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A OPINIÃO
DO LEITOR
| "Infelizmente,
chegamos a um ponto em que o 'Manual do carioca civilizado' deveria ser distribuído
gratuitamente. E a tiragem teria de ser grande." Fabiano
Macedo da Veiga | Civilidade
Parabéns pela "Cartilha da civilidade"
(25 de abril). Dada a importância do tema, deveria ser uma coluna fixa na
revista, publicando a cada semana um tópico e destacando um cidadão
que faz sua parte. Quem sabe com uma campanha permanente possamos sonhar com uma
cidade melhor para todos? Valéria e
David Galvão Como ciclista
e corredora, gostaria de ressaltar que a ciclovia da orla (do Monumento a Estácio
de Sá, no Flamengo, ao Leblon) é para o uso de corredores e ciclistas.
As da Lagoa e do Parque do Flamengo são compartilhadas com corredores e
caminhantes. Mas o importante é respeitar a direção: para
pedalar, correr ou caminhar, o usuário deve se manter à direita,
e não ir pela contramão. Márcia
Fonseca Pinto É impressionante
como tudo o que foi escrito se resume em uma só palavrinha: respeito. Muito
boa a reportagem, sensacional! Lembro de mais uma: aquelas festas infantis, no
salão do condomínio, com som ensurdecedor, enlouquecendo todos os
convidados e moradores em torno. Aliás, por que o som das festas tem de
ser tão alto, impossibilitando a conversa? É uma falta de respeito
com os próprios convidados. Armanda
Alves Muito apropriada a "Cartilha
da civilidade". Ela deveria ser impressa e distribuída nas escolas, ruas,
empresas, residências, enfim, em toda a Cidade Maravilhosa. Civilidade?
A gente está precisando por aqui. Leonel
Leandro Bares
Excelente a matéria de Livia de Almeida
sobre a briga dos sócios de dois famosos botecos do Rio, Espelunca Chic
e Conversa Fiada ("Barril de pólvora", 2 de maio). Quem não pode
amargar essa briga é o consumidor. Antonio
Kämpffe Dengue
É impressionante a cara-de-pau
do coordenador do Controle de Vetores da Prefeitura do Rio, justificando a diminuição
de quarenta para oito carros de desinsetização, ao afirmar que o
mosquito só morre quando entra em contato com o produto ("Inseticida neles?",
2 de maio). Com certeza vários mosquitos contaminados morreriam se houvesse
desinsetização constante nas áreas onde os casos são
notificados, impedindo que novos cariocas ficassem doentes. Miryam
Monteiro Tutty
Vasques Não vou ao Maracanã
há mais de dez anos, por causa dos problemas que Tutty Vasques descreveu
("O Maraca é nosso?", 25 de abril). Os dirigentes tratam as pessoas como
bichos, e não é só no Maracanã. Isso acontece em todos
os estádios do Brasil. Depois se perguntam por que o Brasil não
sedia uma Copa do Mundo. Nei Erling
Tudo o que Tutty Vasques relatou é
o que vivo quando tenho coragem de ir ao Maracanã. Já mandei vários
e-mails para autoridades e rádios esportivas pedindo providências
como a retirada do curral na entrada e a reabertura da saída pela parte
superior das arquibancadas. Nada foi feito. Marcos
Ferreira Bala
perdida Moro em Londres há
seis anos e meio. A reportagem sobre balas perdidas ("O pesadelo de todos nós",
18 de abril) me faz pensar que é melhor estar aqui, longe da família,
mas com a certeza de que não serei baleada a caminho do trabalho ou do
supermercado. Tenho medo de ir ao Rio. Aqui temos assaltos e os mesmos perigos
que toda metrópole tem, porém bala perdida é o medo constante
do que não se vê, é ter medo de algo que não se sabe
se vai acontecer. Claro que temos de levar a vida e deixar o destino acontecer,
mas quem consegue, sabendo que pode ser atingido por uma bala perdida?
Tathiana Santana Londres
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