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BEIRA-MAR Espírito
do corpo
Dilmar
Cavalher/Strana  | | Izabel:
nos corpos, a alma do Rio |
No
visor de sua câmera estão Luma de Oliveira entre ritmistas, uma mulata
sarada no Sambódromo, o menino do Rio e a menina de rua. Desde o Carnaval,
Izabel Jaguaribe colhe imagens para um longa sobre os corpos cariocas.
"Não é um filme sobre malhação, mas sobre a alma da
cidade. Pego o sentido mais amplo e abstrato do corpo", diz ela. Devido ao trabalho,
a cineasta triatleta tem abdicado da rotina de treinamento pesado. "Não
dá para filmar e treinar como louca. Mas é por uma causa nobre que
abrirei mão do meu corpinho e de disputar o Ironman", brinca. Da
TV para as bancas Priscila
Prade
 | | Adriana:
em pose
para a Playboy
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Não
vai dar nem para sentir saudade. Adriana Lessa sai do ar nesta semana,
com o encerramento de Senhora do Destino. Simultaneamente, a atriz chega
às bancas nas páginas da Playboy de março, na seção
Mulheres que Amamos. A cantora, atriz, apresentadora, bailarina e ex-jogadora
de vôlei do Corinthians diz na entrevista que começará um
trabalho com a banda Altas Horas. Adriana deixou no ar se toparia posar para a
revista em fotos mais reveladoras. "Nunca me convidaram! Quando me chamaram para
esta seção, topei na hora", respondeu a artista. O
agitador cultural André
Valentim/Strana  | | Levenson:
palestra e caipirinhas |
Paparicado
como ele só, o diretor internacional do MoMA, Jay Levenson, circulou
pela cidade na semana passada. O motivo da visita foi uma palestra no Palácio
Capanema, e sua presença agitou artistas e marchands. "O MoMA tem comprado
artistas brasileiros, que estão cada vez mais conhecidos no exterior",
diz Levenson. Apesar do assédio, desta vez ele voltou para Nova York sem
novidades na bagagem. Consumiu, sim, caipirinhas aos montes. "Sempre tento parar
no segundo copo. Mas é uma bebida tão gostosa que fica difícil",
diz ele. Atuação
no palco e fora dele André
Valentim/Strana  | | Deborah:
dupla função em nova peça |
Há
dois anos, Deborah Evelyn foi com o irmão a um teatro em Berlim
e saiu estupefata da peça. Tão impressionada que comprou os diretos
da montagem, um texto do cineasta americano Neil LaBute, diretor de A Enfermeira
Betty. De volta ao Rio, ela engrenou numa novela e teve de adiar os planos
teatrais. No dia 17, enfim, ela estreará Baque, no Centro Cultural
Correios. Deborah é atriz e produtora da peça, que foi dividida
em três histórias, uma delas inspirada em Medéia. "Decidi
produzir tudo para fazer exatamente como queria. A peça trata de tragédias
contemporâneas, universais", resume ela. "Quando acabo de ensaiar, parece
que passou um trator por cima de mim", diz.
Dura vida
de patricinha TV
Globo/João Miguel Jr.  | | Monique:
cenas no inverno austríaco |
Quem
disse que é fácil encarnar uma filha de banqueiro patricinha que
estudou na Suíça? Na terça passada, Monique Alfradique
voltou da Áustria, onde gravou as primeiras cenas de A Lua Me Disse,
a próxima novela das 7. Lá, encarou 25 graus negativos e teve aulas
de snowboard para gravar uma cena na neve. "Ainda estou com manchas roxas por
causa dos tombos. Nunca tinha andado nem de skate", diverte-se ela. De volta ao
Rio, a atriz pegou dicas de boas maneiras com a ex-primeira-dama do Itamaraty
Lenir Lampreia. "Ela preparou um banquete e me mostrou como usar os talheres",
diz Monique, 18 anos, que fará sua estréia como protagonista, após
ingressar na TV como paquita. Orgulho
"brasileiro" AFP/Pierre-Philippe
Marcou  | | Drexler
com a estatueta: show no Rio |
Ele
atiçou o ufanismo verde-amarelo no Oscar. O uruguaio Jorge Drexler levou
o prêmio de melhor canção por Al Otro Lado Del Rio,
do filme Diários de Motocicleta, de Walter Salles. Sob protestos
uma vez que a música foi interpretada na festa por Antonio Banderas
e Santana, e não pelo autor , ele foi à forra e cantou-a nos
agradecimentos. Pouco mais de uma semana depois, Drexler chega ao Rio na terça
(8) para uma noite de autógrafos de seu novo CD, Eco, na Livraria
Saraiva do Rio Sul, e para um show restrito a convidados, à noite, no mesmo
shopping. Amigo do cantor Paulinho Moska e do percussionista Marcos Suzano, Drexler
é fã da MPB e destaca "Ary, Noel, Chico e Caetano". Ele viaja em
seguida para Los Angeles, para gravar o programa de Jay Leno, e depois retorna
a sua casa em Madri.
Editado
por Sérgio Garcia. Colaboraram Isabel Butcher e Sílvio Essinger
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