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9 de maio de 2007

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A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

A OPINIÃO DO LEITOR

"Infelizmente, chegamos a um ponto em que o 'Manual do carioca civilizado' deveria ser distribuído gratuitamente. E a tiragem teria de ser grande."
Fabiano Macedo da Veiga



Civilidade

Parabéns pela "Cartilha da civilidade" (25 de abril). Dada a importância do tema, deveria ser uma coluna fixa na revista, publicando a cada semana um tópico e destacando um cidadão que faz sua parte. Quem sabe com uma campanha permanente possamos sonhar com uma cidade melhor para todos?
Valéria e David Galvão

Como ciclista e corredora, gostaria de ressaltar que a ciclovia da orla (do Monumento a Estácio de Sá, no Flamengo, ao Leblon) é para o uso de corredores e ciclistas. As da Lagoa e do Parque do Flamengo são compartilhadas com corredores e caminhantes. Mas o importante é respeitar a direção: para pedalar, correr ou caminhar, o usuário deve se manter à direita, e não ir pela contramão.
Márcia Fonseca Pinto

É impressionante como tudo o que foi escrito se resume em uma só palavrinha: respeito. Muito boa a reportagem, sensacional! Lembro de mais uma: aquelas festas infantis, no salão do condomínio, com som ensurdecedor, enlouquecendo todos os convidados e moradores em torno. Aliás, por que o som das festas tem de ser tão alto, impossibilitando a conversa? É uma falta de respeito com os próprios convidados.
Armanda Alves

Muito apropriada a "Cartilha da civilidade". Ela deveria ser impressa e distribuída nas escolas, ruas, empresas, residências, enfim, em toda a Cidade Maravilhosa. Civilidade? A gente está precisando por aqui.
Leonel Leandro



Bares

Excelente a matéria de Livia de Almeida sobre a briga dos sócios de dois famosos botecos do Rio, Espelunca Chic e Conversa Fiada ("Barril de pólvora", 2 de maio). Quem não pode amargar essa briga é o consumidor.
Antonio Kämpffe



Dengue

É impressionante a cara-de-pau do coordenador do Controle de Vetores da Prefeitura do Rio, justificando a diminuição de quarenta para oito carros de desinsetização, ao afirmar que o mosquito só morre quando entra em contato com o produto ("Inseticida neles?", 2 de maio). Com certeza vários mosquitos contaminados morreriam se houvesse desinsetização constante nas áreas onde os casos são notificados, impedindo que novos cariocas ficassem doentes.
Miryam Monteiro



Tutty Vasques

Não vou ao Maracanã há mais de dez anos, por causa dos problemas que Tutty Vasques descreveu ("O Maraca é nosso?", 25 de abril). Os dirigentes tratam as pessoas como bichos, e não é só no Maracanã. Isso acontece em todos os estádios do Brasil. Depois se perguntam por que o Brasil não sedia uma Copa do Mundo.
Nei Erling

Tudo o que Tutty Vasques relatou é o que vivo quando tenho coragem de ir ao Maracanã. Já mandei vários e-mails para autoridades e rádios esportivas pedindo providências como a retirada do curral na entrada e a reabertura da saída pela parte superior das arquibancadas. Nada foi feito.
Marcos Ferreira



Bala perdida

Moro em Londres há seis anos e meio. A reportagem sobre balas perdidas ("O pesadelo de todos nós", 18 de abril) me faz pensar que é melhor estar aqui, longe da família, mas com a certeza de que não serei baleada a caminho do trabalho ou do supermercado. Tenho medo de ir ao Rio. Aqui temos assaltos e os mesmos perigos que toda metrópole tem, porém bala perdida é o medo constante do que não se vê, é ter medo de algo que não se sabe se vai acontecer. Claro que temos de levar a vida e deixar o destino acontecer, mas quem consegue, sabendo que pode ser atingido por uma bala perdida?
Tathiana Santana
Londres

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