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BEIRA-MAR
Não
basta atuar
Mirian Monteiro/Strana
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| Karine:
na produção antes de entrar em cena |
O negócio
é bater o escanteio e ir para a área cabecear. Karine
Carvalho uniu-se à Criatura Produções,
de João Falcão, e foi à luta. "É uma
questão de necessidade, para criar oportunidades de trabalho",
diz ela. Em setembro, a noviça co-produtora vai estrear o
espetáculo infantil O Pequenino Grão de Areia,
de Falcão. "A maioria dos textos para crianças é
boba. Este não. O autor se comunica com elas de forma inteligente",
comenta a atriz cearense, há cinco anos no Rio, que em julho
estará também em Ivone, Princesa de Borgonha,
do francês Thierry Tremouroux.
Enfim,
juntos na ribalta
Mirian Monteiro/Strana
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| Diogo
e Débora no Parque Lage: nova encenação |
Na TV e no cinema, a dupla já reunia um bocado de histórias.
Faltava ter o que contar no teatro. No espetáculo 5 X
Comédia, o encontro ficou por um triz. "Como a peça
era só de monólogos, acabou que a gente só
se encontrava na coxia", lembra Débora Bloch, que,
enfim, vai fazer um dueto com Diogo Vilela. Eles estão
unidos na produção e, juntos, estarão também
no palco em Tio Vânia, de Tchekov. "É um texto
rico para trabalhar. Você entende o ponto da alma que o autor
quer atingir e se dispõe a ser o veículo para isso",
opina Diogo. A peça estréia no dia 6, no Parque Lage.
"Optamos por um lugar não convencional para encenar", diz
a atriz.
Agitação
é com ela
Mirian Monteiro/Strana
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| Luciana:
aniversário com mostra de Volpi |
A chegada foi ruidosa, natural para quem estava habituada à
agitação do mercado financeiro. Assim que foi trabalhar
com o pai, a economista Luciana Sève reformou a Galeria
de Arte Ipanema e abriu espaço para novos talentos. Logo
conquistou a freguesia. "Conheço o assunto e sei negociar.
Quando o cliente faz questão de ser atendido por meu pai,
fico ao lado dele", diz. Na quinta (15), ela e o pai, o marchand
Luís Sève, comemoram os 38 anos de sua galeria com
uma exposição de Volpi.
Vestibular para cantora
André Valentim/Strana
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| Juliana:
show para avaliar a receptividade |
Na
hora de escolher o nome artístico, ela deixou de fora o sobrenome
materno. Filha de Paulo Betti e Eliane Giardini, Juliana Betti
estreou no Rio como cantora na semana passada. O espetáculo
foi um teste para ela decidir que caminho tomar. "Sempre gostei
de música, mas nunca descartei ser atriz. O show foi para
sentir se as pessoas gostam do meu trabalho", diz ela. Sua madrinha
é a cantora Bebel Gilberto, com quem, uma vez, dividiu o
palco em Nova York.
Homenagem
ao pai
Mirian Monteiro/Strana
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| Julia:
atriz lança livro de poesias do pai |
Linneu
Moreira Dias passou seu último ano de vida ao lado da filha,
a atriz Julia Lemmertz. O ator, que morreu no ano passado,
tinha à mão sempre um caderninho, em que fazia anotações
sobre a vida, a família e o cotidiano das ruas. "Tem uma
fina ironia", diz Julia, que reuniu as poesias do pai em Urbia,
com lançamento na sexta-feira (16), na Bienal do Livro.
Arte
vendida a metro
André Valentim/Strana
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| Monica:
gravuras à venda |
É
uma atitude extrema para dessacralizar a arte. Tal e qual papel
de parede, as gravuras de Monica Barki expostas na galeria
do Ibeu-Copacabana podem ser compradas a metro. "Minha proposta
é disseminar a arte", diz ela. Pelo visto, tem dado certo.
Em um mês foram vendidos mais de 120 metros da obra, ao custo
de 12 reais o metro, tamanho mínimo negociado. "As pessoas
ficaram surpresas com o inusitado do trabalho e com o preço
razoável", conta Monica. "Cada fragmento é uma obra
autônoma e leva minha assinatura. Fiquei satisfeita com o
resultado."
Editado
por Sérgio Garcia. Colaborou Melissa Jannuzzi
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