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VEJA
RIO RECOMENDA
BLUES
Fotos divulgação
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"Na
madrugada / vitrola rolando um blues / Tocando B.B. King sem parar..."
Pois chega de ouvir só em disco, como na canção
de Claudio Zoli: é hora de conferir ao vivo a maior lenda
viva do blues. Na ativa aos 78 anos, o cantor e guitarrista americano
se apresenta no sábado (20) na Marina da Glória. Com
uma discografia que vai de 1949 ao ano passado (quando lançou
o bom Reflections), o bonachão B.B. King canta e toca
a inseparável guitarra Lucille para lembrar onde é
que monstros como Eric Clapton e Gary Moore descobriram o caminho
das pedras que rolam. Na abertura, a partir das 21h, shows dos brasileiros
Celso Blues Boy e Blues Etílicos.
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Veja
também |
Para
ouvir: B. B. King |
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INFANTIL
Começa
nesta semana o II Seminário Nacional Sesc CBTIJ (Centro Brasileiro
de Teatro para a Infância e Juventude). Vai ter muita palestra
séria, mas o melhor sobra para a criançada. De quarta
(17) a domingo, o Teatro Glaucio Gill e o Espaço Sesc vão
abrigar, com entrada franca, doze das melhores peças de temporadas
passadas. Estão previstas, entre outras, Tem Areia no
Maiô (foto), do grupo As Marias da Graça; Cores,
Cantos e Contos, sobre a tradição oral brasileira;
e Luas e Luas, teatro de bonecos.
AQUALUNG
O
rock progressivo vive. Ao menos no Brasil. Uma semana depois de
receber Jon Anderson, do Yes, o Claro Hall é ocupado pelo
Jethro Tull. A banda, que estreou em disco em 1968, é um
projeto do inglês Ian Anderson, vocalista e violonista que
conseguiu a façanha de transformar a flauta transversa em
instrumento roqueiro. Com Ian e outro integrante da formação
clássica, o guitarrista Martin Barre, o grupo vai à
Barra na sexta (19), às 22h30, para relembrar canções
dos tempos de glória, dos discos Aqualung (1971) e
Thick As a Brick (1972). Tempos em que as músicas
se estendiam às vezes por lados inteiros do velho LP, com
muito folk, blues, hard rock e letras de temas fantásticos.
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Veja
também |
Para
ouvir: Jethro Tull |
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RAÍZES
DO BRASIL
Um
dos melhores cineastas brasileiros, Nelson Pereira dos Santos, filmou
vida e obra de um dos maiores pensadores do país, Sérgio
Buarque de Hollanda (foto). O resultado é de primeira.
Raízes do Brasil (nome do filme e do livro mais importante
do historiador), que estréia nos cinemas na sexta (19), é
um documentário em duas partes de 73 minutos que informa
sem ser enfadonhamente didático e reconstrói de forma
bem-humorada a personalidade exuberante de Sérgio Buarque.
Entre os entrevistados que ajudam a moldar na tela a alma do personagem
estão os filhos Chico Buarque e Miúcha e amigos como
Paulo Vanzolini e Antonio Candido.
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