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17 de maio de 2006

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BEIRA-MAR
AS BOAS COMPRAS
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


Sorria, você está em maio 1

Caro Tutty, adorei sua crônica sobre o outono no Rio ("Sorria, você está em maio", Veja Rio, 10/5/2006). Assim como você, sou uma carioca apaixonada por esta cidade, embora já tenha ameaçado abandoná-la em um daqueles momentos em que se incorpora o baixo-astral coletivo. Ainda bem que acordei a tempo e percebi que não conseguiria viver longe de toda essa beleza inigualavelmente descrita em sua crônica, com a alma de um autêntico carioca, daqueles que fazem valer a pena continuar aqui e acreditar que podemos tornar melhores os nossos dias. Obrigada por suas palavras terem contribuído para fortalecer ainda mais minha convicção de que fiz a escolha certa optando por não me mudar daqui. Tenho consciência de que somente palavras e belas paisagens não mudarão a cara amedrontada de uma cidade refém da violência. Mas acredito que uma crônica como a sua pode melhorar o astral de muita gente que, acuada pelo medo, tem evitado sair, encontrar amigos, ir à praia, a um cinema... Lembrarei de você ao apreciar os dias e as noites deste outono!

Márcia Stockler

Por e-mail

 

Sorria, você está em maio 2

Não pude deixar de enviar um elogio à crônica "Sorria, você está em maio". Meu posicionamento diante de todas as tragédias que estão por aí foi traduzido na íntegra nesse texto. É isso mesmo. Sou alienada, graças a Deus. E já há bastante tempo. Mas não é que no mês de maio minha alienação "melhora"? Que céu! Que verde! Que temperatura! Que paraíso! Não necessito mesmo falar de "outros assuntos".

Marina Marques

Por e-mail

 

Terror ao telefone

Agradeço a Fábio Brisolla, Fernanda Thedim e Telma Alvarenga pela excelente reportagem "Terror ao telefone" (Veja Rio, 26/4/2006), que, além de esclarecer, orienta o cidadão. Acabei de sofrer uma tentativa desse golpe e, se não fosse a instrução dada pela revista, teria acreditado no criminoso. Recebi uma ligação a cobrar na qual a pessoa se identificou como capitão do Corpo de Bombeiros, dizendo que meu número aparecia num dos celulares da vítima de um acidente. Depois, disseram que meu marido tinha sido feito refém em um assalto. Desliguei e imediatamente liguei para meu marido, confirmando o trote. Parabéns aos repórteres pelo grande serviço prestado à população e, especialmente, à minha família.

Silvania Silva

Rio de Janeiro

 

Tangos & milongas 1

Prezado Manoel Carlos, no fim de sua crônica "Tangos & milongas" (Veja Rio, 3/5/2006), você quase se desculpa perante os leitores por ter fugido um pouco "ao estilo das habituais". Bendita fuga! Como é bom ouvir (ler) alguém sobre suas paixões. E como o tango é apaixonante e apaixonável! Beleza de crônica. Sei bem o que é parar de cantar uma música por estar chorando, como acontecia com Sosa, porque também acontece comigo. Obrigada por essa sua "fuga".

Ana Flores

Por e-mail

 

Tangos & milongas 2

Manoel Carlos, adorei sua crônica "Tangos & milongas". Sou de 1952, tenho 53 anos. Não sou do tempo de Gardel, mas adoro tangos e boleros.

Gilberto Itajahy

Por e-mail

 

 

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