Publicidade
 
 


 
 



7 de março de 2007

REPORTAGEM DE CAPA

CIDADE
MODA
COMIDINHAS
AS BOAS COMPRAS
BEIRA-MAR
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

BEIRA-MAR

Ela teme não estar no auge da forma

J.R. Duran
Eloah: sem tempo para malhar como deveria


Sim, ela lamenta não ter tido tempo para se preparar e está ansiosa pelo resultado das fotos. Entre o acerto com a Playboy e o ensaio feito num sítio em São Paulo foram apenas alguns dias. "Não tive tempo de fechar a boca nem de intensificar a malhação. Estava de férias. E olha que não sou de salada. Gosto mesmo é de um bom prato de feijão com arroz, daqueles de peão", diz Eloah Uzêda, capa da edição de março (este visual da foto ao lado, com franjinha e colar do movimento hippie, foi idéia do fotógrafo J.R. Duran). Assistente de palco do Caldeirão do Huck – surpresa! –, Eloah não pensa em seguir carreira artística. Ela está a um ano e meio de se formar em psicologia. "Trabalho para manter minha faculdade. Penso em continuar na TV, mas numa função ligada à psicologia."

 

Trilha sonora é com ela mesma

Marina: cantora e destaque no Carnaval

Assim que concluiu o curso de canto no Berklee College of Music, há três anos, Marina Elali voou de Boston para o Rio. Depois de participar do Fama, ela lançou seu primeiro CD, que teve cinco músicas pinçadas para trilhas de filmes, novelas e minissérie. Marina fecha esse ciclo inicial da carreira com um show no Canecão, dia 13. Em abril, ela pousa de novo na escola de música americana por um breve período. "Vou passear, rever amigos, me reciclar e, claro, estudar. Sou muito estudiosa", diz a cantora potiguar, que desfilou num carro da Vila Isabel representando a beleza.

 

Velho Villa, bossa nova

Ricardo Fasanello/Strana
Bruce: Villa-Lobos em jazz-bossa


Ele chegou ao Rio, foi ficando, ficando, ficando, e está radicado na cidade há mais de quarenta anos. Na década de 80, o baixista nova-iorquino Bruce Henry atraía legiões de fãs em jam sessions pela cidade. Sua nova missão é viabilizar a gravação em CD e DVD do show Villa's Voz, apresentado recentemente na Sala Baden Powell. O repertório é todo calcado na obra de Villa-Lobos, com quatro canções da sinfonia A Floresta do Amazonas, além de Prelúdio Nº 3 e Canto do Cisne Negro. "São arranjos contemporâneos para um quarteto de jazz-bossa", declara. "Minha idéia é incluir, também, quatro bailarinos contemporâneos coreografados pelo Henrique Rodovalho, do Grupo Quasar, e projeções de imagens da Floresta Amazônica", diz ele, que é baixista da banda que acompanha Fafá de Belém.

 

Estádio Bussundinha ou Bussundão?

André Valentim/Strana
Helio e Beto: fiéis peladeiros da turma do Casseta

Como ministro do ócio e lazer – epíteto dado pela própria turma –, Bussunda foi o grande incentivador da pelada que a turma do Casseta & Planeta disputa, religiosamente, uma vez por semana. Nada mais justo, então, que o campo em questão, numa academia na Lagoa, fosse batizado de Estádio Cláudio Besserman Vianna, com direito a placa. "A grande polêmica é se ele será conhecido como Bussundinha ou Bussundão. Pela dimensão, é Bussundinha. Para ser Bussundão tinha de ser um Maracanã e meio", brinca Helio de La Peña, fiel peladeiro, ao lado de Beto Silva, Marcelo Madureira e Claudio Manoel. "Queremos convidar o Romário para fazer lá o gol mil", diz Helio. O carro-chefe da nova temporada do programa – que completa quinze anos – é a caravana Casseta Brasil Adentro, em que os humoristas percorrerão o país. "Vamos fazer pesquisas do tipo onde o brasileiro é mais corno e onde tem o bilau menor", diz Helio.

 

Moda praia além-mar

Felipe Varanda /Strana
Fred: grife em rede de lojas inglesa

André Valentim/Strana
Jacqueline: biquínis em dólar


A moda verão carioca tem invadido praias bem distantes. Depois de um tempo vendidos apenas nos catálogos da Victoria's Secret, os biquínis da Salinas ganharam espaço em cinco lojas da grife americana. "Caímos nas graças das americanas por causa da modelagem. Elas não gostam daquela coisa cavadona, que ficou cafona lá também", diz a dona da marca, Jacqueline de Biase, que comemora a venda de 4 000 peças só no catálogo de fevereiro. "Já estão me perguntando pelas novidades para o próximo verão", diz ela. Outro estilista com motivos para comemorar é Fred D'Orey. Desde a semana passada, a linha feminina de sua grife ocupa um corredor na principal loja londrina da TopShop, badalada rede inglesa com mais de 300 pontos-de-venda pelo planeta. "A TopShop é um tiro de canhão. Uma vez lá dentro, surge um interesse enorme pela marca", diz o dono da Totem, que negociou durante seis meses com executivos da rede inglesa.

 

Editado por Sérgio Garcia.
Colaboraram Carlos Henrique Braz e Fabio Brisolla

     
   

 

 
VEJA on-line | Veja Rio
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados