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Beleza
tipo exportação
André Valentim

Juliana:
novela e seis meses de trabalho em Lisboa |
Até aqui, o caminho era igual ao de outras louras que
iniciaram a escalada na TV como paquita e depois viraram atriz,
com estágio obrigatório em Malhação.
A diferença é que Juliana Baroni está
embarcando para Lisboa para encarnar a protagonista da novela
portuguesa Senhora das Águas. "Vão explorar
a sensualidade da personagem, mas não deve haver cenas
mais ousadas porque os portugueses são conservadores",
diz. Juliana vai aproveitar a estada de seis meses por lá
para dar uma mãozinha a Ruy Guerra, seu professor de
cinema na Universidade Gama Filho, que filma um longa-metragem
em Portugal. "Tenho dirigido cenas na universidade e descobri
que tenho vocação para a coisa."
Só
um livrinho não dói
André Nazareth/Strana

Scarlet:
farra literária e convidados ilustres |
A comemoração do Bloomsday vem com uma licença
poética. Em vez do 16 de junho, dia em que se passa
a ação do romance Ulisses, de James Joyce,
a celebração será dois dias depois, na
segunda-feira, na Argumento do Rio Design Barra. Scarlet
Moon é quem organiza a farra literária,
que terá leituras de trechos do autor irlandês
no original feitas por Lulu Santos, Caetano Veloso e Fernanda
Torres, e debate com a professora Bernardina Pinheiro. "Não
temos de ter esse temor reverencial pelo Joyce", diz Scarlet.
A festa terá música irlandesa ao vivo e coquetel.
É
guerra!
André Nazareth/Strana

Valéria:
feira de pechinchas |
A guerra começou na quarta-feira 13, no New York City
Center. No ano passado, 50 000 pessoas na esmagadora
e esmagada maioria, mulheres foram ao Top Fashion Bazar,
feira que oferece produtos de grife com descontos de até
70%. É um campo de batalha. "O negócio é
chegar cedo e dar uma olhada. Mas, se a pessoa gostar muito
de alguma coisa, é melhor garantir logo, senão
as outras atacam", ensina a dona-de-casa Valéria
Cerqueira, que foi às quatro edições
anteriores da feira. O conflito tem data para acabar: 8 de
julho.
Pode
vir quente
Ronaldo Zanon

Ariadne:
queixa do ex-marido |
O primeiro capítulo foi a saída de casa com
os filhos e a bagagem. A continuação da novela
da separação de Ariadne e Jair Coelho
ocorreu na terça-feira passada. Acompanhada do advogado
José Vieira Júnior, ela compareceu em vão
ao Fórum da Barra para a audiência de conciliação,
suspensa devido a recurso do ex-marido. Ariadne reclama que
ainda não viu a cor do dinheiro da pensão estipulada
em maio, de 18 000 reais para cada filho e de 22 000 reais
para ela. O rebuliço levou a socialite a alterar seus
planos. Trancou o curso de direito e adiou o projeto de uma
autobiografia. "Parei por causa do momento que estou vivendo,
mas pretendo retomar tudo no segundo semestre", diz.
Abra
o olho, Eurico

Biscaia:
ajuda à oposição vascaína
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Como procurador-geral
de Justiça, ele ajudou a trancafiar a turma do jogo
do bicho. Agora, tem outra missão espinhosa: acabar
com a dinastia Eurico Miranda em São Januário.
O botafoguense Antônio Carlos Biscaia foi chamado
pela oposição vascaína para tentar na
Justiça afastar o presidente do clube. O advogado reuniu-se
com integrantes da CPI do Futebol para obter a documentação
e iniciar o processo. "Sempre levo fé. Mas confesso
que aquela briga contra os bicheiros eu no princípio
não acreditava que resultasse em alguma coisa. Acredito
nas instituições." Biscaia está otimista.
"O ACM não perdeu o mandato?"
Este
padre é show
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André Valentim/Strana

Padre
Alex: malabarismo nas horas vagas |
O 19º aniversário da Escola Nacional de Circo
teve missa solene. Até aí, nada de mais. O que
ninguém esperava era ver o sacerdote da celebração
voltar à arena para apresentar seu número de
malabarismo. Padre Alex Coelho descobriu a vocação
eclesiástica aos 23 anos. Antes disso, aos 14, ouviu
o chamado do circo. Aluno da primeira turma da escola circense,
ele se especializou no malabarismo. Ao virar seminarista decidiu
renegar seu passado na lona. Passou. "Dom Eugênio Sales
me chamou para animar a festa de fim de ano de padres e bispos.
Ele gostou", conta, orgulhoso. "Não misturo a vocação
religiosa e o malabarismo, mas sei que o cristianismo valoriza
a arte."
Editado
por Sérgio Garcia. Colaboraram Melissa Jannuzzi,
Isabel Butcher e Marcela Petraglia
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