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VEJA RIO RECOMENDA
SHOW
Divulgação
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| Bethânia: repertório renovado
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Maria Bethânia. Fartas doses
de teatralidade e presença de palco arrebatadora são
a marca registrada de suas apresentações ao vivo.
No show Dentro do Mar Tem Rio, de volta à cidade,
a cantora soma a isso um bom repertório, renovado por músicas
de dois discos que lançou no ano passado. Mar de Sophia
traz desde poesias da portuguesa Sophia de Mello Breyner até
o empolgante samba-enredo Das Maravilhas do Mar Fez-se o Esplendor
de uma Noite, defendido pela Portela em 1981. Do CD Pirata,
ela interpreta, entre outras, Sereia de Água Doce,
composta por Vanessa da Mata. Como de praxe, Bethânia alterna
as canções com textos declamados. A leitura de Ultimatum,
escrito por Álvaro de Campos um dos heterônimos
de Fernando Pessoa , proporciona um dos momentos mais emocionantes
do espetáculo.
DANÇA
Divulgação
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| Lunar Sea: efeitos que brincam
com a ausência de gravidade |
Momix. Desde a primeira visita ao Rio, em 1987, a companhia
americana arranca aplausos entusiasmados com espetáculos
que aliam vigor físico a efeitos visuais e bom humor. Nas
apresentações marcadas para o Teatro Municipal e o
Citibank Hall, a partir de segunda (6), a trupe do coreógrafo
Moses Pendleton vai exibir as peças Opus Cactus e
Lunar Sea, ambas já vistas por aqui. A primeira inspira-se
na paisagem do deserto do Arizona. É uma animada profusão
de lagartos saltitantes, flores exóticas, serpentes gigantes
e pássaros coloridos. Lunar Sea, criada em 2005 para
celebrar os 25 anos do Momix, se passa na Lua e leva em conta, a
cada passo, a ausência de gravidade. Bailarinos flutuam, nadam
no vazio do "mar lunar", expressão cunhada por Galileu Galilei
ao identificar as crateras do satélite da Terra em 1610.
Sob o sol do deserto ou na escuridão do espaço, o
Momix oferece duas coreografias inspiradas.
EXPOSIÇÃO
Fernando Lemos
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| A escultura Ora Bolas:
futebol e reciclagem |
Jogos Visuais.
Encerrado no último dia 29, o Pan ainda ecoa na Caixa Cultural,
no Centro. Lá, 22 artistas contemporâneos subvertem
a estética helênica associada aos Jogos Olímpicos
com criativas instalações, esculturas e pinturas inspiradas
no esporte. Na Galeria 1, no térreo, a instalação
Plus Ultra A Via Vermelha, da pernambucana Oriana
Duarte, é uma homenagem ao remo feita com fotografias, desenhos,
vídeo e um barco skiff. No piso superior, um conterrâneo
da artista, Eudes Mota, também celebra os remadores: a bela
Prova Livre põe lado a lado treze remos construídos
com madeira de demolição. Alegre e colorida, a escultura
Ora Bolas, de Marcos Cardoso, é composta de trinta
bolas de futebol criadas com embalagens de produtos. Jogos Visuais
reúne ainda obras de nomes como Felipe Barbosa, a dupla
Daisy Xavier e Celia Freitas, Lenora de Barros e José Tannuri.
CONCERTO
Divulgação
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| O violinista: de volta após
dez anos |
Pinchas Zukerman. O músico
israelense divide com o conterrâneo Itzhak Perlman o primeiro
lugar no pódio dos grandes violinistas da atualidade. De
volta ao Rio após dez anos, fará duas apresentações.
Na quinta (9), com o Zukerman Chamber Players, quinteto que fundou
em 2002, desfia programa camerístico em concerto beneficente
no Golden Room do Copacabana Palace. Estão previstos Quinteto
em Ré Maior, K 593, de Mozart, e Quinteto para Viola
em Sol Maior, Opus 111, de Brahms. Sábado (11), no Teatro
Municipal, Zukerman terá a chance de demonstrar a perfeição
que atingiu no repertório orquestral. Ao lado da bela Amanda
Forsyth, violoncelista do quinteto, com quem ele é casado,
vai interpretar Concerto Duplo para Violino e Violoncelo em Lá
Menor Opus 12, de Brahms, com a Orquestra Sinfônica Brasileira
regida por Roberto Minczuk.
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