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A OPINIÃO
DO LEITOR Cartilha da civilidade
Parabéns pela matéria
"Cartilha da Civilidade" (25 de abril). Seriam necessárias várias
edições para mostrar toda a falta de civilidade das pessoas.
Marcia Gil Cotação
em alta pela criatividade utilizada na cartilha da civilidade, colocando itens
muito significativos e importantes para a educação dos cariocas,
que anda tão em baixa! Espero que sejam lidos, pesados e avaliados conscientemente.
Seria de suma importância que as famílias os fixassem num local onde
todos pudessem lê-los de vez em quando. Chaja
Freida Finkelsztain Nesta cidade
violenta, o que mais precisamos é um pouco de delicadeza no nosso dia-a-dia.
Mas faltou um quesito: o comportamento nas lojas. É chato demais quando
você está vendo algo numa arara e vem outra pessoa, sem pedir licença,
e vai pegando as roupas na sua frente, quase colada em você.
Márcia Todeschini
Se tivéssemos segurança e a civilidade proposta pela oportuníssima
reportagem de capa, o Rio de Janeiro seria verdadeiramente uma cidade maravilhosa.
Itamar de Oliveira
Tutty Vasques
Concordo plenamente com a crônica "O Maraca é nosso?", de Tutty Vasques
(25 de abril). O que acontece lá é inadmissível em um país
com pretensões de sediar a Copa. Como mulher que acompanha futebol, eu
me sinto ainda mais prejudicada. Carolina Monteiro
Ao saber que o escoamento do Maraca
foi reduzido à metade, fiquei pasma, chocada, estarrecida. Fica a pergunta:
senhores responsáveis pela execução da obra, vocês
deixariam algum ente querido ir ao Maraca? Francamente, são vidas que circulam
por lá! Flávia Cimini Já
estava cansado de repetir aos meus amigos a triste experiência que é
a ida ao "novo" Maracanã. Só faltou falar do absurdo horário
de realização dos jogos, às 16 horas. Como todos os que freqüentam
o estádio sabem, nesse horário o sol bate inclemente em dois terços
dos lugares, principalmente durante o horário de verão.
Samuel Zandonadi Filho
Manoel Carlos
O que surpreende na crônica
"Feminino plural" (18 de abril) não é o caso em si, mas sim a naturalidade
e a suavidade com que Manoel Carlos o conta. Evandro
Honório
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