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18 de junho de 2003
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BEIRA-MAR

Um tipo bem carioca

Divulgação
Noronha: livro sobre malandragem


De malandro ele não tem nada. Como produtor executivo da Conspiração Produções, Luiz Noronha vive na correria da ponte aérea. Mas é justamente esse tema, a malandragem, que ele investiga em Malandros – Notícias de um Submundo Distante, com lançamento na noite de terça (17), no Planetário. O livro enfoca o período entre 1895 e 1929 e cita tipos como Saturnino, Bexiga, Cardosinho da Saúde, Manduca da Praia e, claro, Madame Satã. "O malandro é uma subcultura carioca tão autêntica e seus traços são tão fortes que ele sobreviveu ao tempo", diz o autor.

 

Licença-maternidade?

André Valentim/Strana
Isabeli: rotina de viagens, com o filho a tiracolo


Entre uma amamentada e outra do filho Zion, de 3 meses, a top Isabeli Fontana posou na semana passada em Arraial do Cabo para o catálogo de uma grife carioca. "Não dá para trabalhar cem por cento porque estou amamentando, mas faço umas coisinhas. Meu filho me acompanha sempre", diz ela, longe do peso ideal para seu 1,77 metro: está com 55 quilos e só vai sossegar quando voltar aos míseros 52. Figurinha fácil dos desfiles de Kenzo, Armani e Mark Jacobs, Isabeli mora com o marido, o também top model Álvaro Jacomossi, em Nova York, onde nasceu seu filho. Desde que se tornou mãe, ela já viajou para Londres, Florianópolis, Curitiba e, agora, Rio. "O Zion é quietinho. Nem parece que tem bebê por perto", diz ela.

 
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Galerias de fotos

 

Entre o convento e a Vila Mimosa


Bruno Veiga/Strana
Debora: peça e filme com personagens bem diferentes

A dupla personalidade é levada a extremos pela atriz Debora Olivieri. No filme Desmundo, ela encarna Maria, freira portuguesa que desembarca no Brasil no século XVI. Na peça Veneza, interpreta a prostituta Marta. Debora fez laboratório para compor os personagens: passou uma tarde em um convento de Campos do Jordão e conheceu a Vila Mimosa, ponto de meretrício carioca. Na pele de Maria, ela está com implante no cabelo tingido de preto e lentes da mesma cor. Como Marta, as madeixas voltam ao ruivo natural. "Fazer os dois papéis simultaneamente foi uma tremenda coincidência", diz a atriz. "Observo as prostitutas há muito tempo, e era um desejo antigo interpretar uma delas."

 

Pranchão não é só para velhos surfistas


Bruno Veiga/Strana
Phil: manobra nova e vitória em etapa do Mundial de Longboard

Sua idade, 20 anos, não combina com o pranchão, geralmente usado por surfistas mais velhos pela facilidade de manobrá-lo. Mas Phil Rajzman desembarcou no Rio com o título da etapa brasileira do World Longboard Tour, em Maresias, no litoral paulista. Seu começo no pranchão foi por acaso. "Aos 9 anos entrei num campeonato de longboard só porque não tinha ninguém da minha equipe na categoria", lembra ele, que inventou o ooly up, giro de 360 graus com a prancha no ar. "Quero ficar conhecido por minhas manobras, assim como meu pai ficou conhecido pelo saque jornada nas estrelas", diz ele, filho do ex-jogador de vôlei Bernard.

 

Da areia para o gramado

André Nazareth/Strana
Mariana: competição de golfe


O começo no esporte até que teve algo a ver com a empresa dos pais, uma conhecida grife de moda praia. Porém durou pouco a fase de vôlei e futebol de areia. Mariana de Biasi trocou o Rio por Orlando, onde mora há três anos e estuda negócios internacionais. Lá, aprimorou-se no golfe e faturou o torneio americano universitário por equipes. De férias no Rio, Mariana treina em tempo integral. Ela disputará o Campeonato Aberto do Estado, a partir de quinta (19), no Itanhangá. "Por ora, é só um hobby. No fim da faculdade, quem sabe, posso me tornar jogadora profissional", diz.

 

Modelo nas horas vagas

Cláudia Martins/Strana
Ana Furtado: apresentadora e modelo


Apresentadora do Videoshow à tarde e estudante de jornalismo pela manhã, sem contar os trabalhos como atriz. Nessa rotina de múltiplas ocupações, Ana Furtado ainda dá um jeitinho de não perder de vista sua profissão original, a de modelo. "Dá sempre para arrumar um tempinho", afirma a artista. Recentemente, Ana participou de diversos desfiles e posou para as campanhas de uma marca de jóias e da instituição beneficente Flor de Liz, de auxílio a crianças carentes. "Apóio o maior número de causas possível. Quero mostrar que é sempre viável realizar algo para melhorar a vida do próximo, seja com pequenos, seja com grandes gestos", diz ela.

 

Editado por Sérgio Garcia. Colaborou Melissa Jannuzzi

         
     
 
 
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