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VEJA RIO RECOMENDA ARTE
Fotos divulgação  |
| Obra
de Iberê Camargo: em exposição na
Galeria Ipanema a partir de quarta
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Iberê
Camargo (1914-1994) dizia que não pintava modelos, mas emoções.
O artista de traços fortes e intensos, grande nome da pintura brasileira,
será tratado com a reverência que merece na mostra que leva seu nome
e ocupa a Galeria Ipanema a partir de quarta (20). A exposição refaz
a trajetória de Iberê Camargo por meio de quarenta pinturas. Estão
lá fases fundamentais, como a do carretel, objeto da infância do
artista que influenciou pinturas do fim dos anos 50, paisagens e figuras em movimento
dos anos 60, e a volta à figuração dos anos 80. Essa última
fase é marcada por personagens sombrios, disformes e impressionantes. São
os melhores momentos de um artista notável. NOVA
MPB
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| Maria
Rita: show do CD Segundo
no Canecão |
O disco
de estréia foi aquele estouro. No CD Segundo, Maria Rita confirmou
que é um talento com luz própria. Depois de rodar Brasil afora,
Estados Unidos, Argentina e Europa, a cantora lança o DVD baseado no disco
com shows no Canecão, na sexta (22) e no sábado, às 22h.
O repertório, que, ao vivo, ganha arranjos sofisticados, quase jazzísticos,
traz jovens compositores como Rodrigo Maranhão (Recado e O Caminho das
Águas) e Marcelo Camelo (Casa Pré-Fabricada). Uma dica: atenção
especial para Minha Alma, do grupo O Rappa, e Lavadeira do Rio,
de Lenine. CONCERTO
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| Kremer
à frente de seu
jovem grupo: na Sala
Cecília Meireles |
O violinista
letão Gidon Kremer é famoso por tocar o instrumento com mestria
e por descobrir talentos. Kremer volta ao Rio esteve aqui em 2002
para se apresentar na sexta (22), às 20h30, na Sala Cecília Meireles.
Vem acompanhado da Kremerata Báltica, grupo que fundou em 1997 para promover
jovens músicos da Letônia, da Estônia e da Lituânia.
O programa mistura Beethoven (Grande Fuga, Op. 133) e Schumann (Concerto
para Violoncelo, Op. 129, em Lá Menor Orquestração
para Violino e Cordas) a obras de Kremer e Libertango, de Piazzolla. DANÇA
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| Onqotô,
do Grupo Corpo: no Municipal |
Missa
do Orfanato, embalada pela Missa K.139, de Mozart, é peça
marcante na trajetória do mineiro Grupo Corpo. Criada em 1989, a deslumbrante
coreografia compõe a fase anterior à temática brasileira
adotada pelo grupo a partir de 1992. As celebrações dos 250 anos
de nascimento de Mozart trouxeram essa obra inquietante e bela de volta aos palcos
no Rio a peça não é apresentada desde 1995. Junto
com Onqotô, de 2005, balé que celebra os trinta anos do Grupo
Corpo, com trilha assinada por Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, Missa
do Orfanato integra o programa que a companhia exibe no Theatro Municipal
de quinta (21) a sábado, às 20h, e domingo, às 17h. O grupo
também está lançando em DVD o documentário Grupo
Corpo 30 Anos Uma Família Brasileira. |