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OPINIÃO DO LEITOR
Sinal
de alerta 1
Gostaria
de parabenizar Veja Rio pela excelente reportagem intitulada "Perda total"
(Veja Rio, 13/9/2006), assinada pelos jornalistas Fabio Brisolla,
Sofia Cerqueira e Telma Alvarenga. A matéria soube abordar a questão
da violência no trânsito de forma abrangente, séria e objetiva,
sem sensacionalismo. Veja Rio e seus competentes jornalistas estão
de parabéns!
Luciano
Saboia
Por
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Sinal
de alerta 2 Parabenizo
a revista Veja Rio pela reportagem de capa "Perda total". Está mais
do que na hora de sairmos da condição de "eternos permissivos" diante
das questões sociais, políticas e familiares e começarmos
a buscar meios de equilíbrio, para que nossos jovens não venham
a arcar com essa incapacidade social de estabelecer limites!
Paula
Roscio
Por
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Sinal
de alerta 3 Um
de meus filhos, de 20 anos, sofreu um acidente de carro no mesmo dia e na mesma
hora da tragédia da Lagoa, provavelmente pelos mesmos motivos. Desde esse
dia, tenho lido todas as cartas, reportagens e depoimentos a respeito para tentar
entender os acontecimentos. Achei que iria encontrar em Veja Rio uma discussão
sobre o problema do ponto de vista dos pais, dos jovens e de pessoas envolvidas
em auxiliar e esclarecer essa questão. O que vi foram pessoas dizendo que
temos de pesquisar mais sobre o assunto, "vendendo" sua expertise. Será
que as pessoas que escreveram, pesquisaram, revisaram, editaram não têm
filhos? Será que para elas é, como é para mim, tão
difícil abordar o assunto? Como mãe que se viu numa situação
muito próxima da dos pais desses jovens, gostaria de compreender melhor.
Não estou pedindo soluções milagrosas prêtporter,
mas sim uma abordagem mais questionadora. Mady
Araguez
Por
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Sinal
de alerta 4 A
reportagem "Perda total" não faz referência ao fato de que os cinco
jovens não usavam cinto de segurança. Muitas vezes o leigo, pelo
grau de amassamento do carro, acha que ninguém poderia sair vivo, independentemente
de estar usando ou não o cinto. Esquece que o carro foi projetado para
amassar e com o amassamento absorver a energia. Trabalhei em pronto-socorro de
hospital público e, baseado na minha experiência, posso afirmar que
é quase impossível morrerem tantos passageiros em um acidente se
o cinto for usado corretamente. José
Francisco Algarve
Por e-mail
Sinal
de alerta 5 Há
anos não sei o que é dormir bem. Desde que meus filhos, hoje com
20 e 22 anos, começaram a sair à noite, o sono é leve, cheio
de temores. A mãe está sozinha. "Quem pariu Mateus que o crie."
Nunca entendi esse ditado. A mãe não pode estar na boate, dizendo
para o filho: "Querido, você já bebeu todas. Tá na hora de
ir embora. Vamos de táxi". A mãe não pode dizer para o gerente
da boate: "Seu calhorda, não está vendo que esse garoto é
menor de idade e não pode beber?" A mãe não é policial,
não pode dar incertas na porta das boates, para usar bafômetro na
molecada e se certificar de que ela não vai dirigir. A mãe também
não é policial para ficar fazendo rondas, e interceptar carros além
do limite da velocidade, 300 metros antes do capotamento. A mãe já
fez tudo o que pôde. Tudo o que sabe. Nossa sociedade é infantil,
permissiva. Nosso poder público é sonolento e preguiçoso.
Ninguém quer aquela mãe chata dizendo o que deve ser feito, fiscalizando
e punindo rigorosamente. Não. A lei é para os outros. Temos de fazer
um pacto. Não podemos continuar a deixar que nossos jovens morram feito
passarinhos. Não dá mais para pôr a culpa na mãe.
Claudia
Noronha
Por
e-mail Papel
de louca 1 No
dia que se seguiu ao encontro com a amiga do Tutty Vasques ("Papel de louca",
Veja Rio, 13/9/2006), Francisco Buarque de Hollanda comentou com
o amigo, enquanto caminhava no calçadão: "Que mulher chata! Imagine
me pedir para compor uma canção, no meio do bem-bom. Acaba com qualquer
tesão".
Sílvia
Donado Leve
Por
e-mail
Papel
de louca 2 Eu,
como mais uma das mulheres malucas pelo Chico, me identifiquei demais com a crônica
"Papel de louca". Tutty Vasques é um arraso sempre, mas com essa crônica
ele se superou. Elaine
Nasser
Por
e-mail
15
anos Sou
leitor assíduo de Veja Rio e gostaria de parabenizar a publicação
por seus 15 anos e pedir que continuem sempre assim, com esse sucesso.
Guilherme
Vianna
Por
e-mail
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