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OPINIÃO DO LEITOR Sorria,
você está em maio 1
Caro
Tutty, adorei sua crônica sobre o outono no Rio ("Sorria, você está
em maio", Veja Rio, 10/5/2006). Assim como você, sou uma carioca
apaixonada por esta cidade, embora já tenha ameaçado abandoná-la
em um daqueles momentos em que se incorpora o baixo-astral coletivo. Ainda bem
que acordei a tempo e percebi que não conseguiria viver longe de toda essa
beleza inigualavelmente descrita em sua crônica, com a alma de um autêntico
carioca, daqueles que fazem valer a pena continuar aqui e acreditar que podemos
tornar melhores os nossos dias. Obrigada por suas palavras terem contribuído
para fortalecer ainda mais minha convicção de que fiz a escolha
certa optando por não me mudar daqui. Tenho consciência de que somente
palavras e belas paisagens não mudarão a cara amedrontada de uma
cidade refém da violência. Mas acredito que uma crônica como
a sua pode melhorar o astral de muita gente que, acuada pelo medo, tem evitado
sair, encontrar amigos, ir à praia, a um cinema... Lembrarei de você
ao apreciar os dias e as noites deste outono!
Márcia
Stockler
Por
e-mail
Sorria,
você está em maio 2 Não
pude deixar de enviar um elogio à crônica "Sorria, você está
em maio". Meu posicionamento diante de todas as tragédias que estão
por aí foi traduzido na íntegra nesse texto. É isso mesmo.
Sou alienada, graças a Deus. E já há bastante tempo. Mas
não é que no mês de maio minha alienação "melhora"?
Que céu! Que verde! Que temperatura! Que paraíso! Não necessito
mesmo falar de "outros assuntos".
Marina
Marques Por
e-mail
Terror
ao telefone Agradeço
a Fábio Brisolla, Fernanda Thedim e Telma Alvarenga pela excelente reportagem
"Terror ao telefone" (Veja Rio, 26/4/2006), que, além de
esclarecer, orienta o cidadão. Acabei de sofrer uma tentativa desse golpe
e, se não fosse a instrução dada pela revista, teria acreditado
no criminoso. Recebi uma ligação a cobrar na qual a pessoa se identificou
como capitão do Corpo de Bombeiros, dizendo que meu número aparecia
num dos celulares da vítima de um acidente. Depois, disseram que meu marido
tinha sido feito refém em um assalto. Desliguei e imediatamente liguei
para meu marido, confirmando o trote. Parabéns aos repórteres pelo
grande serviço prestado à população e, especialmente,
à minha família. Silvania
Silva
Rio
de Janeiro
Tangos
& milongas 1 Prezado
Manoel Carlos, no fim de sua crônica "Tangos & milongas" (Veja
Rio, 3/5/2006), você quase se desculpa perante os leitores por ter
fugido um pouco "ao estilo das habituais". Bendita fuga! Como é bom ouvir
(ler) alguém sobre suas paixões. E como o tango é apaixonante
e apaixonável! Beleza de crônica. Sei bem o que é parar de
cantar uma música por estar chorando, como acontecia com Sosa, porque também
acontece comigo. Obrigada por essa sua "fuga". Ana
Flores
Por
e-mail Tangos
& milongas 2 Manoel
Carlos, adorei sua crônica "Tangos & milongas". Sou de 1952, tenho 53
anos. Não sou do tempo de Gardel, mas adoro tangos e boleros.
Gilberto Itajahy
Por
e-mail
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