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A OPINIÃO
DO LEITOR Cristo Redentor Por
ser carioca e, principalmente, brasileira, fico na torcida para que o Cristo Redentor
seja escolhido como uma das novas maravilhas do mundo. Apesar de sempre ter morado
aqui, só fui conhecê-lo com 19 anos de idade. E existem milhares
de cariocas que nunca o visitaram. Acho que o Projeto Carioquinha deveria ser
ampliado para dar chance a quem mora na cidade de vislumbrar nosso Rio tão
lindo (apesar de maltratado) lá de cima. Fabiana
Filippo
Acesso
Na matéria "Liberdade de movimentos" (4 de abril) consta que na Biblioteca
Nacional há escadaria e outras barreiras que dificultam o acesso de pessoas
portadoras de necessidades especiais. Gostaríamos de esclarecer que o prédio
da Biblioteca Nacional foi inaugurado em 1910 e naquela época não
havia essa preocupação. Além do mais, pelo fato de o edifício
ser tombado pelo Patrimônio Histórico, qualquer modificação
tem de ser analisada com cuidado. Mas informamos que há uma entrada especial
para idosos e portadores de necessidades especiais pela portaria dos fundos, na
Rua México, com rampa e elevadores, e que também há banheiros
apropriados do 1º ao 4º andares. José
Carlos dos Santos Macedo, Rutonio Sant'Anna e José Augusto Gonçalves,
Presidente e diretores da Associação
dos Servidores da Fundação Biblioteca
Nacional É preciso conscientizar
profissionais da construção e público consumidor para que,
juntos, busquemos melhor qualidade de vida para todos. Para que a acessibilidade
aconteça, é necessário que toda a população
se mobilize, exigindo adequações em prédios, hospitais, ruas,
escolas, transportes coletivos, teatros, shoppings e restaurantes, para garantir
direitos iguais a todos. Precisamos derrubar preconceitos, construir solidariedade
e semear o respeito ao próximo. Fiquei muito feliz ao saber que Veja
Rio publicará os locais que têm acesso aos deficientes. Marcéli
Ramalho Fontoura Manoel
Carlos Não sei quem disse
a frase "Num incêndio, entre salvar um gato e um Rembrandt, salvaria o gato".
Certamente, entre salvar um ou outro, eu também escolheria o gato. Quando
era adolescente passei por uma situação parecida; a casa em que
eu morava pegou fogo. Lá não havia a mínima possibilidade
de ter um Rembrandt, mas meu álbum de fotos de artistas com alguns autógrafos
era muito valioso. Deixei o álbum para trás e salvei minha gata
branca. Vanja Freitas
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