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VEJA RIO RECOMENDA
EXPOSIÇÕES
Divulgação
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| Litografia de 1972: na Caixa Cultural Rio |
TOMIE GRÁFICA. Nascida
no Japão em 1913, Tomie Ohtake chegou ao Brasil na década de 30.
Aos 40 anos, descobriu-se pintora. Depois, enveredou por escultura e gravura com
o mesmo ímpeto criativo. Boa prova de seu talento longevo é a mostra
com oitenta gravuras que a Caixa Cultural Rio exibe a partir de terça (8).
Os trabalhos, feitos entre 1968 e 2005, ousam nas dimensões chegam
a atingir 2,8 metros de largura e na forma alguns ocupam dois planos,
formando um ângulo de 90 graus.
Fotos divulgação
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| A obra e a matriz de O Toureiro e
o Picador, de 1968: técnica mista de xilo e colagem |
ANTONIO BERNI OBRA GRÁFICA.
Menino-prodígio, o argentino Delesio Antonio Berni (1905-1981) iniciou
os estudos de desenho aos 11 anos e, aos 15, já angariava críticas
positivas por sua primeira individual. Depois, na França, bebeu nas fontes
distintas do comunismo e do movimento surrealista. Política e arte moderna
inspiram na medida certa as 84 gravuras do artista, feitas entre 1951 e 1977,
expostas no Centro Cultural Correios. Estão lá Juanito e Ramona,
personagens marcantes inventados por Berni que simbolizam os oprimidos da América
Latina. Em alguns trabalhos, a matriz aparece ao lado da obra, revelando um original
processo de criação que mistura gravura com colagem.
SHOWS
Fotos divulgação e Mario Anzuoni/Reuters
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| Santaolalla (centro): atração
principal em noite com participação de Marisa Monte
e Arnaldo Antunes | Gustavo
Santaolalla. O moço elegante flagrado na foto acima pisando no tapete
vermelho do Teatro Kodak, em Los Angeles, tem bons motivos para sorrir. Gustavo
Santaolalla, compositor e produtor musical argentino, voltou lá neste ano
para buscar seu segundo Oscar de trilha sonora, por Babel. No ano passado
ele levou a estatueta por O Segredo de Brokeback Mountain. Convidado do
projeto Música em Cena 1º Encontro Internacional de Música
de Cinema, Santaolalla se apresentará no Canecão na sexta (11) com
sua cultuada banda, a Bajofondo Tango Club, que une tradições musicais
de seu país a recursos eletrônicos. A noite contará com a
participação de Arnaldo Antunes, André Abujamra e Marisa
Monte.
Divulgação
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| Lanny Gordin: acordes psicodélicos que fizeram história
na tropicália | Lanny
Gordin. Guitarrista lendário, deixou sua marca em discos essenciais
de tropicalistas como Gal Costa, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Outras viagens,
além das musicais, tiraram Lanny Gordin de cena por quase trinta anos.
Depois de tanto tempo, o talento ainda é o mesmo, como mostra o recente
CD Duos, que ganha noite de lançamento na quinta (10), no Estrela
da Lapa. No palco, versões instrumentais para faixas do novo trabalho e
sucessos como Pérola Negra, de Luiz Melodia. Rodrigo Amarante, do
Los Hermanos, é presença confirmada na inédita Evaporar.
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