Publicidade
 
 


 
 



6 de junho de 2007

SEGURANÇA PÚBLICA

PERFIL
IMÓVEIS
CONSUMO
DEZ DICAS
AS BOAS COMPRAS
BEIRA-MAR
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
   

A OPINIÃO DO LEITOR


Gostaria de parabenizar Veja Rio pelo reconhecimento à vinícola Vallontano, de Bento Gonçalves ("Dom-quixote das uvas", 30 de maio). Sou carioca da gema, mas moro em Porto Alegre e já tive a oportunidade de conhecer a Vallontano e degustar um dos melhores vinhos da região, o Tannat safra 2004. Fica aqui uma dica: o Merlot 2004 da vinícola Don Candido também é um excelente vinho, e de preço bem razoável.
Mariana Bastos,
Porto Alegre

Meia-entrada

Será que os produtores de espetáculos não percebem que se acabarem com as facilidades para a meia-entrada as salas de espetáculos (teatros, shows e cinemas) ficarão ainda mais vazias? Assisto a pelo menos duas peças de teatro por semana e um filme e observo que dificilmente a ocupação das salas é maior do que 50%. Eles deveriam pensar nisso.
Márcia Balassiano Roizenblit

 

Solar dos Abacaxis

Em nome da família Carneiro de Mendonça, agradeço a bonita reportagem a respeito da casa do Cosme Velho ("Relíquias de casa velha", 30 de maio). No entanto, gostaria de esclarecer que houve um engano ao se usar o termo "decisão judicial" na informação sobre a forma como os comodatários desocuparam a casa. O que ocorreu foi um acordo judicial, que, ao contrário da decisão judicial, não pressupõe exame de mérito pelo juiz.
Barbara Heliodora Carneiro de Mendonça

Fiquei muito gratificado com o destaque dado ao Solar dos Abacaxis. O solar merece ter um destino condizente com sua importância arquitetônica e histórica. Infelizmente, no texto da matéria, eu me senti atingido quando se menciona que "o casarão foi ocupado por um parente". Gostaria de esclarecer que sou neto de Marcos e Anna Amélia e co-proprietário do Solar dos Abacaxis. Para lá me mudei, após o falecimento do meu avô, a convite dos demais herdeiros e para a conveniência de todos, a fim de que a casa não permanecesse desabitada, já que o imóvel, além de sua importância própria, abrigava uma vasta coleção que era um verdadeiro tesouro da arte e história brasileiras. Residi no solar por vários anos, com minha mulher e filhos (que lá nasceram e cresceram), e de lá saímos recentemente por acordo celebrado com os mesmos co-proprietários, para que fosse dada destinação comercial ao imóvel.
Luiz Philippe Carneiro de Mendonça

 

Filmes

Em relação à crítica sobre o filme Inesquecível (30 de maio), gostaria de me manifestar publicamente nesta revista, com o direito de resposta, por um trabalho seriíssimo, de quem há 35 anos presta excelentes serviços à cultura de seu país. A trilha sonora do filme em questão levou três meses para ser composta, arranjada, orquestrada e gravada, com mais de três dezenas de músicos. Foi cuidadosamente dirigida e produzida com todo o critério pelo diretor Paulo Sérgio Almeida e pela produtora Mariza Leão. Portanto, senhores, acabem de vez com essa malandra leviandade que assola o nosso país e aprendam a fazer uma crítica construtiva, e não a encher os seus leitores com piadinhas de mau gosto – ou, pelo menos, não em cima de mim.
David Tygel

É inacreditável ler um texto tão agressivo como o publicado em Veja Rio e Veja São Paulo sobre meu filme Inesquecível. Não sei nem por onde começar a discordar. Todos os profissionais envolvidos com o filme receberam tratamento insultuoso. Gostar ou não gostar de um filme é direito legítimo de qualquer crítico, mas para que tanto ódio?
Paulo Sérgio Almeida

 

Trânsito

Concordo com tudo o que foi apresentado na reportagem "Dez soluções para o caos" (23 de maio). Mas faltou falar no ponto mais importante desse nó no trânsito do Rio: os táxis. Se houvesse uma redução no número de táxis em circulação, diminuiria não só o fluxo do trânsito como também a poluição do ar. Em qualquer país civilizado existem os pontos de táxi e as centrais de chamada. E ninguém se irrita se for necessário esperar alguns minutos pela chegada do veículo.
Christine Puschmann



Tutty Vasques

Há nos sinais de trânsito alguns meninos que estão querendo ganhar um dinheiro a sério, batendo ponto todo dia no mesmo sinal, querendo defender um dinheirinho para seu sustento e o de sua família ("O mundo do sinal fechado", 23 de maio).
Orlando Aguiar



MANDE SUA OPINIÃO

E-mail: vejario@abril.com.br

Fax: (21) 2275-9495

Cartas: Praia de Botafogo, 501, bloco B, 1º andar,
CEP 22250-040, Rio

As mensagens para Veja Rio devem trazer a assinatura, o endereço, o número da carteira de identidade e o telefone do remetente. Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente.


Ninguém está autorizado a solicitar objetos e mercadorias em lojas a pretexto de produzir fotos para divulgação na coluna As Boas Compras ou em qualquer outra seção da revista.

         
     

 

 
VEJA on-line | Veja Rio
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados