| |
| |  | |
OPINIÃO DO LEITOR
Prefeito
virtual 1
Não
poderia ser mais apropriado o título "O prefeito virtual" (Veja Rio,
26/7/2006). A obsessão do prefeito Cesar Maia pela internet não
justifica a falta de apetência para administrar a cidade. O Rio hoje é
administrado apenas virtualmente. A troca de e-mails entre o prefeito e seus auxiliares
pode gerar um círculo potencial de informações, mas os resultados
em termos administrativos são pífios. Daí o abandono da cidade
real e dos cidadãos que pagam seus impostos em dia. Sinvaldo
do Nascimento Souza, por
e-mail
Prefeito
virtual 2 A
reportagem sobre o prefeito confirma algo que os cidadãos que se preocupam
e pagam impostos já desconfiavam: prefeito, só virtual. O real inexiste.
O que o prefeito teria a mostrar sobre saúde, educação, transporte,
habitação e segurança? Nada. Para alguém que está
no terceiro mandato é desalentador. A suposta eficiência é
também virtual.
Zurlinde
Cabral,
por
e-mail
Prefeito
virtual 3 Acho
louvável que um político use a tecnologia no caso a internet
para melhorar a administração pública. Mas por que
o nosso prefeito virtual não usa o espaço do seu blog para ouvir
a população ou ao menos dizer o que anda fazendo? Diz ele que conhece
mais a cidade agora do que quando andava pessoalmente pelas ruas. Talvez o computador
dele esteja com problemas e ele não veja a sujeira, os mendigos, os assaltos,
os camelôs, as vans e as favelas. Enquanto ele brinca de dar conselhos à
senadora Heloisa Helena no mundo virtual, nós, cariocas, vamos vivendo
no mundo real feio, sujo e pobre que ele nos impõe com a sua administração
inoperante. Daniela
Amaral,
por
e-mail
Prefeito
virtual 4 Realmente,
temos um prefeito virtual. Os buracos aumentam. Até nas pistas expressas
do Aterro, antes bem-cuidadas, temos vários buracos. Sumiram as faixas
de rolamento e faixas de travessia de pedestres em dezenas de ruas. Galhos tapam
sinais de trânsito. A degradação tem aumentado. Eu até
parei de reclamar via e-mail porque não vejo resultados nas informações
que transmito ao prefeito (virtual). Passei em frente à Secretaria Municipal
de Fazenda, no Centro, e havia 100 camelôs em toda a rua. É uma desmoralização.
Do outro lado havia uma Kombi com guardas municipais sonolentos. Falta dinheiro,
mas falta também mais energia do prefeito.
Fernando
Olinto Henriques Fernandes,
por e-mail
Reféns
do medo Gostaria
de expressar meu pesar pelas palavras do chefe da Polícia Civil, delegado
Ricardo Hallack, na reportagem "Insegurança pública" (Veja
Rio, 19/7/2006). Mais precisamente, quando disse que "os criminosos de
hoje são meninos que trabalham para o tráfico num regime de quase
escravidão e assaltam para complementar a renda". Esse trecho foi desastroso,
pois pode levar a crer que todos os que querem complementar renda se utilizam
desse mecanismo. Infeliz o comentário.
Tânia
Amaral,
por
e-mail
Insegurança
Acabo
de ler a crônica "Insegurança" (Veja Rio, 26/7/2006).
É verdade, antigamente todos tinham seus pobres. Eu, quando garoto, também
fui pobre, mas nunca deixava de ajudar os mais necessitados. Hoje, para meu orgulho,
um dos meus "pobres" se formou em advocacia e montou um escritório. Ele
cresceu e viveu numa favela da Zona Norte, mas nunca precisou roubar ou se drogar.
Luiz
Carlos, por
e-mail Correção
O
livro Álbum Carioca 2 custa 40 reais, e não 70 reais, como
publicado em "A vida como ela era" (Veja Rio, 12/7/2006).
PALÁCIO
MONROE O
leitor Luiz Carlos Adriano Franco conta que dois leões, um anjo e peças
do portão do Palácio Monroe estão instalados na chácara
de sua família, em Uberaba (foto). Ele comprou as peças num
leilão em 1976. Franco diz ainda ter cedido dois leões a um arquiteto
com a garantia de que não sairiam do Rio. O par ficaria em um hotel que
seria construído na Urca. O leitor afirma ter se surpreendido ao descobrir
que os leões cedidos estão no Recife ("O palácio que virou
memória", Veja Rio, 12/7/2006). A leitora Ameura Jasmin revela
que quando criança acompanhava a mãe, que trabalhava no Ministério
da Agricultura, então sediado no Palácio Monroe, e ficava fascinada
com sua beleza. |
MANDE
SUA OPINIÃO E-mail:
vejario@abril.com.br
Fax:
(21) 2275-9495 Cartas:
Praia de Botafogo, 501, bloco B, 1º andar, CEP 22250-040, Rio
As mensagens para Veja Rio devem trazer a assinatura,
o endereço, o número da carteira de identidade e o telefone do remetente.
Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas
resumidamente.
Ninguém está autorizado a solicitar objetos e mercadorias em lojas
a pretexto de produzir fotos para divulgação na coluna As Boas Compras
ou em qualquer outra seção da revista. | |