Publicidade
 
 


 
 



18 de janeiro de 2006

REPORTAGEM DE CAPA
CIDADE
MODA
AS BOAS COMPRAS
BEIRA-MAR
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


Ricos e famosos 1

Quem tem veleiro fica à mercê das lanchas dos playboys mal-educados que poluem o mar e os ouvidos com funk na última altura. Vamos ao Saco do Céu para mergulhar e apreciar a natureza, mas não dá mais para fazer isso. Que os ricos e famosos fiquem com Angra todinha para eles.

Fabiane Calixto

Por e-mail

 

Ricos e famosos 2

Como mergulhador e freqüentador de Angra há quarenta anos, faltou lembrar que aquele lugar é também um paraíso para quem prefere aproveitar sua natureza exuberante de forma simples e silenciosa. Precisamos proteger as ilhas da invasão de turistas desrespeitosos, entre eles os exibicionistas que manobram seus jet-skis a toda a velocidade à beira d'água e aqueles que deixam para trás montanhas de lixo nas praias desertas.

Philip Greenman

Por e-mail

 

Ricos e famosos 3

Ao longo da existência de VEJA, eu nunca havia ficado diante de uma fotografia tão deslumbrante como a da Ilha Grande publicada nas páginas 8 e 9 de Veja Rio de 11/1/2006.

Raul Moreira dos Reis

Angra dos Reis

 

Ricos e famosos 4

Assino VEJA há mais de quinze anos e não me recordo de ter ficado tão indignado com uma matéria como a dos ricos e famosos em Angra dos Reis. Qual o seu interesse? Mostrar as belezas naturais de Angra? Elas falam por si, não precisam daquelas ou de quaisquer outras pessoas. Dicas de lazer na região? Não servem de padrão, pois apenas uma parcela ínfima da sociedade pode esbanjar dessa forma. Considero um acinte divulgar o modo de vida desta gente, diante da crua realidade social brasileira. Não que não tenham direito de viver como lhes aprouver. Afinal, é uma democracia, num país capitalista. No entanto, é preciso respeitar a sociedade e as classes menos favorecidas, às quais nem um pouco interessa essa matéria.

Flavio Maya Monteiro

Rio de Janeiro

 

Ricos e famosos 5

Eu gostaria de demonstrar minha profunda tristeza com tudo que li na reportagem "Natureza privilegiada" (Veja Rio, 11/1/2006). Mesmo outrora participante de tudo que foi citado, inclusive com algumas das pessoas mencionadas, angustia-me que tal mundo seja prestigiado pela revista. Concordo em que o lugar é magnífico e deve ser louvado e valorizado, como é feito na matéria. Mas em tempos difíceis do nosso país, em meio a problemas seriíssimos e uma questão delicadíssima, que é a nossa desigualdade social, penso não ser de bom-tom ficar alardeando a realidade da elite brasileira, caracterizada pelo luxo e pela ostentação. Triste...

Ana Gabriela Amorim

Rio de Janeiro

 

Novos quiosques

Esses novos quiosques ("Sombra e água fresca", Veja Rio, 11/1/2006) acabarão com um dos programas mais gratos aos cariocas: tomar uma água-de-coco no canudinho, no coco magistralmente aberto com três golpes de facão. E, se pintar uma fominha, ainda comer a polpa do coco, delícia das delícias. O quiosque do Bar Luiz não oferece água-de-coco e o do Nescafé, só engarrafada.

José Vargas

Rio de Janeiro

 

Na onda do surfe

Gostei de saber que o surfe está sendo cada vez mais procurado e praticado, deixando de ser um esporte de desocupados. Essa reportagem ("O paraíso dos surfistas", Veja Rio, 28/12/2005) foi muito boa para a imagem do esporte.

Shirlei Mendes Leal

Rio de Janeiro

 

LOPES MENDES

 
Rosa Gauditano
Jurubaíba (ao lado) e Lopes Mendes (acima)
Marco Terranova/Divulgação


O leitor José Vargas escreveu à redação para comentar a foto publicada na página 18 da edição de 11/1/2006 ("Natureza privilegiada"). "A praia retratada não é Lopes Mendes", alertou. Vários leitores observaram o mesmo. Com razão. Trata-se da Praia de Jurubaíba, mais conhecida como Praia do Dentista, na Ilha da Gipóia. Veja acima a foto correta de Lopes Mendes, uma das praias mais bonitas do Brasil.



MANDE SUA OPINIÃO

E-mail: vejario@abril.com.br

Fax: (21) 2275-9495

Cartas: Praia de Botafogo, 501, bloco B, 1º andar, CEP 22250-040, Rio

As mensagens para Veja Rio devem trazer a assinatura, o endereço, o número da carteira de identidade e o telefone do remetente. Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente.

Ninguém está autorizado a solicitar objetos e mercadorias em lojas a pretexto de produzir fotos para divulgação na coluna As Boas Compras ou em qualquer outra seção da revista.

     
  
   

 

 
VEJA on-line | Veja Rio
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados