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6 de setembro de 2006

REPORTAGEM DE CAPA

AS BOAS COMPRAS
OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


Decoração 1

Devo confessar que durante alguns anos fiquei de olho comprido nessas matérias de Veja Rio mostrando liquidações em shoppings de decoração, a casa dos arquitetos, os melhores arquitetos do Rio... Ficava sempre pensando: "Eu tenho um escritório legal, bons clientes, bons projetos... Queria mostrar isso..." Agora chegou a minha vez! Fiquei tão contente! Obrigada a Veja Rio por ter me convidado a participar dessa edição especial.
Christiane Laclau

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Decoração 2

A revista especial de decoração (Veja Rio, 30/8/2006) está o máximo. Parabéns!
Miguel Pinto Guimarães
Por e-mail

 

Pau-mulato 1

Gostaria de agradecer a Tutty Vasques pela crônica "Agosto do pau-mulato" (Veja Rio, 30/8/2006). Tenho um plantado no jardim da frente da minha escola. Li a crônica numa sala e imediatamente corri para a janela para ver se o caule dele estava como o descrito na crônica. Apesar de ele ser novinho, está descascado, com a coloração da foto. Fiquei muito contente, porque para mim o fenômeno é informação nova. Mas ao mesmo tempo me senti envergonhada porque jamais lhe dei atenção suficiente a ponto de notar essa transformação. A partir de agora ficarei mais atenta e todo mês de agosto vou observar o caule do pau-mulato.
Iza de Bragança
Por e-mail

 

Pau-mulato 2

Adorei a crônica "Agosto do pau-mulato". Lembrei-me de minha surpresa ao chegar ao Rio, no inverno de 1999, e ver as folhas das amendoeiras amarelando, como em Paris, onde moro atualmente. Um inverno tropical no Rio é realmente surpreendente.
Héloïse Tanno
Por e-mail

 

Pau-mulato 3

Agradeço pelas referências elogiosas ao trabalho que venho desenvolvendo no Jardim Botânico. Além de novos projetos na área de pesquisa e na Escola de Botânica Tropical, promovemos a reforma e a restauração de todos os prédios e monumentos do Jardim, com exceção do Museu Botânico, em fase de captação de recursos para início das obras no próximo ano.
Liszt Vieira
Presidente do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio

 

Dias de Marta 1

Não tenho só meus "Dias de Marta" (Veja Rio, 23/8/2006). Sou a Marta diariamente e acho que ela está certíssima até agora. Todos são unânimes em crucificá-la, mas duvido que assumissem os compromissos que ela tem, inclusive pagando babá para o neto. Enquanto ela sofre, os demais estão cheios de amor pra dar. Sou e seria Marta, sim.
Maria Rita Almada
Por e-mail

 

Dias de Marta 2

Nunca me imaginei escrevendo um e-mail desse teor, mas foi uma reação imediata após ler a crônica "Dias de Marta". Desde os primeiros capítulos de Páginas da Vida eu comento com minha filha, de 22 anos: "Estou preocupada, às vezes me vejo na Marta". É claro que ela extrapola, mas não é fácil ter um marido parasita e dois filhos sonhadores e também parasitas. Parabéns a Manoel Carlos pelo excelente texto.
Maria Christina Machado
Por e-mail

 

Dias de Marta 3

Também tenho meus dias de Marta e sou uma grande defensora dela. Minhas amigas até olham estranho para mim quando eu digo que ela está coberta de razão. Ao abandonar a neta ela foi longe demais, mas tem mãe e avó que abandonam até sem motivos. Eu, por exemplo, fui abandonada duas vezes. Aos 7 meses por minha mãe e meu pai; aos 15 anos por minha avó, que até então cuidava de mim. Talvez esteja aí o motivo de eu compreender o comportamento de Marta.
Verônica
Por e-mail

 

Inverno no Leblon

Adorei a crônica "O inverno no Leblon é...", de Tutty Vasques (Veja Rio, 16/8/2006). Mesmo morando na Dias Ferreira desde 1981, não conseguiria colocar de forma tão clara a "alma do leblonzeiro". Parabéns.
Alan Araújo
Por e-mail

 

Ordem no Rio 1

Fiquei impressionada com a reportagem "Ela quer pôr ordem no Rio" (Veja Rio, 23/8/2006). Primeiro, pela coragem e competência da promotora Denise Tarin e seus colegas. Como carioca, concordo que esses eventos causam transtorno nos bairros, não havendo segurança nem para quem assiste aos shows e muito menos para quem mora nessas áreas. Segundo, pela ironia e pelo descaso das autoridades (ir)responsáveis pela administração da cidade. O prefeito virtual diz que "um promotor passa em um concurso, vem de uma cidade pequena e pacata do interior de Minas e quer repetir aqui sua vida de lá". Quem me dera que pudéssemos ter no Rio a tranqüilidade e segurança de uma pequena e pacata cidade de Minas. Mas, pelo visto, o senhor prefeito prefere uma cidade abandonada, imunda e violenta como a nossa.
Bianca Terra

Por e-mail

 

Ordem no Rio 2

Manifesto minha total solidariedade à promotora Denise Tarin e aos demais membros do MP do Rio de Janeiro na luta contra os desmandos do prefeito Cesar Maia, que levaram a cidade a uma situação de caos urbano. A situação é mais grave nos bairros de Copacabana e do Leme, onde as ações ou a omissão do prefeito incluem a expansão consentida, ou mesmo estimulada, da favelização; a permissividade diante de botequins que invadem calçadas estreitas; os restaurantes que infernizam a vizinhança; os shows na praia, que provocam transtornos para milhares de residentes no bairro; a inversão da mão de ruas, para benefício de hotel e prejuízo para o trânsito no Leme. A tônica de sua administração é sempre o interesse privado predominar sobre o interesse público. O MP transformou-se na derradeira esperança dos moradores para estancar e reverter a deterioração da qualidade de vida em Copacabana e no Leme.
Marco Antonio Bompet
Por e-mail

 

Ordem no Rio 3

Infelizmente a reportagem "Ela quer pôr ordem no Rio" não apresenta a realidade da ação do MP. Esses novos promotores só querem aparecer e agir em casos ou situações que lhes rendam notoriedade. Uma das promotoras apresentadas é uma tremenda enroladora, que nunca quis atuar nos diversos casos dos moradores do Jardim Oceânico, sempre empurrando com a barriga. Queremos apenas ação. Fora com a exposição de imagem e promessas fúteis.
Henrique Santos
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