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9 de agosto de 2006

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OPINIÃO DO LEITOR


Perda total 1

Fiquei penalizada ao ler a crônica "Perda total" (Veja Rio, 2/8/2006). É realmente muito ruim perder totalmente um trabalho depois de horas, dias ou meses de esforço. Mas isso pode ser evitado com o uso de um pen drive, o substituto do disquete e do CD. É pequeno, tem capacidade que varia de 128 megabytes a 1 gigabyte e pode ser utilizado para salvar vários tipos de arquivo. Com ele, Tutty poderia levar suas crônicas de casa para o escritório, e vice-versa, de forma segura sem correr o risco de perder nada.

Fátima Silva,

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Perda total 2

Já vivi situações idênticas às da crônica "Perda total", mas sobrevivi às modernidades e hoje consigo me planejar melhor. Também tenho de me organizar em dois computadores, o de casa e o da empresa. Gravo num pen drive tudo o que desejo transportar de um para o outro, pois é só plugá-lo no computador. E há a vantagem de poder carregá-lo para todo lado e acessar em qualquer computador, a qualquer hora.

Valéria Giannini,

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Perda total 3

Esse texto é uma amostra de como, em alguns casos, é possível tirar de um limão bem azedo uma gostosa limonada. Excelente crônica!

Osmarino Pinheiro,

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Perda total 4

Também trabalho muito com textos e não raro arquivo coisas em pastas erradas. Mas tenho um sistema quase infalível (com essas máquinas nada é infalível): tenho sempre um disquete (disquete, não CDR) no drive, e tudo em que estou trabalhando é salvo ali antes de desligar a máquina. Logo, tenho algo arquivado fora do computador. No caso de artigos, o ideal é gravar no disquete e imprimir. Minha solução é meio "das trevas", mas, apesar de ainda não ter chegado aos 40 (estou muito perto), gosto mais de dinheiro vivo do que cartões, e mais de livros de papel do que em telas. Se tem de ligar na tomada ou no telefone, já desconfio.

Gustavo Toscano,

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Prefeito virtual 1

Sou carioca e me senti indignada ao ler na reportagem "Na ponta dos dedos" (Veja Rio, 26/7/2006) que o senhor Cesar Maia se transformou num fofoqueiro virtual, inventando historinhas para boi dormir. Ele deveria é tomar conta da cidade, cujas obras estão paradas, as ruas cada vez mais escuras, em vez de virar um prefeito ghost. Francamente. Que Rio de Janeiro é este que tem em seu alcaide um homem que só pensa em difamar os outros e fica teclando de seu computador historinhas para abastecer o próprio ego? Respeite os que o elegeram, senhor prefeito.

Marcia de Mello Gomes do Monte,

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Prefeito virtual 2

Nada mais oportuno do que o título da reportagem de capa de Veja Rio (26/7/2006): "O prefeito virtual". O senhor Cesar Maia é, de fato, um prefeito virtual. A cidade está literalmente abandonada, os hospitais municipais uma calamidade, as construções e ações ilegais proliferam sem nenhuma ação da prefeitura. Enquanto isso, nosso prefeito passa o tempo na internet.

Carlos Roberto Camara,

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Insegurança 1

Gostaria de elogiar a crônica "Insegurança" (Veja Rio, 26/7/2006), de Manoel Carlos, sobre a violência e os pedintes e chamar atenção com relação à caracterização do pedinte. Por que ser uma pessoa negra? Acho até que inconscientemente sempre se coloca um negro para retratar a pobreza e uma figura branca para representar o sucesso. Sou negro, pai e gostaria que meu filho tivesse exemplos de que pessoas negras podem ter acesso a qualquer tipo de produto, serviço e, claro, educação.

Sérgio Pessoa,

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Insegurança 2

Sobre a crônica "Insegurança", de Manoel Carlos, gostaria de dizer que infelizmente esses meninos de rua têm hoje como modelo de vida a bandidagem. Eu não abro a janela do carro nem dou dinheiro ou outro tipo de coisa a nenhum pedinte. Não quero contribuir para que eles permaneçam nas ruas. Existem outras formas de ajudar esses meninos.

Guilherme Faro,

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Insegurança 3

A crônica "Insegurança" confere em número, gênero e grau com as histórias que minha mulher conta sobre sua infância, quando morava na Estrada Velha da Tijuca. A mãe dela oferecia um bom prato de comida a dois mendigos, já meio velhinhos, que diariamente batiam respeitosamente à sua porta. Quem levava a comida para os dois pedintes era minha esposa, ainda menina, que gostava de pendurar no pescoço dos mendigos aqueles guardanapos grandes de antigamente, de puro linho irlandês, até que sua mãe descobriu o feito e acabou com o luxo. Realmente, os mendigos de outrora eram diferentes.

Walter Rodolpho Daetwyler,

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