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BEIRA-MAR
Sérgio Garcia Pocahontas
não pára quieta Angelo
Pastorello  | | Carollini,
em pose para a revista Vip: ela só
pensa em trabalhar |
Antes
da volta ao anonimato, quais as alternativas para os egressos do Big Brother?
O máximo dos máximos é tentar carreira na TV. Outras possibilidades
são estampar ensaios fotográficos e ingressar no mercado das aparições
em eventos. Desde que saiu do cativeiro, no início de abril, Carollini
Honório só teve um dia de folga. Ela segue à risca a
cartilha de um ex-BBB: enquanto é tempo, tem dado as caras em feiras,
festas e lançamentos; é capa da Vip de maio; e, no fim de
semana, posou em Campos do Jordão para a Playboy. Já faturou
o bastante para trocar seu acanhado apartamento em Copacabana por um maiorzinho,
em Ipanema. Embora o público-alvo de seus trabalhos sejam os marmanjos,
ela se impressiona com o assédio infantil. "É porque disseram que
me pareço com a Pocahontas." Poluição
tem jeito,
sim
Dilmar
Cavalher/Strana  | | Suzana:
estudo para relatório da ONU |
Uma pesquisadora carioca está por trás de um dos temas mais
aguardados do quarto relatório sobre mudanças climáticas
que a ONU divulga na sexta-feira (4). Suzana Kahn Ribeiro, professora de
pós-graduação de Engenharia (Coppe) na UFRJ, coordena o capítulo
dedicado aos transportes. Um dos vilões do clima, o setor responde por
24% das emissões de gases poluentes. "Vamos apresentar alternativas para
reduzir as emissões", disse Suzana, momentos antes de embarcar para a Tailândia,
onde o estudo será divulgado. "A boa notícia é a viabilidade
disso, pois os custos não são tão elevados."
A superchamativa
do underground
Divulgação  | | Karine,
a antidiva: glamour e escracho |
Celebridade no universo virtual, ela aos poucos conquista o mundo real também.
O figurino esquisitóide-glamouroso e o repertório que mistura canções
de dor-de-cotovelo, rock e música eletrônica tudo embrulhado
com a sonoridade dos anos 60 renderam-lhe o título de "antidiva
do underground". Sensação do circuito alternativo, a cantora cearense
Karine Alexandrino estréia no Rio na sexta-feira (4), nas comemorações
do quinto aniversário da boate Dama de Ferro. "Canto toda montada, com
peruca, maquiagem e roupas superchamativas", anuncia.
Com
a bênção do papai
Felipe Lessa  |
| Nathalia, no ensaio na praia: hiperativa |
A resposta a cada uma das 150 cartas que
ela recebe todo mês é feita de próprio punho. E tenta dar
conta, também, dos e-mails postados a cada dia, 2 000 segundo ela. "Sou
hiperativa", diz a atriz Nathalia Rodrigues, que teve de pôr em prática
sua faceta azougue ao posar para o site Paparazzo. A sessão foi de sol
a sol, numa Praia de Itacoatiara lotada. "Estou sempre de jeans, camiseta e chinelo",
conta. "Nesses trabalhos, desperto uma sensualidade ausente no meu dia-a-dia."
Nathalia garante que sua ousadia pára aí. "Meu pai foi padre. Ele
não conseguiria me ver nua numa revista." Em
andamento acelerado
João Musa  |
| O regente Neschling: a volta do apaixonado |
Não perca a conta. Em março,
foram dezesseis apresentações na Europa à frente da Osesp.
Em apenas duas semanas de abril, mais dez concertos em São Paulo. A rotina
do maestro John Neschling mantém o andamento acelerado em maio.
No primeiro domingo do mês, dia 6, ele oficializa seu casamento com a escritora
Patrícia Mello. No segundo (13), completa 60 anos. E, no terceiro, inicia
a série de três espetáculos no Rio da mais elogiada orquestra
do país. "A cidade tem muitas canções compostas por apaixonados,
e eu me considero um deles", derrama-se o regente, que é carioca. Monossilábico,
só quando responde se há uma motivação especial para
se exibir na cidade que é sede da Orquestra Sinfônica Brasileira,
comandada pelo seu ex-parceiro de Osesp e desafeto Roberto Minczuk: "Não".
Colaboraram Fátima
Sá e Gustavo Autran
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