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OPINIÃO DO LEITOR Ricos
e famosos 1
Quem
tem veleiro fica à mercê das lanchas dos playboys mal-educados que
poluem o mar e os ouvidos com funk na última altura. Vamos ao Saco do Céu
para mergulhar e apreciar a natureza, mas não dá mais para fazer
isso. Que os ricos e famosos fiquem com Angra todinha para eles.
Fabiane Calixto
Por
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Ricos
e famosos 2 Como
mergulhador e freqüentador de Angra há quarenta anos, faltou lembrar
que aquele lugar é também um paraíso para quem prefere aproveitar
sua natureza exuberante de forma simples e silenciosa. Precisamos proteger as
ilhas da invasão de turistas desrespeitosos, entre eles os exibicionistas
que manobram seus jet-skis a toda a velocidade à beira d'água e
aqueles que deixam para trás montanhas de lixo nas praias desertas.
Philip
Greenman
Por
e-mail
Ricos
e famosos 3 Ao
longo da existência de VEJA, eu nunca havia ficado diante de uma fotografia
tão deslumbrante como a da Ilha Grande publicada nas páginas 8 e
9 de Veja Rio de 11/1/2006. Raul
Moreira dos Reis
Angra dos Reis
Ricos
e famosos 4 Assino
VEJA há mais de quinze anos e não me recordo de ter ficado tão
indignado com uma matéria como a dos ricos e famosos em Angra dos Reis.
Qual o seu interesse? Mostrar as belezas naturais de Angra? Elas falam por si,
não precisam daquelas ou de quaisquer outras pessoas. Dicas de lazer na
região? Não servem de padrão, pois apenas uma parcela ínfima
da sociedade pode esbanjar dessa forma. Considero um acinte divulgar o modo de
vida desta gente, diante da crua realidade social brasileira. Não que não
tenham direito de viver como lhes aprouver. Afinal, é uma democracia, num
país capitalista. No entanto, é preciso respeitar a sociedade e
as classes menos favorecidas, às quais nem um pouco interessa essa matéria.
Flavio
Maya Monteiro
Rio
de Janeiro
Ricos
e famosos 5 Eu
gostaria de demonstrar minha profunda tristeza com tudo que li na reportagem "Natureza
privilegiada" (Veja Rio, 11/1/2006). Mesmo outrora participante de tudo
que foi citado, inclusive com algumas das pessoas mencionadas, angustia-me que
tal mundo seja prestigiado pela revista. Concordo em que o lugar é magnífico
e deve ser louvado e valorizado, como é feito na matéria. Mas em
tempos difíceis do nosso país, em meio a problemas seriíssimos
e uma questão delicadíssima, que é a nossa desigualdade social,
penso não ser de bom-tom ficar alardeando a realidade da elite brasileira,
caracterizada pelo luxo e pela ostentação. Triste...
Ana
Gabriela Amorim
Rio
de Janeiro
Novos
quiosques Esses
novos quiosques ("Sombra e água fresca", Veja Rio, 11/1/2006) acabarão
com um dos programas mais gratos aos cariocas: tomar uma água-de-coco no
canudinho, no coco magistralmente aberto com três golpes de facão.
E, se pintar uma fominha, ainda comer a polpa do coco, delícia das delícias.
O quiosque do Bar Luiz não oferece água-de-coco e o do Nescafé,
só engarrafada. José
Vargas Rio
de Janeiro
Na
onda do surfe Gostei
de saber que o surfe está sendo cada vez mais procurado e praticado, deixando
de ser um esporte de desocupados. Essa reportagem ("O paraíso dos surfistas",
Veja Rio, 28/12/2005) foi muito boa para a imagem do esporte.
Shirlei
Mendes Leal
Rio
de Janeiro
| LOPES
MENDES Rosa
Gauditano
 | | Jurubaíba
(ao lado) e Lopes
Mendes (acima) |
Marco
Terranova/Divulgação
 |
O
leitor José Vargas escreveu à redação para comentar
a foto publicada na página 18 da edição de 11/1/2006 ("Natureza
privilegiada"). "A praia retratada não é Lopes Mendes", alertou.
Vários leitores observaram o mesmo. Com razão. Trata-se da Praia
de Jurubaíba, mais conhecida como Praia do Dentista, na Ilha da Gipóia.
Veja acima a foto correta de Lopes Mendes, uma das praias mais bonitas do Brasil.
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| MANDE
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