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3 de maio de 2006

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OPINIÃO DO LEITOR

 

"Parabéns pela linda e espetacular capa desta semana, "Terror ao telefone". Adorei."

Diva Helena Barros
Petrópolis, Rio

 

Terror ao telefone 1

Veja Rio prestou inestimável serviço aos seus leitores com a reportagem de capa "Terror ao telefone" (26/4/2006). A revista detalha passo a passo como atuam os bandidos que atemorizam e chantageiam os cariocas, com sórdidos golpes de falsos seqüestradores e acidentes forjados, sempre visando à extorsão. A matéria jornalística, publicada em revista de credibilidade nacional, serve como alerta aos cidadãos de bem, enquanto as autoridades e os órgãos responsáveis pela segurança pública não encontram uma forma de coibir tais crimes.

Sinvaldo do Nascimento Souza

Santa Cruz, Rio

 

Terror ao telefone 2

Cada vez mais vocês devem divulgar esse tipo de golpe, que aconteceu com a minha mãe recentemente. No dia 22, às 23h, uma pessoa ligou dizendo ser comandante do Corpo de Bombeiros, para avisar que uma vítima de um acidente na Praça da Bandeira estava desacordada e no bolso dela havia um número de telefone. Como meu irmão não estava em casa, minha mãe ficou desesperada. A ligação caiu e saímos de casa rumo ao local do acidente. Lá, realmente havia um acidente horrível, mas graças a Deus não era de nenhum conhecido, e o motorista só tinha quebrado o braço. Uma notícia dessas podia ter provocado uma morte, pois meus pais sofrem de pressão alta.

Andréa Aguiar

Por e-mail

 

Terror ao telefone 3

Li a reportagem sobre os trotes que têm assustado os cariocas. O quadro "Cuidados para evitá-los" informa que "os funcionários do Corpo de Bombeiros não ligam para residências para informar sobre acidentes". Na semana passada atendi o celular de madrugada. A pessoa se identificou como tenente do Corpo de Bombeiros e disse que meu pai havia sofrido um acidente de carro. Inicialmente achei que se tratava de um trote, mas ele me informou o nome completo do meu pai. A informação era verdadeira! Se eu fosse afoita teria desligado antes de obter maiores informações. Os bombeiros ligam, sim, para informar sobre acidentes, mas solicitam que a pessoa se encaminhe a um hospital público, nunca ao local do acidente. Parabéns pela reportagem extremamente útil e interessante.

Débora Andrade

Por e-mail

 

Terror ao telefone 4

Oportuna e pertinente a reportagem de capa sobre a extorsão ao telefone. Meu telefone fixo há mais de vinte anos não consta das listas telefônicas nem pode ser obtido pelo serviço 102. Entretanto, embora o número atual seja novo (mudei-me recentemente), habitualmente venho recebendo ligações a cobrar, as quais desligo imediatamente. Fica a pergunta: se não está no catálogo telefônico, como ele se tornou conhecido?

Ayrton Gonçalves

Por e-mail

 

Terror ao telefone 5

Excelente a reportagem de alerta à população. Minha mãe, de 78 anos, caiu no tipo de golpe chamado de "Bombeiros". Ficamos muito preocupados na hora, porque demoramos a localizar o parente descrito pelo golpista.
Alexandre Curi
Niterói, Rio

 

Tutty Vasques

Nunca me identifiquei tanto com um assunto quanto com a crônica de Tutty Vasques "Overdose de feriadões" (26/4/2006). Estou rindo até agora. Tenho um sítio em Saquarema e: 1) já levei oito horas para chegar lá (um trajeto que faço sempre em uma hora e vinte minutos); 2) volto de lá totalmente mordida pelos mosquitos (a pior parte); 3) escuto pagode na casa do vizinho (detesto); 4) vejo Sob Nova Direção na televisão velha de 14 polegadas (lá não tenho TV a cabo); e 5) troco o ar-refrigerado pelo ventilador de teto. Parabéns, Tutty, você captou direitinho o que sofremos nos feriados. Realmente, o melhor é ficar no Rio.

Bernadete Dauch
Por e-mail

 

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