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2 de maio de 2007

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BEIRA-MAR
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CRÔNICA
  

BEIRA-MAR

Sérgio Garcia

Pocahontas não pára quieta

Angelo Pastorello
Carollini, em pose para a revista Vip: ela só pensa em trabalhar

Antes da volta ao anonimato, quais as alternativas para os egressos do Big Brother? O máximo dos máximos é tentar carreira na TV. Outras possibilidades são estampar ensaios fotográficos e ingressar no mercado das aparições em eventos. Desde que saiu do cativeiro, no início de abril, Carollini Honório só teve um dia de folga. Ela segue à risca a cartilha de um ex-BBB: enquanto é tempo, tem dado as caras em feiras, festas e lançamentos; é capa da Vip de maio; e, no fim de semana, posou em Campos do Jordão para a Playboy. Já faturou o bastante para trocar seu acanhado apartamento em Copacabana por um maiorzinho, em Ipanema. Embora o público-alvo de seus trabalhos sejam os marmanjos, ela se impressiona com o assédio infantil. "É porque disseram que me pareço com a Pocahontas."

 

Poluição tem jeito, sim

Dilmar Cavalher/Strana
Suzana: estudo para relatório da ONU


Uma pesquisadora carioca está por trás de um dos temas mais aguardados do quarto relatório sobre mudanças climáticas que a ONU divulga na sexta-feira (4). Suzana Kahn Ribeiro, professora de pós-graduação de Engenharia (Coppe) na UFRJ, coordena o capítulo dedicado aos transportes. Um dos vilões do clima, o setor responde por 24% das emissões de gases poluentes. "Vamos apresentar alternativas para reduzir as emissões", disse Suzana, momentos antes de embarcar para a Tailândia, onde o estudo será divulgado. "A boa notícia é a viabilidade disso, pois os custos não são tão elevados."

 

A superchamativa do underground

Divulgação
Karine, a antidiva: glamour e escracho


Celebridade no universo virtual, ela aos poucos conquista o mundo real também. O figurino esquisitóide-glamouroso e o repertório que mistura canções de dor-de-cotovelo, rock e música eletrônica – tudo embrulhado com a sonoridade dos anos 60 – renderam-lhe o título de "antidiva do underground". Sensação do circuito alternativo, a cantora cearense Karine Alexandrino estréia no Rio na sexta-feira (4), nas comemorações do quinto aniversário da boate Dama de Ferro. "Canto toda montada, com peruca, maquiagem e roupas superchamativas", anuncia.

 

Com a bênção do papai

Felipe Lessa
Nathalia, no ensaio na praia: hiperativa

A resposta a cada uma das 150 cartas que ela recebe todo mês é feita de próprio punho. E tenta dar conta, também, dos e-mails postados a cada dia, 2 000 segundo ela. "Sou hiperativa", diz a atriz Nathalia Rodrigues, que teve de pôr em prática sua faceta azougue ao posar para o site Paparazzo. A sessão foi de sol a sol, numa Praia de Itacoatiara lotada. "Estou sempre de jeans, camiseta e chinelo", conta. "Nesses trabalhos, desperto uma sensualidade ausente no meu dia-a-dia." Nathalia garante que sua ousadia pára aí. "Meu pai foi padre. Ele não conseguiria me ver nua numa revista."

 

Em andamento acelerado

João Musa
O regente Neschling: a volta do apaixonado


Não perca a conta. Em março, foram dezesseis apresentações na Europa à frente da Osesp. Em apenas duas semanas de abril, mais dez concertos em São Paulo. A rotina do maestro John Neschling mantém o andamento acelerado em maio. No primeiro domingo do mês, dia 6, ele oficializa seu casamento com a escritora Patrícia Mello. No segundo (13), completa 60 anos. E, no terceiro, inicia a série de três espetáculos no Rio da mais elogiada orquestra do país. "A cidade tem muitas canções compostas por apaixonados, e eu me considero um deles", derrama-se o regente, que é carioca. Monossilábico, só quando responde se há uma motivação especial para se exibir na cidade que é sede da Orquestra Sinfônica Brasileira, comandada pelo seu ex-parceiro de Osesp e desafeto Roberto Minczuk: "Não".


Colaboraram Fátima Sá e Gustavo Autran

     
   

 

 
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