| |
| |  | |
OPINIÃO DO LEITOR
Decoração
1
Devo confessar que durante alguns
anos fiquei de olho comprido nessas matérias de Veja Rio mostrando
liquidações em shoppings de decoração, a casa dos
arquitetos, os melhores arquitetos do Rio... Ficava sempre pensando: "Eu tenho
um escritório legal, bons clientes, bons projetos... Queria mostrar isso..."
Agora chegou a minha vez! Fiquei tão contente! Obrigada a Veja Rio
por ter me convidado a participar dessa edição especial. Christiane
Laclau Por
e-mail Decoração
2 A revista especial de decoração
(Veja Rio, 30/8/2006) está o máximo. Parabéns!
Miguel Pinto Guimarães
Por e-mail
Pau-mulato 1
Gostaria de agradecer a Tutty Vasques pela crônica "Agosto do pau-mulato"
(Veja Rio, 30/8/2006). Tenho um plantado no jardim da frente da
minha escola. Li a crônica numa sala e imediatamente corri para a janela
para ver se o caule dele estava como o descrito na crônica. Apesar de ele
ser novinho, está descascado, com a coloração da foto. Fiquei
muito contente, porque para mim o fenômeno é informação
nova. Mas ao mesmo tempo me senti envergonhada porque jamais lhe dei atenção
suficiente a ponto de notar essa transformação. A partir de agora
ficarei mais atenta e todo mês de agosto vou observar o caule do pau-mulato.
Iza de Bragança Por
e-mail Pau-mulato
2 Adorei a crônica "Agosto
do pau-mulato". Lembrei-me de minha surpresa ao chegar ao Rio, no inverno de 1999,
e ver as folhas das amendoeiras amarelando, como em Paris, onde moro atualmente.
Um inverno tropical no Rio é realmente surpreendente. Héloïse
Tanno Por
e-mail Pau-mulato
3 Agradeço pelas referências
elogiosas ao trabalho que venho desenvolvendo no Jardim Botânico. Além
de novos projetos na área de pesquisa e na Escola de Botânica Tropical,
promovemos a reforma e a restauração de todos os prédios
e monumentos do Jardim, com exceção do Museu Botânico, em
fase de captação de recursos para início das obras no próximo
ano. Liszt Vieira
Presidente do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio
Dias
de Marta 1 Não tenho só
meus "Dias de Marta" (Veja Rio, 23/8/2006). Sou a Marta diariamente
e acho que ela está certíssima até agora. Todos são
unânimes em crucificá-la, mas duvido que assumissem os compromissos
que ela tem, inclusive pagando babá para o neto. Enquanto ela sofre, os
demais estão cheios de amor pra dar. Sou e seria Marta, sim. Maria
Rita Almada Por
e-mail Dias
de Marta 2 Nunca me imaginei escrevendo
um e-mail desse teor, mas foi uma reação imediata após ler
a crônica "Dias de Marta". Desde os primeiros capítulos de Páginas
da Vida eu comento com minha filha, de 22 anos: "Estou preocupada, às
vezes me vejo na Marta". É claro que ela extrapola, mas não é
fácil ter um marido parasita e dois filhos sonhadores e também parasitas.
Parabéns a Manoel Carlos pelo excelente texto. Maria
Christina Machado Por
e-mail Dias
de Marta 3 Também tenho
meus dias de Marta e sou uma grande defensora dela. Minhas amigas até olham
estranho para mim quando eu digo que ela está coberta de razão.
Ao abandonar a neta ela foi longe demais, mas tem mãe e avó que
abandonam até sem motivos. Eu, por exemplo, fui abandonada duas vezes.
Aos 7 meses por minha mãe e meu pai; aos 15 anos por minha avó,
que até então cuidava de mim. Talvez esteja aí o motivo de
eu compreender o comportamento de Marta. Verônica Por
e-mail Inverno
no Leblon Adorei a crônica
"O inverno no Leblon é...", de Tutty Vasques (Veja Rio, 16/8/2006).
Mesmo morando na Dias Ferreira desde 1981, não conseguiria colocar de forma
tão clara a "alma do leblonzeiro". Parabéns. Alan
Araújo Por e-mail
Ordem
no Rio 1 Fiquei impressionada
com a reportagem "Ela quer pôr ordem no Rio" (Veja Rio, 23/8/2006).
Primeiro, pela coragem e competência da promotora Denise Tarin e seus colegas.
Como carioca, concordo que esses eventos causam transtorno nos bairros, não
havendo segurança nem para quem assiste aos shows e muito menos para quem
mora nessas áreas. Segundo, pela ironia e pelo descaso das autoridades
(ir)responsáveis pela administração da cidade. O prefeito
virtual diz que "um promotor passa em um concurso, vem de uma cidade pequena e
pacata do interior de Minas e quer repetir aqui sua vida de lá". Quem me
dera que pudéssemos ter no Rio a tranqüilidade e segurança
de uma pequena e pacata cidade de Minas. Mas, pelo visto, o senhor prefeito prefere
uma cidade abandonada, imunda e violenta como a nossa. Bianca
Terra Por e-mail
Ordem no Rio 2
Manifesto minha total solidariedade à promotora Denise Tarin e aos demais
membros do MP do Rio de Janeiro na luta contra os desmandos do prefeito Cesar
Maia, que levaram a cidade a uma situação de caos urbano. A situação
é mais grave nos bairros de Copacabana e do Leme, onde as ações
ou a omissão do prefeito incluem a expansão consentida, ou mesmo
estimulada, da favelização; a permissividade diante de botequins
que invadem calçadas estreitas; os restaurantes que infernizam a vizinhança;
os shows na praia, que provocam transtornos para milhares de residentes no bairro;
a inversão da mão de ruas, para benefício de hotel e prejuízo
para o trânsito no Leme. A tônica de sua administração
é sempre o interesse privado predominar sobre o interesse público.
O MP transformou-se na derradeira esperança dos moradores para estancar
e reverter a deterioração da qualidade de vida em Copacabana e no
Leme. Marco Antonio Bompet
Por e-mail
Ordem no Rio 3
Infelizmente a reportagem "Ela quer pôr ordem no Rio" não apresenta
a realidade da ação do MP. Esses novos promotores só querem
aparecer e agir em casos ou situações que lhes rendam notoriedade.
Uma das promotoras apresentadas é uma tremenda enroladora, que nunca quis
atuar nos diversos casos dos moradores do Jardim Oceânico, sempre empurrando
com a barriga. Queremos apenas ação. Fora com a exposição
de imagem e promessas fúteis. Henrique
Santos Por
e-mail
MANDE
SUA OPINIÃO E-mail:
vejario@abril.com.br
Fax:
(21) 2275-9495 Cartas:
Praia de Botafogo, 501, bloco B, 1º andar, CEP 22250-040, Rio
As mensagens para Veja Rio devem trazer a assinatura,
o endereço, o número da carteira de identidade e o telefone do remetente.
Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas
resumidamente.
Ninguém está autorizado a solicitar objetos e mercadorias em lojas
a pretexto de produzir fotos para divulgação na coluna As Boas Compras
ou em qualquer outra seção da revista. | |