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BEIRA-MAR
Um
tipo bem carioca
Divulgação
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| Noronha:
livro sobre malandragem |
De malandro ele não tem nada. Como produtor executivo da
Conspiração Produções, Luiz Noronha
vive na correria da ponte aérea. Mas é justamente
esse tema, a malandragem, que ele investiga em Malandros
Notícias de um Submundo Distante, com lançamento
na noite de terça (17), no Planetário. O livro enfoca
o período entre 1895 e 1929 e cita tipos como Saturnino,
Bexiga, Cardosinho da Saúde, Manduca da Praia e, claro, Madame
Satã. "O malandro é uma subcultura carioca tão
autêntica e seus traços são tão fortes
que ele sobreviveu ao tempo", diz o autor.
Licença-maternidade?
André Valentim/Strana
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| Isabeli:
rotina de viagens, com o filho a tiracolo |
Entre uma amamentada e outra do filho Zion, de 3 meses, a top Isabeli
Fontana posou na semana passada em Arraial do Cabo para o catálogo
de uma grife carioca. "Não dá para trabalhar cem por
cento porque estou amamentando, mas faço umas coisinhas.
Meu filho me acompanha sempre", diz ela, longe do peso ideal para
seu 1,77 metro: está com 55 quilos e só vai sossegar
quando voltar aos míseros 52. Figurinha fácil dos
desfiles de Kenzo, Armani e Mark Jacobs, Isabeli mora com o marido,
o também top model Álvaro Jacomossi, em Nova York,
onde nasceu seu filho. Desde que se tornou mãe, ela já
viajou para Londres, Florianópolis, Curitiba e, agora, Rio.
"O Zion é quietinho. Nem parece que tem bebê por perto",
diz ela.
Entre
o convento e a Vila Mimosa
Bruno Veiga/Strana
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| Debora:
peça e filme com personagens bem diferentes |
A dupla
personalidade é levada a extremos pela atriz Debora Olivieri.
No filme Desmundo, ela encarna Maria, freira portuguesa que
desembarca no Brasil no século XVI. Na peça Veneza,
interpreta a prostituta Marta. Debora fez laboratório para
compor os personagens: passou uma tarde em um convento de Campos
do Jordão e conheceu a Vila Mimosa, ponto de meretrício
carioca. Na pele de Maria, ela está com implante no cabelo
tingido de preto e lentes da mesma cor. Como Marta, as madeixas
voltam ao ruivo natural. "Fazer os dois papéis simultaneamente
foi uma tremenda coincidência", diz a atriz. "Observo as prostitutas
há muito tempo, e era um desejo antigo interpretar uma delas."
Pranchão
não é só para velhos surfistas
Bruno Veiga/Strana
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| Phil:
manobra nova e vitória em etapa do Mundial de Longboard |
Sua
idade, 20 anos, não combina com o pranchão, geralmente
usado por surfistas mais velhos pela facilidade de manobrá-lo.
Mas Phil Rajzman desembarcou no Rio com o título da
etapa brasileira do World Longboard Tour, em Maresias, no litoral
paulista. Seu começo no pranchão foi por acaso. "Aos
9 anos entrei num campeonato de longboard só porque não
tinha ninguém da minha equipe na categoria", lembra ele,
que inventou o ooly up, giro de 360 graus com a prancha no
ar. "Quero ficar conhecido por minhas manobras, assim como meu pai
ficou conhecido pelo saque jornada nas estrelas", diz ele, filho
do ex-jogador de vôlei Bernard.
Da
areia para o gramado
André Nazareth/Strana
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| Mariana:
competição de golfe |
O começo no esporte até que teve algo a ver com a
empresa dos pais, uma conhecida grife de moda praia. Porém
durou pouco a fase de vôlei e futebol de areia. Mariana de
Biasi trocou o Rio por Orlando, onde mora há três anos
e estuda negócios internacionais. Lá, aprimorou-se
no golfe e faturou o torneio americano universitário por
equipes. De férias no Rio, Mariana treina em tempo integral.
Ela disputará o Campeonato Aberto do Estado, a partir de
quinta (19), no Itanhangá. "Por ora, é só um
hobby. No fim da faculdade, quem sabe, posso me tornar jogadora
profissional", diz.
Modelo
nas horas vagas
Cláudia Martins/Strana
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| Ana
Furtado: apresentadora e modelo |
Apresentadora do Videoshow à tarde e estudante de
jornalismo pela manhã, sem contar os trabalhos como atriz.
Nessa rotina de múltiplas ocupações, Ana
Furtado ainda dá um jeitinho de não perder de
vista sua profissão original, a de modelo. "Dá sempre
para arrumar um tempinho", afirma a artista. Recentemente, Ana participou
de diversos desfiles e posou para as campanhas de uma marca de jóias
e da instituição beneficente Flor de Liz, de auxílio
a crianças carentes. "Apóio o maior número
de causas possível. Quero mostrar que é sempre viável
realizar algo para melhorar a vida do próximo, seja com pequenos,
seja com grandes gestos", diz ela.
Editado
por Sérgio Garcia. Colaborou Melissa Jannuzzi
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