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11 de abril de 2007

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A OPINIÃO DO LEITOR
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A OPINIÃO DO LEITOR


Cristo Redentor

Por ser carioca e, principalmente, brasileira, fico na torcida para que o Cristo Redentor seja escolhido como uma das novas maravilhas do mundo. Apesar de sempre ter morado aqui, só fui conhecê-lo com 19 anos de idade. E existem milhares de cariocas que nunca o visitaram. Acho que o Projeto Carioquinha deveria ser ampliado para dar chance a quem mora na cidade de vislumbrar nosso Rio tão lindo (apesar de maltratado) lá de cima.
Fabiana Filippo

 

Acesso

Na matéria "Liberdade de movimentos" (4 de abril) consta que na Biblioteca Nacional há escadaria e outras barreiras que dificultam o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais. Gostaríamos de esclarecer que o prédio da Biblioteca Nacional foi inaugurado em 1910 e naquela época não havia essa preocupação. Além do mais, pelo fato de o edifício ser tombado pelo Patrimônio Histórico, qualquer modificação tem de ser analisada com cuidado. Mas informamos que há uma entrada especial para idosos e portadores de necessidades especiais pela portaria dos fundos, na Rua México, com rampa e elevadores, e que também há banheiros apropriados do 1º ao 4º andares.
José Carlos dos Santos Macedo, Rutonio Sant'Anna e José Augusto Gonçalves,
Presidente e diretores da Associação dos Servidores da Fundação Biblioteca Nacional

É preciso conscientizar profissionais da construção e público consumidor para que, juntos, busquemos melhor qualidade de vida para todos. Para que a acessibilidade aconteça, é necessário que toda a população se mobilize, exigindo adequações em prédios, hospitais, ruas, escolas, transportes coletivos, teatros, shoppings e restaurantes, para garantir direitos iguais a todos. Precisamos derrubar preconceitos, construir solidariedade e semear o respeito ao próximo. Fiquei muito feliz ao saber que Veja Rio publicará os locais que têm acesso aos deficientes.
Marcéli Ramalho Fontoura

 

Manoel Carlos

Não sei quem disse a frase "Num incêndio, entre salvar um gato e um Rembrandt, salvaria o gato". Certamente, entre salvar um ou outro, eu também escolheria o gato. Quando era adolescente passei por uma situação parecida; a casa em que eu morava pegou fogo. Lá não havia a mínima possibilidade de ter um Rembrandt, mas meu álbum de fotos de artistas com alguns autógrafos era muito valioso. Deixei o álbum para trás e salvei minha gata branca.
Vanja Freitas

 

 

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