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17 de maio de 2006

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Editado por Lívia de Almeida

 

A Broadway de Claudio Botelho

Com Gershwin e Chico Buarque nos palcos cariocas

 
Divulgação
Botelho e atrizes de Side by Side: o som do sucesso

Vantoen Jr.


Eram quatro em cena e dez gatos-pingados na platéia. É assim que Claudio Botelho recorda do seu primeiro espetáculo, ao lado de Cláudia Netto, em 1990. Hello, Gershwin (foto ao lado) acabou fazendo sucesso. Mas nada comparável ao que o aguardaria em 2000 com Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava, junto com Charles Möeller. "Estávamos tão lisos na época que os ensaios eram em casa. Levei um susto quando descobri, depois da estréia, que tinha casa cheia por três semanas", recorda. Desde então, Botelho e Möeller assinaram montagens de musicais como Company, Ópera do Malandro e Side by Side by Sondheim. "Havia um público enorme para esse tipo de espetáculo", constata. A versão in concert da Ópera acaba de estrear no Teatro Leblon. Botelho prepara agora Sweet Charity, de Bob Fosse.

 

Musicais que mexeram com as emoções da platéia carioca

 

 

1996

Diogo Villela é Nelson Gonçalves em Metralha, de Stella Miranda

Adriana Pittigliani/Div.

1998

Claudia Lyra e Claudia Netto em Somos Irmãs, de Sandra Louzada

Vantoen Pereira Jr

2002

Stella Miranda é Carmen em South American Way, de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa

 

 

Divulgação

2000

Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava, de Charles Möeller e Claudio Botelho

Divulgação

2003

Ópera do Malandro, uma superprodução da obra de Chico Buarque com 34 artistas em cena

Divulgação

 

 

Frases

"Adorei. As moças cantam para burro. E as versões são de uma felicidade espantosa. O Claudio (Botelho), ali, é praticamente um parceiro do Cole Porter."

MAURO RASI, diretor de teatro e dramaturgo, dá suas impressões sobre o musical Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava, em julho de 2000

"Construí um herói de capa e espada, o Nelson Gonçalves que eu queria que ele fosse."
STELLA MIRANDA, diretora e autora de Metralha, em 1996

     
   

 

 
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