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OPINIÃO DO LEITOR  | "Parabéns
pela linda e espetacular
capa desta semana,
"Terror ao telefone". Adorei."
Diva
Helena Barros Petrópolis,
Rio |
Terror
ao telefone 1 Veja
Rio prestou inestimável serviço aos seus leitores com a
reportagem de capa "Terror ao telefone" (26/4/2006). A revista detalha passo a
passo como atuam os bandidos que atemorizam e chantageiam os cariocas, com sórdidos
golpes de falsos seqüestradores e acidentes forjados, sempre visando à
extorsão. A matéria jornalística, publicada em revista de
credibilidade nacional, serve como alerta aos cidadãos de bem, enquanto
as autoridades e os órgãos responsáveis pela segurança
pública não encontram uma forma de coibir tais crimes.
Sinvaldo
do Nascimento Souza Santa
Cruz, Rio
Terror
ao telefone 2 Cada
vez mais vocês devem divulgar esse tipo de golpe, que aconteceu com a minha
mãe recentemente. No dia 22, às 23h, uma pessoa ligou dizendo ser
comandante do Corpo de Bombeiros, para avisar que uma vítima de um acidente
na Praça da Bandeira estava desacordada e no bolso dela havia um número
de telefone. Como meu irmão não estava em casa, minha mãe
ficou desesperada. A ligação caiu e saímos de casa rumo ao
local do acidente. Lá, realmente havia um acidente horrível, mas
graças a Deus não era de nenhum conhecido, e o motorista só
tinha quebrado o braço. Uma notícia dessas podia ter provocado uma
morte, pois meus pais sofrem de pressão alta.
Andréa
Aguiar Por
e-mail
Terror
ao telefone 3 Li
a reportagem sobre os trotes que têm assustado os cariocas. O quadro "Cuidados
para evitá-los" informa que "os funcionários do Corpo de Bombeiros
não ligam para residências para informar sobre acidentes". Na semana
passada atendi o celular de madrugada. A pessoa se identificou como tenente do
Corpo de Bombeiros e disse que meu pai havia sofrido um acidente de carro. Inicialmente
achei que se tratava de um trote, mas ele me informou o nome completo do meu pai.
A informação era verdadeira! Se eu fosse afoita teria desligado
antes de obter maiores informações. Os bombeiros ligam, sim, para
informar sobre acidentes, mas solicitam que a pessoa se encaminhe a um hospital
público, nunca ao local do acidente. Parabéns pela reportagem extremamente
útil e interessante.
Débora
Andrade Por
e-mail
Terror
ao telefone 4 Oportuna
e pertinente a reportagem de capa sobre a extorsão ao telefone. Meu telefone
fixo há mais de vinte anos não consta das listas telefônicas
nem pode ser obtido pelo serviço 102. Entretanto, embora o número
atual seja novo (mudei-me recentemente), habitualmente venho recebendo ligações
a cobrar, as quais desligo imediatamente. Fica a pergunta: se não está
no catálogo telefônico, como ele se tornou conhecido?
Ayrton
Gonçalves Por
e-mail
Terror
ao telefone 5 Excelente
a reportagem de alerta à população. Minha mãe, de
78 anos, caiu no tipo de golpe chamado de "Bombeiros". Ficamos muito preocupados
na hora, porque demoramos a localizar o parente descrito pelo golpista.
Alexandre
Curi Niterói,
Rio
Tutty
Vasques Nunca
me identifiquei tanto com um assunto quanto com a crônica de Tutty Vasques
"Overdose de feriadões" (26/4/2006). Estou rindo até agora. Tenho
um sítio em Saquarema e: 1) já levei oito horas para chegar lá
(um trajeto que faço sempre em uma hora e vinte minutos); 2) volto de lá
totalmente mordida pelos mosquitos (a pior parte); 3) escuto pagode na casa do
vizinho (detesto); 4) vejo Sob Nova Direção na televisão
velha de 14 polegadas (lá não tenho TV a cabo); e 5) troco o ar-refrigerado
pelo ventilador de teto. Parabéns, Tutty, você captou direitinho
o que sofremos nos feriados. Realmente, o melhor é ficar no Rio.
Bernadete
Dauch Por
e-mail
MANDE
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