundamentais, como a do carretel, objeto da infância do artista que influenciou pinturas do fim dos anos 50, paisagens e figuras em movimento dos anos 60, e a volta à figuração dos anos 80. Essa última fase é marcada por personagens sombrios, disformes e impressionantes. São os melhores momentos de um artista notável.

 

NOVA MPB


Maria Rita: show do CD Segundo no Canecão

O disco de estréia foi aquele estouro. No CD Segundo, Maria Rita confirmou que é um talento com luz própria. Depois de rodar Brasil afora, Estados Unidos, Argentina e Europa, a cantora lança o DVD baseado no disco com shows no Canecão, na sexta (22) e no sábado, às 22h. O repertório, que, ao vivo, ganha arranjos sofisticados, quase jazzísticos, traz jovens compositores como Rodrigo Maranhão (Recado e O Caminho das Águas) e Marcelo Camelo (Casa Pré-Fabricada). Uma dica: atenção especial para Minha Alma, do grupo O Rappa, e Lavadeira do Rio, de Lenine.

 

CONCERTO

Kremer à frente de seu jovem grupo: na Sala Cecília Meireles

O violinista letão Gidon Kremer é famoso por tocar o instrumento com mestria e por descobrir talentos. Kremer volta ao Rio – esteve aqui em 2002 – para se apresentar na sexta (22), às 20h30, na Sala Cecília Meireles. Vem acompanhado da Kremerata Báltica, grupo que fundou em 1997 para promover jovens músicos da Letônia, da Estônia e da Lituânia. O programa mistura Beethoven (Grande Fuga, Op. 133) e Schumann (Concerto para Violoncelo, Op. 129, em Lá Menor – Orquestração para Violino e Cordas) a obras de Kremer e Libertango, de Piazzolla.

 

DANÇA

Onqotô, do Grupo Corpo: no Municipal

Missa do Orfanato, embalada pela Missa K.139, de Mozart, é peça marcante na trajetória do mineiro Grupo Corpo. Criada em 1989, a deslumbrante coreografia compõe a fase anterior à temática brasileira adotada pelo grupo a partir de 1992. As celebrações dos 250 anos de nascimento de Mozart trouxeram essa obra inquietante e bela de volta aos palcos – no Rio a peça não é apresentada desde 1995. Junto com Onqotô, de 2005, balé que celebra os trinta anos do Grupo Corpo, com trilha assinada por Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, Missa do Orfanato integra o programa que a companhia exibe no Theatro Municipal de quinta (21) a sábado, às 20h, e domingo, às 17h. O grupo também está lançando em DVD o documentário Grupo Corpo – 30 Anos – Uma Família Brasileira.

     
   

 

 
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