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6 de junho de 2007

SEGURANÇA PÚBLICA

PERFIL
IMÓVEIS
CONSUMO
DEZ DICAS
AS BOAS COMPRAS
BEIRA-MAR
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
   

BEIRA-MAR

Marina Caruso


"Aprendi a me virar"


J.R. Duran
Alinne: aulas de balé e canto para estrear no teatro

Os seis meses que passou longe da TV fizeram bem à atriz Alinne Moraes, capa da edição de junho da revista Estilo de Vida. "Precisava desse tempo para aperfeiçoar minha interpretação", diz ela. O afã foi tanto que nem sequer curtiu o dolce far niente. Mergulhou em aulas de balé, canto e teatro, estrelou uma campanha mundial de cosméticos e, em duas semanas, fará sua estréia nos palcos. Será Krishna, o deus indiano, em Drama, peça de João Falcão. Tamanha determinação, acredita, vem de sua história de vida. "Sou filha única, e meu pai saiu de casa quando eu era bebê. Aos 9 anos, pegava ônibus sozinha e aos 10 já cozinhava. Aprendi a me virar."



Corajosa e em forma

Flávio Colker
Paula Toller: 44, acredita?


Depois de dezesseis álbuns com o Kid Abelha e de um CD-solo, a cantora Paula Toller – em bela forma física, aos 44 anos – resolveu livrar-se dos "vícios do passado". No segundo álbum-solo, que lança até o fim do mês, não quis regravar sucessos. "Libertei-me de antigos confortos, decidi ser corajosa", afirma. Com catorze faixas inéditas e parcerias que vão de Donavon Frankenreimer e Jesse Harrys a Dado Villa Lobos e Erasmo Carlos, é uma aposta e tanto. Mas, se a ousadia musical promete, a do visual é tratada com reservas. "Para estar bem na foto, basta escolher o fotógrafo certo", despista.



As mãos que tocam por Malu

Fotos André Valentim/Strana

A pianista Sylvia Thereza: nervosa, só em Moscou


A ardilosa Eva Sullivan, personagem de Malu Mader em Eterna Magia, em nada se parece com a doce pianista da foto ao lado. Mas é Sylvia Thereza, 24 anos, quem empresta as mãos e o talento musical à vilã da novela. Embora se trate de seu primeiro papel na TV, a carioca Sylvia está longe de ser uma estreante. Começou a tocar aos 6 anos e, aos 12, rodava o país fazendo concertos. Em 1999, ganhou uma bolsa para estudar em Nova York e em 2005, como solista da Orquestra de Câmara de Tel Aviv, realizou uma primeira turnê em Israel. "Mas nervoso mesmo senti quando toquei pela primeira vez em Moscou, no Kremlin", lembra. "Depois daquilo, topo qualquer desafio."



O craque da TV

Kieling: rumo à Copa do Mundo dos Artistas, na Rússia

Há quem ache que Kaká precisa pôr a franjinha de molho. O ator Márcio Kieling é a esperança da seleção brasileira na I Copa do Mundo de Futebol dos Artistas, que será realizada entre 24 de junho e 4 de julho em Sochi, na Rússia, num confronto entre celebridades de dezesseis países. Kieling, apesar de uma contratura na coxa, não pára de treinar. "Jogo todos os dias, inclusive nos fins de semana", diz o gaúcho Kieling, que jogava no juvenil do Grêmio Porto-Alegrense aos 17 anos, quando foi descoberto pelo olheiro de uma agência de modelos. De férias desde que terminou Bicho do Mato, na Record, ele conquistou o técnico Guaraci Valente. "É, sem dúvida, um dos melhores", elogia Valente.




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Lista dos escalados para a Seleção Brasileira de Artistas





Agulhas de ouro do Fashion Rio

Leonardo Lemos
Divulgação
Gisele: cachê estimado em 160 000 reais Layana: coleção bem-feita com 70 000 reais

Até quando decide economizar o dono da Blue Man, David Azulay, continua sendo a grande "bala na agulha" do Fashion Rio. Orçado em 400 000 reais, seu desfile é o mais caro da semana de moda, que começa no domingo (3). "Depois do show nos Arcos da Lapa (que, em janeiro, custou 700 000 reais), decidi fazer algo intimista, no Copacabana Palace", conta. "Parece piada, mas quando vi estava gastando tudo de novo", completa o estilista, que exibirá 45 looks sobre uma passarela de acrílico de 62 metros de comprimento, a maior da história do Fashion Rio. Na ponta do lápis, o show de Azulay equivale a seis desfiles de sua colega Layana Thomaz, que exibe a coleção no segundo dia do evento. "Não é preciso mais do que 70 000 reais para fazer uma boa apresentação", avalia Layana. Além de bancar som, luz e equipe de camarim, o Fashion Rio entrega 13 000 reais a cada grife, como ajuda nos cachês das modelos. Isso não daria para pagar nem um passinho de Gisele Bündchen. A top, que mais uma vez vai dar pinta na passarela da Colcci, tem cachê estimado em 160 000 reais. "Se as grifes bancassem tudo, gastariam 250 000 reais só para começar", garante Eloysa Simão, diretora do evento.

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O calendário dos desfiles do Fashion Rio

         
     

 

 
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