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BEIRA-MAR
Marina Caruso
"Aprendi a me virar"
J.R. Duran
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| Alinne: aulas de
balé e canto para estrear no teatro |
Os seis meses que passou longe da TV
fizeram bem à atriz Alinne Moraes, capa da edição
de junho da revista Estilo de Vida. "Precisava desse tempo
para aperfeiçoar minha interpretação", diz
ela. O afã foi tanto que nem sequer curtiu o dolce far
niente. Mergulhou em aulas de balé, canto e teatro, estrelou
uma campanha mundial de cosméticos e, em duas semanas, fará
sua estréia nos palcos. Será Krishna, o deus indiano,
em Drama, peça de João Falcão. Tamanha
determinação, acredita, vem de sua história
de vida. "Sou filha única, e meu pai saiu de casa quando
eu era bebê. Aos 9 anos, pegava ônibus sozinha e aos
10 já cozinhava. Aprendi a me virar."
Corajosa e em forma
Flávio Colker
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| Paula Toller: 44, acredita? |
Depois de dezesseis álbuns com o Kid Abelha e de um CD-solo,
a cantora Paula Toller em bela forma física,
aos 44 anos resolveu livrar-se dos "vícios do passado".
No segundo álbum-solo, que lança até o fim
do mês, não quis regravar sucessos. "Libertei-me de
antigos confortos, decidi ser corajosa", afirma. Com catorze faixas
inéditas e parcerias que vão de Donavon Frankenreimer
e Jesse Harrys a Dado Villa Lobos e Erasmo Carlos, é uma
aposta e tanto. Mas, se a ousadia musical promete, a do visual é
tratada com reservas. "Para estar bem na foto, basta escolher o
fotógrafo certo", despista.
As mãos que tocam por Malu
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Fotos André Valentim/Strana

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| A pianista Sylvia Thereza: nervosa,
só em Moscou |
A ardilosa Eva Sullivan, personagem de Malu Mader em Eterna Magia,
em nada se parece com a doce pianista da foto ao lado. Mas é
Sylvia Thereza, 24 anos, quem empresta as mãos e o
talento musical à vilã da novela. Embora se trate
de seu primeiro papel na TV, a carioca Sylvia está longe
de ser uma estreante. Começou a tocar aos 6 anos e, aos 12,
rodava o país fazendo concertos. Em 1999, ganhou uma bolsa
para estudar em Nova York e em 2005, como solista da Orquestra de
Câmara de Tel Aviv, realizou uma primeira turnê em Israel.
"Mas nervoso mesmo senti quando toquei pela primeira vez em Moscou,
no Kremlin", lembra. "Depois daquilo, topo qualquer desafio."
O craque da TV
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| Kieling: rumo à
Copa do Mundo dos Artistas, na Rússia
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Há quem ache que Kaká
precisa pôr a franjinha de molho. O ator Márcio
Kieling é a esperança da seleção
brasileira na I Copa do Mundo de Futebol dos Artistas, que será
realizada entre 24 de junho e 4 de julho em Sochi, na Rússia,
num confronto entre celebridades de dezesseis países. Kieling,
apesar de uma contratura na coxa, não pára de treinar.
"Jogo todos os dias, inclusive nos fins de semana", diz o gaúcho
Kieling, que jogava no juvenil do Grêmio Porto-Alegrense aos
17 anos, quando foi descoberto pelo olheiro de uma agência
de modelos. De férias desde que terminou Bicho do Mato,
na Record, ele conquistou o técnico Guaraci Valente. "É,
sem dúvida, um dos melhores", elogia Valente.
Agulhas de ouro do Fashion Rio
Leonardo Lemos
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Divulgação
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| Gisele: cachê estimado
em 160 000 reais |
Layana: coleção
bem-feita com 70 000 reais |
Até quando decide economizar
o dono da Blue Man, David Azulay, continua sendo a grande "bala
na agulha" do Fashion Rio. Orçado em 400 000 reais, seu desfile
é o mais caro da semana de moda, que começa no domingo
(3). "Depois do show nos Arcos da Lapa (que, em janeiro, custou
700 000 reais), decidi fazer algo intimista, no Copacabana Palace",
conta. "Parece piada, mas quando vi estava gastando tudo de novo",
completa o estilista, que exibirá 45 looks sobre uma passarela
de acrílico de 62 metros de comprimento, a maior da história
do Fashion Rio. Na ponta do lápis, o show de Azulay equivale
a seis desfiles de sua colega Layana Thomaz, que
exibe a coleção no segundo dia do evento. "Não
é preciso mais do que 70 000 reais para fazer uma boa apresentação",
avalia Layana. Além de bancar som, luz e equipe de camarim,
o Fashion Rio entrega 13 000 reais a cada grife, como ajuda nos
cachês das modelos. Isso não daria para pagar nem um
passinho de Gisele Bündchen. A top, que mais
uma vez vai dar pinta na passarela da Colcci, tem cachê estimado
em 160 000 reais. "Se as grifes bancassem tudo, gastariam 250 000
reais só para começar", garante Eloysa Simão,
diretora do evento.
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