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8 de agosto de 2007

CELEBRIDADES

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VEJA RIO RECOMENDA


SHOW

Divulgação
Bethânia: repertório renovado


Maria Bethânia.
Fartas doses de teatralidade e presença de palco arrebatadora são a marca registrada de suas apresentações ao vivo. No show Dentro do Mar Tem Rio, de volta à cidade, a cantora soma a isso um bom repertório, renovado por músicas de dois discos que lançou no ano passado. Mar de Sophia traz desde poesias da portuguesa Sophia de Mello Breyner até o empolgante samba-enredo Das Maravilhas do Mar Fez-se o Esplendor de uma Noite, defendido pela Portela em 1981. Do CD Pirata, ela interpreta, entre outras, Sereia de Água Doce, composta por Vanessa da Mata. Como de praxe, Bethânia alterna as canções com textos declamados. A leitura de Ultimatum, escrito por Álvaro de Campos – um dos heterônimos de Fernando Pessoa –, proporciona um dos momentos mais emocionantes do espetáculo.

 

DANÇA

Divulgação
Lunar Sea: efeitos que brincam com a ausência de gravidade


Momix.
Desde a primeira visita ao Rio, em 1987, a companhia americana arranca aplausos entusiasmados com espetáculos que aliam vigor físico a efeitos visuais e bom humor. Nas apresentações marcadas para o Teatro Municipal e o Citibank Hall, a partir de segunda (6), a trupe do coreógrafo Moses Pendleton vai exibir as peças Opus Cactus e Lunar Sea, ambas já vistas por aqui. A primeira inspira-se na paisagem do deserto do Arizona. É uma animada profusão de lagartos saltitantes, flores exóticas, serpentes gigantes e pássaros coloridos. Lunar Sea, criada em 2005 para celebrar os 25 anos do Momix, se passa na Lua e leva em conta, a cada passo, a ausência de gravidade. Bailarinos flutuam, nadam no vazio do "mar lunar", expressão cunhada por Galileu Galilei ao identificar as crateras do satélite da Terra em 1610. Sob o sol do deserto ou na escuridão do espaço, o Momix oferece duas coreografias inspiradas.

 

EXPOSIÇÃO

Fernando Lemos
A escultura Ora Bolas: futebol e reciclagem

Jogos Visuais. Encerrado no último dia 29, o Pan ainda ecoa na Caixa Cultural, no Centro. Lá, 22 artistas contemporâneos subvertem a estética helênica associada aos Jogos Olímpicos com criativas instalações, esculturas e pinturas inspiradas no esporte. Na Galeria 1, no térreo, a instalação Plus Ultra – A Via Vermelha, da pernambucana Oriana Duarte, é uma homenagem ao remo feita com fotografias, desenhos, vídeo e um barco skiff. No piso superior, um conterrâneo da artista, Eudes Mota, também celebra os remadores: a bela Prova Livre põe lado a lado treze remos construídos com madeira de demolição. Alegre e colorida, a escultura Ora Bolas, de Marcos Cardoso, é composta de trinta bolas de futebol criadas com embalagens de produtos. Jogos Visuais reúne ainda obras de nomes como Felipe Barbosa, a dupla Daisy Xavier e Celia Freitas, Lenora de Barros e José Tannuri.

 

CONCERTO

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O violinista: de volta após dez anos


Pinchas Zukerman.
O músico israelense divide com o conterrâneo Itzhak Perlman o primeiro lugar no pódio dos grandes violinistas da atualidade. De volta ao Rio após dez anos, fará duas apresentações. Na quinta (9), com o Zukerman Chamber Players, quinteto que fundou em 2002, desfia programa camerístico em concerto beneficente no Golden Room do Copacabana Palace. Estão previstos Quinteto em Ré Maior, K 593, de Mozart, e Quinteto para Viola em Sol Maior, Opus 111, de Brahms. Sábado (11), no Teatro Municipal, Zukerman terá a chance de demonstrar a perfeição que atingiu no repertório orquestral. Ao lado da bela Amanda Forsyth, violoncelista do quinteto, com quem ele é casado, vai interpretar Concerto Duplo para Violino e Violoncelo em Lá Menor Opus 12, de Brahms, com a Orquestra Sinfônica Brasileira regida por Roberto Minczuk.

         
     

 

 
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