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OPINIÃO DO LEITOR
Perda
total 1 Fiquei
penalizada ao ler a crônica "Perda total" (Veja Rio, 2/8/2006).
É realmente muito ruim perder totalmente um trabalho depois de horas, dias
ou meses de esforço. Mas isso pode ser evitado com o uso de um pen drive,
o substituto do disquete e do CD. É pequeno, tem capacidade que varia de
128 megabytes a 1 gigabyte e pode ser utilizado para salvar vários tipos
de arquivo. Com ele, Tutty poderia levar suas crônicas de casa para o escritório,
e vice-versa, de forma segura sem correr o risco de perder nada.
Fátima
Silva,
por
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Perda
total 2 Já
vivi situações idênticas às da crônica "Perda
total", mas sobrevivi às modernidades e hoje consigo me planejar melhor.
Também tenho de me organizar em dois computadores, o de casa e o da empresa.
Gravo num pen drive tudo o que desejo transportar de um para o outro, pois é
só plugá-lo no computador. E há a vantagem de poder carregá-lo
para todo lado e acessar em qualquer computador, a qualquer hora.
Valéria
Giannini,
por
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Perda
total 3 Esse
texto é uma amostra de como, em alguns casos, é possível
tirar de um limão bem azedo uma gostosa limonada. Excelente crônica!
Osmarino
Pinheiro, por
e-mail
Perda
total 4 Também
trabalho muito com textos e não raro arquivo coisas em pastas erradas.
Mas tenho um sistema quase infalível (com essas máquinas nada é
infalível): tenho sempre um disquete (disquete, não CDR) no drive,
e tudo em que estou trabalhando é salvo ali antes de desligar a máquina.
Logo, tenho algo arquivado fora do computador. No caso de artigos, o ideal é
gravar no disquete e imprimir. Minha solução é meio "das
trevas", mas, apesar de ainda não ter chegado aos 40 (estou muito perto),
gosto mais de dinheiro vivo do que cartões, e mais de livros de papel do
que em telas. Se tem de ligar na tomada ou no telefone, já desconfio.
Gustavo
Toscano,
por
e-mail
Prefeito
virtual 1 Sou
carioca e me senti indignada ao ler na reportagem "Na ponta dos dedos" (Veja
Rio, 26/7/2006) que o senhor Cesar Maia se transformou num fofoqueiro
virtual, inventando historinhas para boi dormir. Ele deveria é tomar conta
da cidade, cujas obras estão paradas, as ruas cada vez mais escuras, em
vez de virar um prefeito ghost. Francamente. Que Rio de Janeiro é este
que tem em seu alcaide um homem que só pensa em difamar os outros e fica
teclando de seu computador historinhas para abastecer o próprio ego? Respeite
os que o elegeram, senhor prefeito.
Marcia
de Mello Gomes do Monte,
por e-mail
Prefeito
virtual 2 Nada
mais oportuno do que o título da reportagem de capa de Veja Rio (26/7/2006):
"O prefeito virtual". O senhor Cesar Maia é, de fato, um prefeito virtual.
A cidade está literalmente abandonada, os hospitais municipais uma calamidade,
as construções e ações ilegais proliferam sem nenhuma
ação da prefeitura. Enquanto isso, nosso prefeito passa o tempo
na internet.
Carlos
Roberto Camara,
por
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Insegurança
1 Gostaria
de elogiar a crônica "Insegurança" (Veja Rio, 26/7/2006),
de Manoel Carlos, sobre a violência e os pedintes e chamar atenção
com relação à caracterização do pedinte. Por
que ser uma pessoa negra? Acho até que inconscientemente sempre se coloca
um negro para retratar a pobreza e uma figura branca para representar o sucesso.
Sou negro, pai e gostaria que meu filho tivesse exemplos de que pessoas negras
podem ter acesso a qualquer tipo de produto, serviço e, claro, educação.
Sérgio
Pessoa,
por
e-mail
Insegurança
2 Sobre
a crônica "Insegurança", de Manoel Carlos, gostaria de dizer que
infelizmente esses meninos de rua têm hoje como modelo de vida a bandidagem.
Eu não abro a janela do carro nem dou dinheiro ou outro tipo de coisa a
nenhum pedinte. Não quero contribuir para que eles permaneçam nas
ruas. Existem outras formas de ajudar esses meninos.
Guilherme
Faro,
por e-mail
Insegurança
3 A
crônica "Insegurança" confere em número, gênero e grau
com as histórias que minha mulher conta sobre sua infância, quando
morava na Estrada Velha da Tijuca. A mãe dela oferecia um bom prato de
comida a dois mendigos, já meio velhinhos, que diariamente batiam respeitosamente
à sua porta. Quem levava a comida para os dois pedintes era minha esposa,
ainda menina, que gostava de pendurar no pescoço dos mendigos aqueles guardanapos
grandes de antigamente, de puro linho irlandês, até que sua mãe
descobriu o feito e acabou com o luxo. Realmente, os mendigos de outrora eram
diferentes. Walter
Rodolpho Daetwyler,
por e-mail
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