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20 de setembro de 2006

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OPINIÃO DO LEITOR


Sinal de alerta 1

Gostaria de parabenizar Veja Rio pela excelente reportagem intitulada "Perda total" (Veja Rio, 13/9/2006), assinada pelos jornalistas Fabio Brisolla, Sofia Cerqueira e Telma Alvarenga. A matéria soube abordar a questão da violência no trânsito de forma abrangente, séria e objetiva, sem sensacionalismo. Veja Rio e seus competentes jornalistas estão de parabéns!

Luciano Saboia

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Sinal de alerta 2

Parabenizo a revista Veja Rio pela reportagem de capa "Perda total". Está mais do que na hora de sairmos da condição de "eternos permissivos" diante das questões sociais, políticas e familiares e começarmos a buscar meios de equilíbrio, para que nossos jovens não venham a arcar com essa incapacidade social de estabelecer limites!

Paula Roscio

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Sinal de alerta 3

Um de meus filhos, de 20 anos, sofreu um acidente de carro no mesmo dia e na mesma hora da tragédia da Lagoa, provavelmente pelos mesmos motivos. Desde esse dia, tenho lido todas as cartas, reportagens e depoimentos a respeito para tentar entender os acontecimentos. Achei que iria encontrar em Veja Rio uma discussão sobre o problema do ponto de vista dos pais, dos jovens e de pessoas envolvidas em auxiliar e esclarecer essa questão. O que vi foram pessoas dizendo que temos de pesquisar mais sobre o assunto, "vendendo" sua expertise. Será que as pessoas que escreveram, pesquisaram, revisaram, editaram não têm filhos? Será que para elas é, como é para mim, tão difícil abordar o assunto? Como mãe que se viu numa situação muito próxima da dos pais desses jovens, gostaria de compreender melhor. Não estou pedindo soluções milagrosas prêt–porter, mas sim uma abordagem mais questionadora.

Mady Araguez

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Sinal de alerta 4

A reportagem "Perda total" não faz referência ao fato de que os cinco jovens não usavam cinto de segurança. Muitas vezes o leigo, pelo grau de amassamento do carro, acha que ninguém poderia sair vivo, independentemente de estar usando ou não o cinto. Esquece que o carro foi projetado para amassar e com o amassamento absorver a energia. Trabalhei em pronto-socorro de hospital público e, baseado na minha experiência, posso afirmar que é quase impossível morrerem tantos passageiros em um acidente se o cinto for usado corretamente.

José Francisco Algarve

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Sinal de alerta 5

Há anos não sei o que é dormir bem. Desde que meus filhos, hoje com 20 e 22 anos, começaram a sair à noite, o sono é leve, cheio de temores. A mãe está sozinha. "Quem pariu Mateus que o crie." Nunca entendi esse ditado. A mãe não pode estar na boate, dizendo para o filho: "Querido, você já bebeu todas. Tá na hora de ir embora. Vamos de táxi". A mãe não pode dizer para o gerente da boate: "Seu calhorda, não está vendo que esse garoto é menor de idade e não pode beber?" A mãe não é policial, não pode dar incertas na porta das boates, para usar bafômetro na molecada e se certificar de que ela não vai dirigir. A mãe também não é policial para ficar fazendo rondas, e interceptar carros além do limite da velocidade, 300 metros antes do capotamento. A mãe já fez tudo o que pôde. Tudo o que sabe. Nossa sociedade é infantil, permissiva. Nosso poder público é sonolento e preguiçoso. Ninguém quer aquela mãe chata dizendo o que deve ser feito, fiscalizando e punindo rigorosamente. Não. A lei é para os outros. Temos de fazer um pacto. Não podemos continuar a deixar que nossos jovens morram feito passarinhos. Não dá mais para pôr a culpa na mãe.

Claudia Noronha

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Papel de louca 1

No dia que se seguiu ao encontro com a amiga do Tutty Vasques ("Papel de louca", Veja Rio, 13/9/2006), Francisco Buarque de Hollanda comentou com o amigo, enquanto caminhava no calçadão: "Que mulher chata! Imagine me pedir para compor uma canção, no meio do bem-bom. Acaba com qualquer tesão".

Sílvia Donado Leve

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Papel de louca 2

Eu, como mais uma das mulheres malucas pelo Chico, me identifiquei demais com a crônica "Papel de louca". Tutty Vasques é um arraso sempre, mas com essa crônica ele se superou.

Elaine Nasser

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15 anos

Sou leitor assíduo de Veja Rio e gostaria de parabenizar a publicação por seus 15 anos e pedir que continuem sempre assim, com esse sucesso.

Guilherme Vianna

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