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2 de maio de 2007

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A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

A OPINIÃO DO LEITOR


Cartilha da civilidade

Parabéns pela matéria "Cartilha da Civilidade" (25 de abril). Seriam necessárias várias edições para mostrar toda a falta de civilidade das pessoas.
Marcia Gil

Cotação em alta pela criatividade utilizada na cartilha da civilidade, colocando itens muito significativos e importantes para a educação dos cariocas, que anda tão em baixa! Espero que sejam lidos, pesados e avaliados conscientemente. Seria de suma importância que as famílias os fixassem num local onde todos pudessem lê-los de vez em quando.
Chaja Freida Finkelsztain

Nesta cidade violenta, o que mais precisamos é um pouco de delicadeza no nosso dia-a-dia. Mas faltou um quesito: o comportamento nas lojas. É chato demais quando você está vendo algo numa arara e vem outra pessoa, sem pedir licença, e vai pegando as roupas na sua frente, quase colada em você.
Márcia Todeschini

Se tivéssemos segurança e a civilidade proposta pela oportuníssima reportagem de capa, o Rio de Janeiro seria verdadeiramente uma cidade maravilhosa.
Itamar de Oliveira

 

Tutty Vasques

Concordo plenamente com a crônica "O Maraca é nosso?", de Tutty Vasques (25 de abril). O que acontece lá é inadmissível em um país com pretensões de sediar a Copa. Como mulher que acompanha futebol, eu me sinto ainda mais prejudicada.
Carolina Monteiro

Ao saber que o escoamento do Maraca foi reduzido à metade, fiquei pasma, chocada, estarrecida. Fica a pergunta: senhores responsáveis pela execução da obra, vocês deixariam algum ente querido ir ao Maraca? Francamente, são vidas que circulam por lá!
Flávia Cimini

Já estava cansado de repetir aos meus amigos a triste experiência que é a ida ao "novo" Maracanã. Só faltou falar do absurdo horário de realização dos jogos, às 16 horas. Como todos os que freqüentam o estádio sabem, nesse horário o sol bate inclemente em dois terços dos lugares, principalmente durante o horário de verão.
Samuel Zandonadi Filho

 

Manoel Carlos

O que surpreende na crônica "Feminino plural" (18 de abril) não é o caso em si, mas sim a naturalidade e a suavidade com que Manoel Carlos o conta.
Evandro Honório

 

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