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OPINIÃO DO LEITOR
15
anos 1
Parabéns por mais um ano
de realizações. Eduardo Eugênio
Gouvêa Vieira Presidente
da Firjan Rio de Janeiro
15 anos 2
Acabei de ler a Vejinha aqui em São Paulo e me emocionei. Não
sei muito bem por que, mas... Lembrei de como é maravilhosa a minha cidade
e as pessoas que fazem dela o melhor lugar do mundo. Eu senti orgulho e voltei
a ter vontade de gritar para todo mundo que sou carioca. Patricia
Romano Por
e-mail 15
anos 3 Parabéns pelos quinze
anos. Fico muito feliz em fazer parte dessa história. Roberta
Sudbrack Rio
de Janeiro 15
anos 4 Parabéns pelos quinze
anos de uma revista com bossa, informação e estilo. Kika
Gama Lobo Atitude
Comunicação Rio
de Janeiro 15
anos 5 A Veja Rio
faz quinze anos, mas há muito deixou de ser debutante. Ela já é
gente grande, faz parte do dia-a-dia da cidade, pautando sempre o que de melhor
acontece no Rio. Que outros tantos anos de sucesso venham pela frente. Marco
Simões, Maurício Bacellar, Rodrigo Mourão, Juliana Leite
e Raphael Costa Coca-Cola
Brasil 15
anos 6 A Leader parabeniza Veja
Rio pelos quinze anos dedicados à cidade, mostrando o que há
de melhor em entretenimento, cultura, lazer, comportamento, cidadania e, claro,
moda. Desejamos muitas comemorações como essa para a revista que
é a imagem do Rio. Thaís
Oliveira Diretora-superintendente
de marketing
da
Leader 15
anos 7 O Supermercado Zona Sul,
que se orgulha de ser uma empresa genuinamente carioca, parabeniza Veja Rio
pelos quinze anos de dedicação à cidade, mostrando o que
ela tem de melhor para seus moradores. Desejamos muitos anos de vida para essa
publicação, que tem a cara do Rio. Jaime
Xavier Diretor comercial
do Zona Sul Decoração
Gostei muito da edição
especial de decoração (Veja Rio, 30/8/06). Parabéns!
Maria da Penha Delaia
Por
e-mail Pau-mulato
1 Li ontem a crônica "Agosto
do pau-mulato" e fui hoje mesmo ao Jardim Botânico. Realmente dá
vontade de aplaudir de pé. Vou escrever na minha agenda de 2007 para no
início de agosto ir até lá. Obrigada por terem me dado um
domingo tão bonito. Eliete
Santos Por e-mail
Pau-mulato
2 Encontrei alguém apaixonado
como eu pela aléia dos paus-mulatos do templo verde que é o nosso
Jardim Botânico. A beleza é tão grandiosa que a minha vontade
é compartilhar o magnífico espetáculo da natureza com todos
os habitantes desta nossa cidade. Tento todos os anos, chego a telefonar e até
a escrever para os jornais, infelizmente sem resultado. Até que li a crônica
de Tutty Vasques. Também tenho vontade de aplaudir; a emoção
é indescritível! Parabéns. Cecília
Veiga Soares Por e-mail
Pau-mulato 3
As amendoeiras da Praça Paris estiveram deslumbrantes. As folhas amarelas
e vermelhas formavam um espetáculo! Andei a pé por ali só
para contemplar a beleza e o colorido. Aliás, não sei o que deu
nas amendoeiras do Rio de Janeiro nesta época. Todas resolveram soltar
o colorido, e, sempre que passava por algum conjunto delas, era aquela lindeza.
Até as amendoeiras da Rua Figueiredo Magalhães estavam belas. Aceitando
a dica de Tutty Vasques, agora vou ao Jardim Botânico. Lygia
Por e-mail
Dias de Marta 1
Convivi com uma Marta por toda a minha vida e sei bem os estragos causados em
filhos, marido, empregados, pais, irmãos. Pessoas assim são insuportáveis
e não são felizes porque não merecem ser. Não estamos
falando de pessoas com dias de Marta. Eu diria que o tolerável é
um dia de Marta a cada dez anos, porque ofender, humilhar, desprezar são
coisas muito sérias para fazer com uma pessoa. São os famosos destruidores
de auto-estima, que se comprazem em destruir todos os que estão ao seu
redor para compensar sua infelicidade. São incapazes de um elogio, de um
afago, de um carinho. Thereza
Fontoura Por e-mail
Dias de Marta 2
Oportuna e respeitosa a crônica
"Dias de Marta" (Veja Rio, 23/8/2006), abordando o comportamento da Marta,
personagem de Páginas da Vida. Eu tenho, e muito, muitos dias de
Marta. Quisera não tê-los. Não vivo em minha vida particular
nada semelhante. Meus dias de Marta são mais solidários, abrangentes.
Solidários porque os vivo por tabela pelas muitas amigas que passam por
situação parecida. Abrangentes porque, em sã consciência,
alguém que trabalha, e muito, para estruturar uma família, que deixa
de viver seus sonhos com a intenção de ver os filhos estudando,
progredindo intelectual e profissionalmente, e vê que tal não acontece,
tem, sim, todo o direito de ser amarga. Martas existem muito mais do que se imagina.
Tânia de Castro Martins
Por e-mail
Inverno no Leblon 1
As mulheres do Leblon (morei lá durante 23 anos e hoje tenho 44) falam
de qualquer coisa. Falamos sobre política, economia, trabalho, educação
de filhos, casa etc. Também falamos sobre pilates etc. Acho que Tutty Vasques
deveria ter encontrado alguém mais interessante para mostrar quanto o Leblon
é eclético. Tem pessoas vazias e pessoas com conteúdo como
em qualquer outro lugar. Existe preconceito por ser um bairro onde muitos ricos
vivem, mas também há pessoas normais por ali. Denise
Pessanha Por e-mail
Inverno no Leblon 2
Depois de ler a crônica "O inverno
no Leblon é...", uma descrição maravilhosa, com humor, leve,
engraçada, sarcástica, só posso dizer uma coisa: Tutty Vasques,
saia da Tijuca e se mude para o Leblon. É tudo de bom. Patrícia
Por e-mail
Ordem no Rio 1
Mais uma vez Veja Rio presta um serviço de utilidade pública.
É muito bom saber que há um órgão público que
se preocupa em melhorar nossa qualidade de vida. Para um prefeito virtual é
necessário uma atuação real. José
Luiz de Jesus Salgado
Por e-mail
Ordem no Rio 2
Gostaria de fazer um apelo à ilustre promotora Denise Tarin: que inclua
em sua pauta de combate à desordem urbana a retirada das gangues de mendigos
que residem nas areias das mais belas praias do Brasil. Acho impossível
que ninguém mais enxergue esse absurdo. Por pura demagogia as autoridades
preferem fingir que isso não existe. É mais "bonito" atacar outras
causas e deixar passar despercebido que as praias estão virando verdadeiras
favelas. Sei de antemão que a minha opinião não é
bem-vinda. Não sei por que razão a maioria das pessoas acha chique
fingir que é politicamente mais aceitável tal situação.
Maria Aparecida Macedo
Por e-mail
MANDE
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