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VEJA RIO RECOMENDA
SHOWS
Fotos Divulgação
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| A sempre em forma Paula: duas noites no
Vivo Rio |
Paula Toller.
Com boa afinação e invejável forma física,
a vocalista do Kid Abelha surpreendeu ao lançar seu primeiro
CD-solo em 1998. Nove anos mais tarde, o impacto se repete com Sónós.
O disco, que contou com colaboradores internacionais como os
americanos Donavon Frankenreiter, Kevin Johansen e Jesse Harris
(este, autor de Don't Know Why, hit de Norah Jones), inspira
a primeira turnê da cantora sem os tradicionais companheiros
de banda. Em duas noites no Vivo Rio, Paula Toller promete abrir
o show com a bela balada ? (O q É q eu Sou), de Erasmo
Carlos, tirada de Sónós (sim, o título
é esse mesmo). Do primeiro álbum, vai desfiar Derretendo
Satélites, Oito Anos e E o Mundo Não Se Acabou.
Sucesso do Kid Abelha, Grand' Hotel ganhará versão
para piano e voz.
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| A cantora: da Jamaica para o
Canecão em produção
requintada |
Vanessa
da Mata. Lançado em maio, Sim, o terceiro CD da
cantora, é um projeto apurado. Produzido por Mario Caldato
e Kassin, gravado em parte na Jamaica, contou com a participação
de dois pilares do reggae, Sly Dunbar e Robbie Shakespeare, além
do cantor Ben Harper. Em turnê, Vanessa mantém o elevado
padrão que buscou no estúdio. Com cenário de
Hélio Eichbauer e luz de Maneco Quinderé, ela defende
o bom repertório amparada por um quinteto que traz o guitarrista
Davi Moraes. O reggae Vermelho e a dançante Você
Vai Me Destruir estão entre os destaques do disco transpostos
para o palco. Dos trabalhos anteriores, foram escolhidas História
de uma Gata, Não Me Deixe Só e o estouro
Ai Ai Ai.
TEATRO
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| Marieta e Andréa:
carpideiras contra a morte
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As Centenárias. É
uma delícia encontrar Marieta Severo e Andréa Beltrão
transformadas em duas carpideiras do interior nordestino, carregadas
de crenças e sotaque. Em cartaz no Teatro Poeira, a comédia
inspirada de Newton Moreno, autor da incensada Agreste, está
entre as peças mais divertidas da temporada. O humor franco
que recheia a história da dupla de amigas disposta a driblar
a morte é dotado de agilidade e espírito. Em grande
forma, as atrizes dividem a cena com Sávio Moll, impecável
na manipulação dos bonecos criados por Miguel Vellinho.
Na direção, Aderbal Freire-Filho soube explorar bem
o colorido e a ingenuidade dos cafundós do Brasil para oferecer
um espetáculo coeso e sem deslizes. Inteligentes e funcionais,
os figurinos de Samuel Abrantes merecem atenção especial,
assim como a bela parede forrada de mamulengos confeccionados por
Mestre Tonho e Ivete Dibo. Radiante, a comédia As Centenárias
tem tudo para fazer longa carreira.
PARA AS CRIANÇAS
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| A Casa É o
Corpo, de Lygia Clark: sucesso
entre os pequenos |
Tropicália
Uma Revolução na Cultura Brasileira (1967-1972).
Alentada, a mostra mapeia a influência
do movimento em variadas manifestações artísticas.
Enquanto papais e mamães se detêm diante de quadros
explicativos, a criançada se esbalda, transformando o espaço
num imenso playground. Tropicália, de Hélio
Oiticica, é um labirinto povoado por duas barulhentas araras.
Roda dos Prazeres, de Lygia Pape, oferece sucos doces e coloridos.
Criação de Lygia Clark, A Casa É o Corpo
provoca filas de pequenos interessados em explorá-la. Até
um herdeiro do tropicalismo, o artista Ernesto Neto, entra na dança
com Do It. Don't Do It, instalação que lembra
as piscinas de bolas típicas de casas de festa. Um programão
também para as crianças.
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