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13 de setembro de 2006

REPORTAGEM DE CAPA

FESTA
MODA
DEZ MOTIVOS
CIDADE
AS BOAS COMPRAS
VEJA RIO 15 ANOS
BEIRA-MAR
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


15 anos 1

Parabéns por mais um ano de realizações. Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira
Presidente da Firjan
Rio de Janeiro

 

15 anos 2

Acabei de ler a Vejinha aqui em São Paulo e me emocionei. Não sei muito bem por que, mas... Lembrei de como é maravilhosa a minha cidade e as pessoas que fazem dela o melhor lugar do mundo. Eu senti orgulho e voltei a ter vontade de gritar para todo mundo que sou carioca.
Patricia Romano
Por e-mail

 

15 anos 3

Parabéns pelos quinze anos. Fico muito feliz em fazer parte dessa história.
Roberta Sudbrack
Rio de Janeiro

 

15 anos 4

Parabéns pelos quinze anos de uma revista com bossa, informação e estilo.
Kika Gama Lobo
Atitude Comunicação
Rio de Janeiro

 

15 anos 5

A Veja Rio faz quinze anos, mas há muito deixou de ser debutante. Ela já é gente grande, faz parte do dia-a-dia da cidade, pautando sempre o que de melhor acontece no Rio. Que outros tantos anos de sucesso venham pela frente.
Marco Simões, Maurício Bacellar, Rodrigo Mourão, Juliana Leite e Raphael Costa
Coca-Cola Brasil

 

15 anos 6

A Leader parabeniza Veja Rio pelos quinze anos dedicados à cidade, mostrando o que há de melhor em entretenimento, cultura, lazer, comportamento, cidadania e, claro, moda. Desejamos muitas comemorações como essa para a revista que é a imagem do Rio.
Thaís Oliveira
Diretora-superintendente de marketing da Leader

 

15 anos 7

O Supermercado Zona Sul, que se orgulha de ser uma empresa genuinamente carioca, parabeniza Veja Rio pelos quinze anos de dedicação à cidade, mostrando o que ela tem de melhor para seus moradores. Desejamos muitos anos de vida para essa publicação, que tem a cara do Rio.
Jaime Xavier
Diretor comercial do Zona Sul

 

Decoração

Gostei muito da edição especial de decoração (Veja Rio, 30/8/06). Parabéns!
Maria da Penha Delaia
Por e-mail

 

Pau-mulato 1

Li ontem a crônica "Agosto do pau-mulato" e fui hoje mesmo ao Jardim Botânico. Realmente dá vontade de aplaudir de pé. Vou escrever na minha agenda de 2007 para no início de agosto ir até lá. Obrigada por terem me dado um domingo tão bonito.
Eliete Santos
Por e-mail

 

Pau-mulato 2

Encontrei alguém apaixonado como eu pela aléia dos paus-mulatos do templo verde que é o nosso Jardim Botânico. A beleza é tão grandiosa que a minha vontade é compartilhar o magnífico espetáculo da natureza com todos os habitantes desta nossa cidade. Tento todos os anos, chego a telefonar e até a escrever para os jornais, infelizmente sem resultado. Até que li a crônica de Tutty Vasques. Também tenho vontade de aplaudir; a emoção é indescritível! Parabéns.
Cecília Veiga Soares
Por e-mail

 

Pau-mulato 3

As amendoeiras da Praça Paris estiveram deslumbrantes. As folhas amarelas e vermelhas formavam um espetáculo! Andei a pé por ali só para contemplar a beleza e o colorido. Aliás, não sei o que deu nas amendoeiras do Rio de Janeiro nesta época. Todas resolveram soltar o colorido, e, sempre que passava por algum conjunto delas, era aquela lindeza. Até as amendoeiras da Rua Figueiredo Magalhães estavam belas. Aceitando a dica de Tutty Vasques, agora vou ao Jardim Botânico.
Lygia
Por e-mail

 

Dias de Marta 1

Convivi com uma Marta por toda a minha vida e sei bem os estragos causados em filhos, marido, empregados, pais, irmãos. Pessoas assim são insuportáveis e não são felizes porque não merecem ser. Não estamos falando de pessoas com dias de Marta. Eu diria que o tolerável é um dia de Marta a cada dez anos, porque ofender, humilhar, desprezar são coisas muito sérias para fazer com uma pessoa. São os famosos destruidores de auto-estima, que se comprazem em destruir todos os que estão ao seu redor para compensar sua infelicidade. São incapazes de um elogio, de um afago, de um carinho.
Thereza Fontoura
Por e-mail

 

Dias de Marta 2

Oportuna e respeitosa a crônica "Dias de Marta" (Veja Rio, 23/8/2006), abordando o comportamento da Marta, personagem de Páginas da Vida. Eu tenho, e muito, muitos dias de Marta. Quisera não tê-los. Não vivo em minha vida particular nada semelhante. Meus dias de Marta são mais solidários, abrangentes. Solidários porque os vivo por tabela pelas muitas amigas que passam por situação parecida. Abrangentes porque, em sã consciência, alguém que trabalha, e muito, para estruturar uma família, que deixa de viver seus sonhos com a intenção de ver os filhos estudando, progredindo intelectual e profissionalmente, e vê que tal não acontece, tem, sim, todo o direito de ser amarga. Martas existem muito mais do que se imagina.
Tânia de Castro Martins
Por e-mail

 

Inverno no Leblon 1

As mulheres do Leblon (morei lá durante 23 anos e hoje tenho 44) falam de qualquer coisa. Falamos sobre política, economia, trabalho, educação de filhos, casa etc. Também falamos sobre pilates etc. Acho que Tutty Vasques deveria ter encontrado alguém mais interessante para mostrar quanto o Leblon é eclético. Tem pessoas vazias e pessoas com conteúdo como em qualquer outro lugar. Existe preconceito por ser um bairro onde muitos ricos vivem, mas também há pessoas normais por ali.
Denise Pessanha
Por e-mail

 

Inverno no Leblon 2

Depois de ler a crônica "O inverno no Leblon é...", uma descrição maravilhosa, com humor, leve, engraçada, sarcástica, só posso dizer uma coisa: Tutty Vasques, saia da Tijuca e se mude para o Leblon. É tudo de bom.
Patrícia
Por e-mail

 

Ordem no Rio 1

Mais uma vez Veja Rio presta um serviço de utilidade pública. É muito bom saber que há um órgão público que se preocupa em melhorar nossa qualidade de vida. Para um prefeito virtual é necessário uma atuação real.
José Luiz de Jesus Salgado
Por e-mail

 

Ordem no Rio 2

Gostaria de fazer um apelo à ilustre promotora Denise Tarin: que inclua em sua pauta de combate à desordem urbana a retirada das gangues de mendigos que residem nas areias das mais belas praias do Brasil. Acho impossível que ninguém mais enxergue esse absurdo. Por pura demagogia as autoridades preferem fingir que isso não existe. É mais "bonito" atacar outras causas e deixar passar despercebido que as praias estão virando verdadeiras favelas. Sei de antemão que a minha opinião não é bem-vinda. Não sei por que razão a maioria das pessoas acha chique fingir que é politicamente mais aceitável tal situação.
Maria Aparecida Macedo
Por e-mail

 

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