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Em pauta com Da Redação

Aborto: tema volta à discussão no Congresso

Comissão especial da Câmara pode rever abortos legais. VEJA ouviu quem defende e quem repudia a interrupção da gravidez para saber seus argumentos

access_time 9 out 2017, 17h41

Uma comissão especial da Câmara dos Deputados discute uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pode rever os abortos previstos pela lei — em casos de estupro, risco à vida da mãe e de fetos anencéfalos. A PEC 181 de 2015 chegou do Senado à Câmara como uma proposta trabalhista, que propunha aumentar a licença-maternidade em casos de bebês prematuros: de 120 dias, a licença seria expandida para a quantidade de tempo no qual os recém-nascidos ficassem internados. Contudo, o relator da emenda, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) incluiu no seu parecer uma alteração nos artigos 1º e 5º da Constituição Federal que estabelecem o direito à vida “desde a concepção”, o que pode tornar ilegal as interrupções realizadas nas três situações acima.

VEJA ouviu quem defende e quem repudia a interrupção da gravidez para saber o que pensam sobre a legalização do aborto e, especificamente, sobre a PEC que tramita no Congresso.

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  1. Ricardo Pereira de Azevedo

    Quem é a favor do aborto, não merecia ter nascido.

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  2. Edison Aparecido

    Tema de difícil resolução pois, envolve moral, ética, crença e por aí vai…penso que a mulher tem o direito sobre seu corpo (óbvio) mas, não tem direito de vida e morte que gera em seu ventre. Por isso, ela deve ser amparada na legislação (através de leis claras e objetivas) e principalmente o governo investir na educação, no sentido que tantos os rapazes e garotas tenham acesso a informação e prevenção da gravidez indesejada. O aborto tem que ser sempre a “última opção” em qualquer situação pois, ninguém tem o direito de tirar a vida.

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  3. Esperar o que de um Congresso que não representa a população brasileira, apenas os seus próprios interesses.
    E assim como aprovam na calada da noite os projeto que lhe interessam, mais uma vez, querem fazer algo que vai afetar a população brasileira, principalmente, as mulheres que são violentadas sexualmente ou com um feto com má formação.
    Se o assunto é de interesse público, por que não fazem um amplo debate, e, assim como ocorreu em Portugal e em outros países europeus, fazer um plebiscito sobre o tema.

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